O primeiro macho negro da minha mulher!




By Marctag


Oi leitores, o conto que escreverei agora é real mesmo, só mudarei os nomes. Minha esposa a Ana, desde a época de namoro, sempre me confessou que fantasiava dar para um negão, e quando estou fodendo ela de 4, no cuzinho, ela pede para me chamar de negão e eu aceito numa boa.
Um dia no motel Do Vale, pois moramos aqui em Taubaté-SP, depois de uma bela foda, falávamos do sexo antes de nos conhecermos e ela não era virgem, pois um ex-namorado havia tirado o cabacinho de sua bucetinha e da boca, mas do seu rabinho, fui eu e ela jura, ela sempre me falou de tudo que fazia com seu ex.
Aí ela me falou que ficou com um cara negro uma vez em um show, e que foram para um canto e se pegaram, e ela me disse que ele passava a mão em sua bunda e apertava seus peitinhos e ela quase deu para ele, lá mesmo, pois chegou a ficar com o pau dele na mão, mas ficou com medo na hora, e não rolou mais nada, mas o tesão de dar para um negão nunca mais saiu de sua cabeça.
Ana rodeou mais um pouco para, em seguida, confessar que ainda tinha vontade de transar com um negão na minha frente, e eu, muito trouxa, fiquei com ciúmes, mas confesso que também fiquei muito excitado com a ideia de outro fodendo ela na minha frente.
Depois de uma outra foda, eu falei em seu ouvido que fiquei de pau duro só de imaginar ela dando para outro. Em casa começamos a pesquisar na net e no sexlog, e encontramos Paulo, um negro de porte normal, mas com uma rola de 21 cm por 7 cm, que a Ana ficou babando de tesão, e acabei comendo ela com o computador na foto do pau dele.
Bem, depois entramos em contato por E-mail, depois por WhatSapp, e por último fomos para o skype, onde após longas conversas a Ana tirou a roupa e começou a fazer uma chupeta para mim e o negão batia uma punheta com aquela tora preta na mão, falando que não via a hora de comer a Ana. Marcamos na frente do shopping Vale Sul, aqui em São José dos Campos num sábado, às quatro da tarde, e de lá, nós fomos para o Class-Motel.
Ao entrarmos no motel, o cara puxou Ana e a beijou com força, e ela retribuiu à altura, e ele já foi, carinhosamente, tirando o vestido dela que estava sem nada por baixo e toda depiladinha para seu novo macho! A Ana me colocou sentado na cadeira erótica e falou:
-Hoje você assistir a sua esposinha virando uma putinha do negão...
E virou, ficando de joelhos e caiu de boca na rola do seu novo macho, tentando engolir o pau inteiro, chupava o saco dele e olhava para mim com cara de puta, e ela gemia enquanto ele falava:
-Olha corno, veja como a sua mulher entende do assunto... sssss...
 Ele levantou a Ana e deu um beijo nela e começou a enfiar dois dedos em sua buceta e outro dedo, brincava na portinha do cuzinho de Ana, enquanto a levava para a cama, e ela foi abrindo bem suas pernas, como que convidando seu novo macho para foder aquela boceta que já estava toda meladinha de tesão, e ele, colocando uma camisinha, já foi empurrando seu cacetão,  bem devagarinho e sua boceta, até que ela engoliu seu pau inteirinho, e ele passou a socar nela com bastante força, enquanto ela gemia, feito a uma putinha no cio, ali, rebolando gostoso no pau do negão, e logo ela ficou de ladinho, e ele enfiou a rola nela novamente, e falava olhando para mim:
-Viu, corno? É assim que se fode uma puta, como sua mulher!
E Ana gemia alto, e falava:
-Vai seu pauzudo duma figa, me come, como meu marido nunca me comeu.
Ele tirou ela da cama pelos cabelos e a colocando de joelhos na minha frente, tirou a camisinha e a Ana o chupava e punhetava ele, até que levou um puto dum jato de porra na cara, e ela continuou lambendo e chupando muito, e de vez em quando, tirava o pau dele da boca, e batia com ele na sua cara, mamava gostoso e olhava para mim, com a cara toda suja de porra do negão, que já tinha até um vergão de cacete, e depois, eles foram tomar um banho, e logo eu já comecei a ouvir, de novo, a Ana gemendo, e ele estava de joelhos, chupando a boceta dela.
Ele ficou de pau duro rapidinho a virou e queria foder ela em pé, mas sem camisinha e ela não deixou, e então, ele a levou para cama novamente e a colocou sentada e fez ela pôr a camisinha nele, e colocando ela contra a parede, abriu suas pernas e enfiou a rola nela de uma vez só, e sem dó!
A Ana fiou na ponta dos pés, pedindo para ser fodida por aquele macho eu não aguentei ver aquela cena, e até tive que bater uma punheta enquanto a Ana falava:
-Isso, me corno, bate punheta enquanto o negão arromba sua mulher!
Acho que ele ouviu isso e ficando empolgado, ele acelerou os movimentos e o tesão deles foi tanto, que os dois gozaram juntos e ele gozou dentro dela, ainda bem que estava de camisinha.
Ele foi tomar banho e Ana a sentou-se no meu colo com aquela boceta toda melada de tesão e, me dando um delicioso beijo no rosto, me agradeceu por ela estar ali toda realizada.
Ele voltou e ela foi se lavar para ele, pois me disse que agora viria a melhor parte, pois ela iria dar seu rabo para ele.
Depois de uma rápida conversa, a Ana saiu do meu colo e sentou no dele e deu um beijo bem demorado no seu macho, e falou que não via a hora, de sentar com seu rabo naquela rolona preta e enorme, ela ficou de quatro e ele encheu seu rabo de lubrificante, e passou um pouco também na camisinha e foi enfiando bem devagar, sua rola no rabo da minha esposa, que gemia muito mais  de tesão do que de dor..., mas a dor, acho que ela foi controlando, as bombadas dele foram sendo sincronizadas por ela, que também rebolava com evidente prazer, naquele pauzão, e até tirou a mão de trás e relaxou, enquanto ele a fodia gostoso, e falava que ela era a putinha casada muito gostosa, aliás, a mais gostosa que ele já tinha comido e, enquanto isso, mandava ver no cu de minha mulher...
Ana pediu para ser enrabada em pé, e ele tirou o pau de sua bunda, enquanto ela ficava em pé e, abrindo suas pernas, empinou a bunda e ele foi enfiando e eu pude ver aquele mastro sumindo todinho no rabo dela, enquanto ele puxava seus cabelos, e bombava o cacete no seu rabo gostoso, enquanto ela gemia e pedia para ser fodida pelo negão.
A Ana não aguentou mais, de tanto tesão, e gozou pelo cu, pedindo para ele tirar a camisinha, pois queria sentir aquele pirocão ao vivo, enchendo seu cuzinho de porra quentinha, até para cauterizar, os ralos que ele estava provocando em seu cuzinho, e ele obedeceu, tirando a camisinha e continuou fodendo seu cu, sem dó, como se fosse uma boceta e até acelerou, antes de encher o rabo da minha mulher com a sua porra quente, e a Ana gemia e não deixava ele tirar seu pau de dentro do seu cu, tanto que ele amoleceu lá dentro, e até hoje eu não consigo esquecer aquela cena, dos dois engatados, parecendo um cachorro e uma cadela fazendo sexo na avenida...
 Antes de irmos embora, a Ana me pagou um boquete como agradecimento por deixar ela se tornar naquele momento, a mulher mais realizada do mundo e enchi sua boquinha com minha porra.
Depois fomos embora, e ele ficou na porta do shopping, para pegar seu carro, nos despedimos dele, e ele disse que queria nos ver de novo, mas nós falamos que tinha sido só a realização de uma fantasia, e que não aconteceria de novo.
Agora, a nossa vida sexual é outra, muito mais intensa e feliz, pois a Ana se tornou outra mulher na cama e nem toca no assunto de uma segunda experiência, mas vai saber né!
Um abraço a todos os leitores. Por favor mandem seus comentários, pois isso também nos estimula muito, saber a reação de vocês...


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