Doidinha para dar I


By Julianinha

 Já aviso, aos que não gostam de continuações, que nem percam tempo lendo. Uma boa foda, requer paciência...
Sou uma mocinha bem legal, tenho muitas amigas e amigos, uma boa família, apesar de os meus pais serem separados e minha mãe ter se casado novamente. Sou estudiosa, e estou na faculdade de Biomedicina.
Dizem que sou bonita. Acho que deve ser verdade, mas gosto de mim, gosto do meu jeito, do meu corpo do meu cabelo ruivo e longo. Sou muito branquinha, mas isso nunca foi problema para mim, nem para ir para a praia.
 Claro que me protejo, me cuido muito. Às vezes, depois de tomar banho, fico um tempão me hidratando, me acariciando, gosto dos meus peitos, gosto muito de passar creminho entre as dobras da minha xana e daí, para gozar, é bem rapidinho. Meus peitos têm o formato clássico de uma pera, bem madura, com biquinhos rosados. São cheios e adoro usar regatinhas decotadas, sem sutiã só para ver o efeito que os dois causam nos machos que encontro.
Meus amigos homens ficam doidos. Outra coisa que percebo, são os olhares para minha bunda, redondinha, cheinha, empinadinha. É claro que a cintura fininha favorece. As pernas são longas e com volumes nos lugares certos.
Vou contar um segredo, que já não vai ser mais segredo depois disso, né? Até um pouco antes de escrever aqui, como em um diário, eu nunca tinha trepado de verdade, nunca fui fodida, nem no cu nem na boceta. Mas, apesar de ser “virgem”, já tirei sarro com muitos machos. Nas festinhas, era como se minha boceta tivesse um ímã. Eu passava e logo vinha um atrás. Para não deixar os pobrezinhos na mão, aprendi a chupar bem uma rola, até ao talo e deixava gozar na boca, engolia tudo e ainda pedia mais. Fazia muita coxinha também e deixava brincar no reguinho, mas não passava daí.
Sempre pediam para meter, mas apesar de morrer de vontade de ser fodida, naquele tempo eu ainda não tinha achado o macho certo para me comer, socar gostoso em todos os meus buracos.
Isso mudou depois do 2º casamento da minha mãe. João era o chefe dela, era viúvo, sem filhos e depois de alguns anos, resolveu que casar novamente seria uma boa. Minha mãe é bonita, ao seu jeito, é excelente profissional, além de boa dona de casa.
Depois de um tempo convivendo juntos, resolveram que seria “racional” casarem-se. Conheci João ainda menina, para mim, era o homem mais bonito do mundo. Bem feito de corpo, grande, largo, sem frescuras. Era executivo, mas fazia serviços pesados em casa, consertava telhados, desentupia pias, sua barriga parecia um tanque.
Mas, com a coisas da adolescência e a faculdade, me distanciei muito deles, achei que minhas paixonites de menina tinham acabado. Além disso, foi nessa época, que passei a perceber o poder que meu sexo tinha sobre as pessoas.
Além das festinhas, vivia nos cursos estudando, e dormindo em casa. Eles trabalhavam muito também. Só aos finais de semana tomávamos café juntos, eu e o João, e isso, na verdade, porquê a minha mãe, dormia até tarde.
Como disse, parece que tenho um ímã na boceta e é difícil para qualquer homem e até mesmo mulheres, não se sentirem atraídos por ela. Mas dessa vez, o feitiço virou contra a feiticeira.
A cada vez que ficava perto do João, percebia que ele continuava me tratando como a menininha que conheceu, ignorando o pedaço de mulher, em que eu me transformei. Minha paixonite voltou com a fúria de uma fêmea ignorada.
Percebi que mesmo sendo cinquentão, se exercitava e tinha músculos rijos, cabelos castanhos e quando ria formava umas rugas no canto dos olhos. Além disso, tinha um buraquinho no queixo, que me dava vontade de enfiar a língua sempre que via.
Quando percebi que o João era imune a mim, resolvi jogar pesado sem nem me importar que ele era o marido da minha mãe. Havia encontrado o macho que ia me foder pela primeira vez, e estava resolvida.
Então, no sábado seguinte, desci para o café da manhã com um pijama já surrado de algodão, que já estava transparente, deixando os bicos dos peitos à vista sob o tecido.
A barriguinha lisa ficava à mostra e o shortinho com elástico, um pouco folgado, deixava entrever o rego da bunda. Cheguei à cozinha toda alegre, pois realmente tinha motivos para comemorar, pois havia fechchado o semestre muito bem.
- Bom dia João!
Ele estava lendo o jornal, levantou os olhos para mim, mas de um modo diferente, dessa vez, medindo cada parte do meu corpo, e vi que ficou meu sem graça.
- Bom dia Ju, por que essa alegria toda?
- Eu respondo, mas antes quero um abraço!
Num primeiro momento ele não quis se levantar, mas eu o puxei pelas mãos enormes e não pude deixar de notar com satisfação o baita volume em sua cueca samba canção!
– Fechei o semestre com chave de ouro, a nota mais baixa foi 8,5.
Falei quase sussurrando em seu ouvido, enquanto roçava minha boceta naquele pau, cada vez maior e depois, tasquei um selinho em sua boca.
Com toda certeza, ele percebeu o quanto eu estava molhada.
Quase nem o ouvi dizer "Parabéns", pois me virei para o armário para pegar minhas coisas do café da manhã, mas quando voltei para a mesa, vi que ele já não conseguia ler mais nada naquele jornal.
A pulsação da sua veia do pescoço estava alterada e a muito custo, ele tentava normalizar a respiração. Fingi que nem estava aí, mas sorri muito quando ele saiu da mesa, dizendo que ia acordar a mamãe.
Sabia que eu tinha marcado um ponto e sabia muito bem, que se ele não fodesse com minha mãe naquela hora, não conseguiria fazer mais nada durante o resto do dia.
Dito e feito. Ele subiu as escadas e eu fui atrás. Ele nem se preocupou em fechar a porta ou acordar direito a minha mãe. Virou ela de quatro, passou a cabeçorra do pau que tinha tirado da cueca e enfiou com tudo, socando num vai e vem delicioso.
Ele estava de olhos fechados, coma cabeça pendida para trás e quando estava prestes a gozar, olhou para a porta e me viu. Eu continuei olhando, com a mão em minha boceta e percebi que ele gozou logo depois de mim.
Continua...

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