Minha Mãe, comi sim...



By Engenho
 
Minha mãe é separada há algum tempo. É uma mulher muito bonita. Morena, seios..., coxas..., nunca me enganei, sempre senti a maior vontade de transar com ela.
Ficava imaginando: ela não saía, vinha do seu serviço, diretamente para casa, será que tinha perdido o tesão?
Um dia cheguei mais cedo da faculdade e encontrei as luzes todas apagadas. Fui para o meu quarto, quando ouvi um gemido, e outro, e outro. Vinha do quarto da minha mãe. Fui devagar. Espiei e não acreditei: ela estava nua e enfiando alguma coisa na boceta, uma banana talvez.
Foi foda:
Fiquei espiando e cheguei a tirar o pau para fora e começar a bater uma. Quando ela gozou, me recolhi para não ser visto, fui gozar no quarto.
Nos dias seguintes não parava de pensar no que vira. Meu pau ficava duro como nunca. Cada instante das imagens eu não esquecia, repetia a lembrança uma e outra e outra vez. Queria causar alguma coisa. Ela devia estar na fissura de um pau, estado, que leva a loucuras. E eu, certamente mais que ela, já que transei muito menos que ela nessa vida.
Fiz uma cena.
Fui bater punheta no banheiro, mas não tranquei a porta, o que, em casa, é porta livre. Foi aí que a minha mãe abriu a porta e me viu punhetando a toda!
Ficou desconcertada e por um átimo, contemplou como mulher, depois virou e saiu. Eu terminei de gozar e saí pedindo desculpas, mas mesmo, apenas para tocar no assunto.
- Você é punheteiro como seu pai!
Foi o que ela me respondeu.
- Ele era?
- Sim, mas comia bem. Disso eu sinto falta dele.
Passamos a falar mais de sexo um dia ou outro.
Até que tive uma ideia brilhante. Propus acamparmos em um paraíso tropical, um lugar muito belo e caro, mas que acampando em uma barraca, seria viável. Aceitou, após ver na net.
Passaríamos noites em uma barraca minúscula!
Já na primeira noite, nos trocamos na frente do outro. Fiz questão de exibir meu pau. Fiquei pelado mais do que era necessário, e passei perto dela o quanto pude, esbarrando o pau uma ou outra vez, aqui e ali.
Ela parecia não dar a mínima.
-Putz, como vou fazer, para bater uma antes de ir dormir?
Ponderei meio brincando meio falando sério.
- Eu falo que você é punheteiro que nem o pai... ele que era assim, se não trepava, tinha que bater uma. Pode bater, eu não ligo.
- E você também pode se quiser. Eu vi você batendo uma sem querer, um dia que cheguei mais cedo. Foi sem querer, mas eu vi. Você também deve estar em carência...
- Caralho, você viu, que vergonha. Mas Tá foda mesmo, eu bem que precisava de um pau.
Após arrumarmos tudo na barraca e deitarmos à luz da lua, tirei meu pau e comecei a bater olhando o corpo dela de soslaio.
Ela reparou no movimento e fez que não estava vendo. Ficou reparando de lado também.
Eu batia sem vergonha. Aqui e ali, ela se mexia e a camisola dela subia, insinuando a zona da xana, que eu sabia estar sem calcinha.
Quando acelerei mais, não teve como ela não olhar, por impulso, e não teve mais como esconder que viu. Instintivamente, pôs a mão na boceta e se entregou ao tesão:
-Acho que também vou bater uma...
Ela começou e me pus a olhá-la, sem disfarce. E bati para ela ver também. Ficamos nos vendo e punhetando. Ajoelhei e a vi por entre as pernas, batendo e vendo ela bater por esse ângulo.
Nossa temperatura subiu, o que me deu pretexto para tirar toda roupa e tirar a camisola dela, enquanto ela ainda batia, e ver seus peitos. Quando tirei, passei a mão em um de seus peitos, fazendo de brincadeira, e testando sua reação.
Ela continuou na batida, o que me levou a pegar deliberadamente em seus peitos. Meu pau duro próximo dela recebeu o carinho da sua mão:
- Deixa eu punhetar como eu sei que você vai gostar, como do S. [meu sobrenome herdado do meu pai] gostava".
E bateu com uma experiência de causa que eu nunca tinha imaginado que uma mulher seria capaz. Como agradou meu pau.
Para fazer o manejo de modo indireto, perguntei:
- E de que modo você gostava de ser comida por ele?
Ela deu risada.
- O que foi?
Perguntei.
-É que era de um jeito estranho..., eu de lado, com as pernas abertas, e ele em cima de mim, de uma das pernas, entrando com o pau em uma inclinação diferente do que de frente e de trás, entende?
. - Na verdade não... de lado, você quer dizer?
- Não, comigo de lado, mas ele por cima. Assim, ó, eu fico assim, e você vem assim, ó. Isso, só que encosta mais para chegar, entendeu?
Quando eu cheguei mais esbarrei o pau nos lábios vaginais dela. Que tesão que foi!
-Que canalha!
Falei...
-Aahh, entendi, é, assim:
E meti na boceta lisinha que recebeu todo o meu pau.
Ela se assustou, mas gemeu como uma apaixonada por caralho, ainda mais naquela posição de tão boas lembranças.
Falei:
-Calma, deixa só eu meter um pouquinho. Vê se é igual a ele.
E fui metendo na minha mãe. Passamos a trepar em outras posições, até que voltamos àquela preferida dela. Quando assim retomamos, eu já a comia como se fosse minha mulher, metia com a maior sacanagem, soltava meu tesão por boceta. Isso incendiou a ambos e gozamos fortes, longo, com muita porra escorrendo. E desabamos a dormir como há muito não fazíamos.

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