Show de sexo no interior





By Bad Billy Beerbreath

Esse conto foi escrito a quatro mãos. A coautora é um segredo bem guardado.
Nascido e criado no Rio de Janeiro, sempre fui roqueiro por excelência e jamais curti música sertaneja. Até que um show mudou radicalmente minha opinião.
Passando férias no sítio de uns parentes no interior de SP, não esperava nada além de sol, piscina, cerveja, churrasco e umas noites bem sem graça nos botecos da cidade.
Na época tinha 25 anos, algum dinheiro no bolso e muita disposição para a noite, o que tornava aquele destino uma escolha aparentemente sem sentido. Entretanto, depois de anos de insistência de minha madrinha, não consegui inventar nenhuma desculpa razoável e parti para o que julgava ser um programa de índio, na roça.
Meu humor começou a mudar logo que cheguei ao sítio, após longas 5 horas dirigindo. Meus padrinhos vieram me receber no portão, muito felizes com minha chegada e me convocando a largar as malas, colocar uma sunga e me juntar ao churrascão que já havia começado.
A estrutura era muito maior que imaginava, com uma grande piscina ao redor da qual já haviam umas 30 pessoas. Entre elas um grupinho de amigas de minha prima, todas na faixa dos 20 e poucos anos, bonitas e já rindo à toa por causa da cerveja que rolava solta.
Chegando meio tímido, sem saber exatamente com quem falar, procurei minha prima Paulinha. Tão feliz em me ver quanto os pais, Paulinha me abraçou forte, me deu os três tradicionais beijinhos e me “sequestrou” por alguns minutos para o obrigatório papo sobre a família, o trabalho e a vida no Rio.
Cumpridas as formalidades, já devidamente munido de uma cerveja, fui apresentado ao grupo. Mais mulheres que homens, alguns casais, todos muitos simpáticos e acolhedores. Meia dúzia de cervejas depois já me sentia em casa e comecei a avaliar o que podia rolar naquela festa. Paulinha em si seria uma ótima opção. Loira baixinha, cabelos longos, toda gostosinha. Suas amigas, cujos nomes eram sempre diminutivos do tipo Fê, Rê, Lú, Jú, Clá, Fabi e similares, ficavam cada vez mais gostosas à medida que eu ficava mais bêbado. Aquelas férias prometiam, e prometiam muito.
Quase no final do churrasco chegou um carro de onde saiu um sujeito com cara de poucos amigos e uma ruiva de cair o queixo. Maria era gordinha, pele bem clara, cabelos longos bem vermelhos, peituda e com uma bunda grande que balançava levemente sob seu vestidinho branco e fininho quando ela caminhava.
Na mesma hora, esqueci as patricinhas e não consegui mais tirar os olhos daquela deusa. Continuei meu papo com a turma, sempre prestando atenção, disfarçadamente, em Maria.
 Aparentemente, o casal estava meio estremecido, pois pouco se falavam apesar de estarem juntos quase todo o tempo. Não sei se por ter um histórico de tesão por mulheres gordinhas ou se pelo desafio que ela representava, por estar acompanhada, fiquei completamente fixado nela, esperando um momento em que o cara desgrudasse.
Minha hora chegou quando Maria foi buscar uma cerveja no isopor de gelo próximo à churrasqueira. Ao abaixar-se para abrir a tampa, ela levantou aquela linda bunda e o vestido marcou claramente a calcinha fio-dental que ela usava. Aquela cena me deixou ainda mais louco de desejo por ela. Me aproximei para pegar uma cerveja para mim e aproveitei para puxar conversa com ela.
 Nem lembro mais que bobagem eu disse, mas o fato é que chamei sua atenção. Voltou para o lado do namorado, mas, de vez em quando, dava uma olhada para o meu lado, cruzando o olhar com o meu. Inicialmente de forma tímida e aos poucos ficando mais abusada.
Já no final da tarde, o sol começando a se pôr, todos começaram a se perguntar qual seria a boa da noite. De forma quase consensual todos decidiram esticar a noite num show de Leandro e Leonardo, que ainda estavam engrenando na carreira. Confesso que não sabia nem a cara dos dois artistas, mas, naquelas alturas, eu toparia qualquer programa que tivesse cachaça e aquela mulherada.
Local do encontro marcado, cada um começou a tomar seu rumo e o churrasco foi esvaziando. Aproveitei o momento em que minha musa foi ao banheiro para interceptá-la no meio do caminho.
- Você vai ao show?
- Claro. Adoro música sertaneja!
- Dispensa o namorado que eu te levo.
- Não é namorado, é só um ficante.
- Mais um motivo. Dá uma volta nele e eu te pego em casa.
- Está doido, menino. Não sei nem o seu nome e já combinei com ele.
- Meu nome é Bruno e vai ser hoje eu vou te tomar desse cara...
Saímos um para cada lado, disfarçando um sorriso malicioso. Ela seguiu o rabugento até o carro e foram embora. Eu dei um pulo na piscina, tomei mais umas e fui dar aquela cochilada antes do show.
Acordei com Paulinha me chamando pela porta.
-Se arruma, Bruno, que nós vamos sair daqui há pouco.
Levantei num pulo, corri para o chuveiro e, em poucos minutos estava pronto para a balada. Ao invés de dirigir, pulei em um dos diversos carros que saíram do sítio em direção ao show. Chegando lá a festa bombava. Puta trânsito, gente para tudo que era lado, carros com alto-falantes bombando, música sertaneja a todo volume e muita, olha, mas muita mulher. Minha opinião sobre música sertaneja já começava a mudar...
A galera se reuniu num boteco em frente à casa de shows. Ao invés de cerveja, rolava pinga artesanal com mel e, em uma hora, todo mundo já estava para lá de bêbado e a pegação começava.
Acabei me atracando, ali mesmo, com Clarisse, uma das amigas de Paulinha. Moreninha gostosa e safada, que se esfregava em mim enquanto nos beijávamos, mordia minha orelha e apertava meu pau por cima da calça debaixo da mesa. A noite já estava garantida, mas eu não conseguia tirar a Maria da cabeça.
Quando estava prestes a abandonar o show e arrastar Clarisse para um motel qualquer, eis que a ruivinha gostosa finalmente aparece.
Estava usando um top preto estilo corpete que fazia aqueles peitões quase pularem para fora, uma calça jeans justíssima, botas de couro e um chapéu. Suas curvas voluptuosas combinavam perfeitamente com o figurino country e ela estava muito, mas muito mesmo, sexy. Foi difícil prestar atenção em minha companhia, quando ela passou do meu lado, sempre escoltada pelo barbado entediado, e me deu uma olhada rápida nos olhos. Naquela hora, eu resolvi entrar no show a qualquer preço.
Todo mundo mobilizado, fila, ingresso comprado, mais fila para entrar, empurra-empurra para conquistar um bom lugar na plateia, mais cachaça, mais pegação com a morena, e por aí vai.
Os caras entraram no palco, a galera se empolgou, todo mundo dançando, mais pegação com a morena e eu, já doido, resolvi ir ao banheiro.
Se Deus é brasileiro, eu não sei, mas com certeza, Ele é meu amigo! Quando passo pela “interminável” fila do banheiro feminino, quem estava lá esperando a vez?
Olhei em volta, não vi o barbado e, já mamado, joguei a noção de risco para o alto. Vim por trás, tirei o chapéu dela e, quando ela se virou, mandei um beijão sem pedir licença. Ela correspondeu por alguns segundos e, rapidamente, se deu conta.
- Para com isso, menino. Está maluco? Isso vai acabar dando merda!
- Vem comigo agora. Ninguém vai ver.
- Cai fora. Isso vai dar merda, pô...
Dei mais um beijo, meio à força, e sussurrei na orelha dela.
- Eu sei que você quer. Vou te comer antes do que você está pensando.
Voltei para o grupo e não mais a vi até ao final do show.
Na hora de sair, ninguém mais prestava para nada. Paulinha disse que estava bêbada demais para aparecer em casa e que iria dormir na casa da Maria, que tinha deixado uma chave escondida para ela. Mais uma das meninas, pediu para ir junto e Clarisse sussurrou no meu ouvido:
- Vamos também... A gente fica com o carro quando elas subirem.
Topei e me joguei para dentro do carro, sob protestos da minha prima, que estava com medo de levar um homem para a casa da amiga. Me fiz de doido e fui assim mesmo. Maria morava numa casa térrea não muito longe. Paulinha encontrou a chave escondida, abriu a porta e entramos os quatro tentando não fazer muito barulho.
Na sala, percebemos que a porta do quarto dela estava fechada e resolvemos ficar pela sala. Em pouco tempo, todas as meninas estavam dormindo pelos cantos. Minha expectativa de comer a Clarisse foi por água abaixo, quando ela apagou deitada no meu colo.
Fiquei sozinho acordado, sabendo que Maria estava no quarto ao meu lado. Não aguentei de curiosidade e colei o ouvido na porta. Ouvi alguns gemidos abafados. A desgraçada estava trepando com o namorado mala, enquanto eu estava ali na mão.
Desisti daquela noite e também dormi sentado no mesmo sofá onde a Paulinha dormia. Acordei horas depois, já de manhã, com Maria me cutucando, com cara de espanto e sussurrando desesperada.
- O que você está fazendo aqui, Bruno? Vai embora!
-Seu namorado está aqui? Está dormindo?
- Está, vai logo, antes que ele acorde.
-Se ele acordar você diz que eu estava com as meninas.
-Não, não, isso não vai dar certo.
Parei para olhar para ela. Maria estava só com uma camiseta branca bem comprida, com certeza não esperava encontrar outro homem na sala. Os peitos enormes, completamente marcados e os bicos grandes espetavam o tecido. Suas pernas grossas e roliças descobertas e a parte de trás da camiseta um pouco levantada pelo volume da bunda. Irresistível.
Coloquei a mão em sua coxa, por trás e subi até à bunda. Ela se arrepiou toda e tirou minha mão, mas não se afastou. Ainda sentado, puxei sua cabeça para um beijo faminto, molhado. Ela suspirou e correspondeu, enfiando a língua na minha boca.
- Aaii, para, Bruno. Vai embora. As meninas vão acordar.
- Não se preocupa. Elas não vão acordar tão cedo. Vem cá.
- Para com isso, a Paulinha está do seu lado...
Puxei-a para mais perto e, enquanto nos beijávamos, voltei a colocar as duas mãos em sua bunda por baixo da camiseta. Ela estava sem calcinha. Minhas mãos percorriam toda a extensão daquela bundona deliciosa, alternando carícias delicadas e apertos bem fortes.
Ela se desvencilhou e sentou ao meu lado no braço do sofá. Paulinha seguia roncando, meio encolhida, com os pés quase encostando em mim. As outras duas continuavam apagadas em almofadas pelo chão e no outro sofá.
A cada momento, a Maria conferia todas, certificando-se de que não tínhamos companhia. Continuamos nos beijando feito loucos e ela começou a segurar no meu pau por cima da calça. Não perdi tempo e libertei o pau duríssimo, que foi imediatamente agarrado.
Fui tateando pela coxa até alcançar a xaninha. Para minha surpresa era totalmente depilada, gorducha, com os grandes lábios bem estufados. E estava completamente molhada. Preocupada com um flagrante, Maria sentou no meu colo de costas para mim, esfregando a xana no meu pau enquanto eu aproveitava para pegar firme nos maiores seios que já toquei.
Eu apertava como uma criança com brinquedo novo, brincando com os biquinhos.
- Não, aqui não. Chega. Chega. Você vai me matar de vergonha.
- Calma, vem cá. Só um pouquinho. Não vai acontecer nada.
- Você é louco, louco. Ela vai acordar....
Segurando sua bunda, levantei-a um pouco do meu colo e direcionei meu pau para sua boceta melada. Ela desceu e o pau entrou direto, até ao fundo, arrancando um gemido entrecortado que ela abafou com a mão. Eu estava todo dentro dela.
- Não falei que ia te comer?
Ela deu um gemido misturado com uma risadinha e passou a rebolar sobre meu pau. Me recostei mais para admirar a cena. Ela subia e descia, a boceta gostosa, toda aberta engolindo meu pau, que saía e entrava brilhando de tão melado. Maria olhava para mim e para Paulinha, sem parar, morrendo de tesão e medo de que a amiga acordasse enquanto trepávamos no mesmo sofá.
Em poucos segundos, ela começou a tremer, se jogou para trás, contra o meu peito e, mordendo o dorso da mão, gozou cavalgando minha pica.
Nem tive tempo de propor nada e ela se levantou afobada, me deixando de pau duro sem gozar.
- Finge que está dormindo e não saia daí!
Ela disse antes de entrar no quarto. Me recompus do jeito que deu, guardando o pau ainda duro e me atirei no sofá fingindo dormir. Uma boa meia hora se passou até que comecei a ouvir o diálogo dela como cara dentro do quarto.
Ele, mais uma vez, parecia estar frustrado e reclamando bastante. A porta se abriu e ele parou no meio da sala falando baixo com ela.
-Quem é esse cara, porra?
-É o primo da Paulinha. Ele está com uma das meninas.
-E esse puto vai ficar dormindo aí?
-Já vou botar todo mundo para fora. Agora vai se não eles vão morrer de vergonha da ressaca.
-Caralho, só faltava essa. Tchau!
Bateu a porta e saiu. Na mesma hora eu levantei em direção a ela, que me puxou para o quarto pela mão. Trancou a porta e me olhou com um sorriso. Finalmente eu ia comer minha gordinha ruiva do jeito certo.
Nos atracamos aos beijos e eu tratei de puxar para cima sua camiseta. Ela ficou inteiramente nua na minha frente. Os seios grandes, pesados, de mamilos grandes e rosados, me convidando. A pele branquíssima, o corpo roliço, a xana rosada e lisinha. Uma obra de arte!
Ela tirou toda a minha roupa e, sem falar nada, entrou no banheiro. Barulho de chuveiro. Vou atrás e ela já está molhadinha me convidando para entrar, sorrindo. Entro e ela já vai me beijando e apertando meu pau.
Beija meu pescoço, peito, desce pela barriga até chegar ao meu pau. Sem tocar nele, acaricia as bolas, me olhando nos olhos. Segurando com dois dedos, encosta só a pontinha da língua na ponta do pau, muito de leve. Dá uma, duas linguadinhas bem na abertura, me fazendo tremer de tesão. Com a língua bem para fora, lambe toda a lateral do pau, desde as bolas até à cabeça, deixando bem babado. Então lambe a parte de baixo da cabeça e vai enfiando tudo beeemmm devagar, até a metade desaparecer.
Sem tirar da boca, fica brincando com a língua na cabeça, em movimentos circulares. Eu fecho os olhos e fico só curtindo a sensação. O calor e a umidade daquela boca envolvendo meu pau, era tudo o que eu queria. Maria então segura firme com uma das mãos e passa a chupar mais forte, punhetando ao mesmo tempo. Minha respiração vai ficando mais rápida e ela percebe, acelerando ainda mais os movimentos. Segura minha bunda com as duas mãos e passa a me guiar, ditando o ritmo em que fodo sua boca.
Em pé, olhando para baixo vejo meu pau entrar e sair e os seios balançando conforme ela se mexia. A excitação vai ficando grande demais e sinto meu orgasmo se aproximando. Tento interromper e tirar o pau da boca dela.
- Calma, gatinho. Agora é sua vez de gozar...
Ela diz olhando em meus olhos e abocanhando novamente. Deixo o controle de lado e permito que aquela boca me leve ao paraíso. Ela chupa forte, com sofreguidão. Enfia o pau quase todo na boca e passa a fazer movimentos de sucção sem tirar de dentro.
Francamente, eu perdi o controle, segurei sua cabeça e, em duas bombadas, enchi sua boca com meu gozo forte. Ela gemeu abafado, deixando a porra escorrer pelo queixo, caindo nos seios e a melando toda. Abre a boca e bate com meu pau gozado na língua, fazendo com que eu me contorça de tesão.
Aproveitamos o chuveiro para um banho conjunto, limpando todos os resquícios de suor e sexo de nossos corpos. Caímos na cama ainda meio molhados, entre beijos e abraços. Escutamos vozes na sala, mas, a essa altura, não estávamos nem aí. Passamos uns 15 minutos nos beijando de todas as formas. Suave, selvagem, com carinho ou com tesão. As bocas não se desgrudavam e as mãos de ambos passeavam por nossos corpos.
Fui beijando seu pescoço e descendo em direção aos seios, já com água na boca. Os bicos eram rosados, grandes, salientes. Caí de boca, chupando com vontade. Enchi minha boca com tudo o que pude abocanhar e passei a girar minha língua em torno dos mamilos. Maria soltou um gemidinho e apertou forte o meu pau.
Com uma das mãos, eu brincava com o seio que não estava sendo chupado e com a outra tocava sua xana que já começava a ficar molhada novamente.
Depois de um longo tempo brincando com aqueles peitões, fui descendo pela barriga. Precisava chupar aquela buceta de qualquer forma. Cheguei meu rosto bem próximo, e senti o aroma delicioso de boceta melada. Beijei delicadamente como se fosse sua boca. Gradualmente passei a dar lambidinhas bem curtas com a ponta da língua. Maria se retesava e empurrava os quadris para a frente. Enlaçou os dedos nos meus cabelos, e ao mesmo tempo em que me puxava a cabeça. Fui enfiando a língua em sua xaninha lentamente, fazendo-a gemer alto. Coloquei minhas mãos em sua bunda e, forçando a cabeça contra ela, meti minha língua, tão fundo quanto consegui.
A gostosa rebolava sem parar, enquanto eu enfiava e tirava a língua, rapidamente. Passei e dedicar-me ao grelo rosado e inchado, lambendo forte e enfiando dois dedos na sua xana.
Ela adorou:
- Assim, assim, não para. Chupa minha boceta seu gostoso...
Eu continuei e sentia suas contrações apertando meus dedos. Ela estava quase gozando quando parei. Ela me olhou com uma expressão de “pidona”, os seios subindo e descendo com a respiração ofegante. Deixei-a deitada e me ajoelhei na sua frente. Afastei bastante suas pernas e empurrei-as para cima, deixando-a totalmente exposta, na posição conhecida como frango-assado. Encostei o pau na entradinha e ela pediu:
- Vem, vem...
Obedeci, empurrando o pau lentamente para dentro. Maria fechou os olhos, jogou a cabeça para trás e me segurou pela cintura, puxando-me suavemente para dentro dela. Quando meu pau chegou ao fundo, ela deu um gritinho e perdeu o controle. Agarrou minha bunda com força e começou a rebolar muito rápido, enfiando meu pau cada vez mais fundo.
Segurei firme nas suas pernas e comecei a bombar forte, tirando tudo e enfiando novamente. Ela passou a esfregar o grelo com força, e bem rápida, ao mesmo tempo que apertava os seios. Eu me concentrei em não gozar enquanto fodia com força, sem parar. Nós dois gemíamos alto, ignorando quem estava ouvindo na sala. Meti, meti e meti, cada vez mais rápido, até que ela, sem parar de se masturbar, anunciou:
- Aaaahhhh, estou gozandoôô...
Seu rosto ficou vermelho e ela sacudia a cabeça para os lados. A boceta apertava meu pau com fortes espasmos..., controlei-me, esperei que ela voltasse ao normal e dei-lhe um beijo bem demorado.
Maria me olhou nos olhos e começamos a rir juntos, pensando em todas as loucuras, que estávamos fazendo naquela manhã. Ela deitou de barriga para cima, tentando recuperar o fôlego. Fiz o mesmo, com meu ainda pau apontado para o teto, pedindo mais. Ela olhou, fez uma cara de safada e caiu de boca de uma vez só.
Gente do céu, quase gozei quando senti meu pau sendo engolido de uma só vez. Mas não era isso o que ambos queríamos. Ela veio por cima, apontou o pau para sua boceta e desceu de uma só vez. O solavanco foi muito gostoso e a cavalgada, foi um espetáculo à parte.
Seus peitões brancos, redondos, suados, balançavam no ritmo em que ela se mexia para frente e para trás. Minhas mãos percorriam todo seu corpo, e eu fui registrando com meu tato, cada pedacinho daquela gordotinha perfeita. Ela deitou-se sobre mim, sem tirar o pau, beijando meu pescoço e meu peito.
Olhei para o espelho que havia no fundo do quarto e fiquei literalmente vidrado. No reflexo eu podia ver meu pau entrando e saindo da bocetinha dela e o seu cuzinho rosado, todo exposto.
Sem pedir licença, passei um dedo pela boceta para melar um pouquinho e comecei a brincar na entradinha do seu cuzinho cor de rosa. Ela me olhou nos olhos, com um sorrisinho nos lábios.
- O que você está fazendo, menino?
- Só brincando um pouquinho. Você não gosta?
- Adoro. Isso me deixa doidinha de tesão.
Aproveitei a deixa, e fui fincando meu dedo bem devagarinho naquela delícia de cuzinho...
Ela aprovou:
- Huuummm... que gostoso!
Me deu mais um beijo. Enfiei a lingua em sua boca e, ao mesmo tempo, meti o dedo mais fundo no cuzinho dela. Cara, ela se contorceu e mordeu meus lábios, até eu gemer de dor. Parou, me olhou nos olhos e levantou o corpo. Me deu mais uma olhada maliciosa e tirou meu pau da buceta. Ficou em pé, com um pé de cada lado do meu corpo, mexendo na xana pelada, inchada de foder, toda vermelha, e veio se abaixando, segurando o peso nos joelhos, até ficar a um palmo de mim.
Segurou meu pau, e passou a esfregar a cabeça no cuzinho, sem parar de olhar fundo nos meus olhos. Segurou firme no pau e foi descendo devagar. Senti a resistência inicial da argola do seu cuzinho, que foi cedendo o espaço necessário para a passagem do meu pau. A cabeça foi sendo engolida pelo seu cuzinho, provocando um gemido abafado. Seu rosto não mostrava sinais de dor, só de tesão, e dava para ver, ele era grande.
Ela sorriu, respirou fundo, e deixou o peso cair de uma vez só, cravando meu pau inteiro no seu rabo. Com muita dificuldade, eu consegui controlar meu orgasmo. Queria aproveitar ao máximo. Maria passou a subir e descer, com as pernas afastadas, a xana totalmente aberta, e meu pau todinho enterrado no seu cu.
Eu, francamente, não conseguia desviar o olhar. Podia ver meu pau desaparecendo por inteiro e depois saindo quase todo, antes de ser novamente tragado por aquele cuzinho guloso. Ela apoiou os braços na cama e, inclinando-se para trás, começou a cavalgar mais rápido.
Puta que pariu, a cena era maravilhosa e eu podia sentir que gozaria rápido. Quando comecei a tentar meter também, ela parou e saiu de cima, e antes que eu pudesse protestar, ganhei mais um beijo, e sua lingua entrando fundo em minha boca. Ela ficou de quatro na cama e, me olhando por cima do ombro, pediu;
- Vem, eu quero sentir assim!
Não perdi um segundo. Ajoelhei atrás dela e enterrei mau pau no seu cu já dilatado. Não queria saber de mais nada. Agarrei sua bunda gorda e redonda e enrabei com tudo. Meti meu pau enlouquecidamente, com violência. Ela meio gemia e meio gritava, se masturbando sem parar, eu puxei seus cabelos com força, puxei o pau para fora e deixei só encostado na entradinha do seu rabo.
- Vem, não para. Me fode, eu quero mais.
Com uma metida firme, cravei o pau sem dó, até no fundo do seu cu, onde despejei toda minha porra em espasmos fortes e continuados... nem sei quantos foram...
Ela gozou ao mesmo tempo, arrancando os lençóis e mordendo a fronha do travesseiro.
Caímos nos braços um do outro, exaustos, suados, descabelados, melados de porra, satisfeitos. Passamos o dia fodendo como animais e só fomos sair do quarto, bem no final da tarde. Na mesma noite Maria pôs fim no namoro, e passamos uma maravilhosa semana de muita putaria.
Minhas férias no interior foram das melhores que já tive... 
bbbeerbreath@gmail.com

Comentários

Postagens mais visitadas