Casada, crente e carente




By Moreno de Madureira

Olá a todos!

Peço paciência e a compreensão de todos,  pois este é meu primeiro conto,  e pretendo escrever sobre alguns casos que foram acontecendo comigo.

Meu nome é Henrique,  tenho 30 anos,  1m81 de altura e peso 89kg e estando,  portanto,  um pouquinho acima da média. Moreno,  sou um cara não muito bonito,  mas a minha alegria,  elegância e o bom papo,  são o meu cartão de visitas por onde passo,  quer na vida profissional ou pessoal.

Narrarei o que aconteceu comigo no ano de 1999 (na época, eu estava a fazer 19 anos), mas numa semana de intenso trabalho e na mesma rotina de 2ª feira, acordar às 06h00, para chegar as 09h00s no trabalho. Naquela 2ª  foi diferente,  pois ao chegar no ponto do ônibus,  eu notei uma bela morena clara,  aparentando uns 21,  22 anos,  cabelos longos, sem maquiagem alguma, com um rostinho angelical,  +- 1m70, boquinha estilo Débora Seco, aonde naquele momento às 06h25, eu já tinha esquecido do trabalho, da vida e de tudo o mais, apenas para observar melhor aquela beldade que se encontrava ali, passaram-se uns 10 minutos, o meu ônibus chegou e, meio triste, em ter que deixar de observar aquela beldade, entrei na condução e me assentei no meio do ônibus, mas para a minha surpresa e alegria, aquela gostosa entrou no mesmo ônibus e ainda por cima, ficou em pé na minha direção, como eu estava sentado no banco do corredor do ônibus, pude observar melhor aquela linda morena e, para talvez iniciar uma conversa, devido a super lotação do ônibus pedi para segura a sua bolsa e, ela, mais que depressa, agradeceu e me deu a mesma para eu segurar.

Já estava fazendo uns 15 minutos de viagem, quando o velhinho que estava ao meu lado se levantou, e no momento em que ela passou para se sentar ao meu lado, meu pau já deu sinal de vida, pois aquela bunda deliciosa quase encostou no meu rosto, ela gentilmente, me agradeceu, e já foi a deixa para eu puxar assunto, falamos do sol, da chuva, novela, trabalho, etc..., mas na hora de descer, com um sorriso bem safado entreguei meu telefone, e naquele momento, com essas palavras ela disse:

-Olha, você é uma gracinha, tem um sorriso lindo, mas, infelizmente eu sou casada.

Não perdi tempo e mandei:

-Mas pode me ligar, pois eu não sou ciumento não!

Ela riu, e disse:

-Vou pensar!

Nos despedimos, e eu segui meu destino.

Foi a semana mais angustiante para mim, pois no decorrer dos dias, já não encontrei mais ela no ponto, mas uma coisa era certa, eu comi a minha namoradinha da época, a semana inteirinha, pensando na morena do ônibus; até que na 6ª feira, meu telefone do trabalho toca, e era ela, me convidando para uma festinha de uma amiga do trabalho, que seria no dia seguinte à noite e, antes de se despedir, ela falou que não parou de pensar em mim durante a semana e, para mim, já era um bom sinal.

No dia seguinte, na hora e local combinado, ela estava lá me esperando, com saia jeans, camisa de manga, sapato alto, cheirosa demais, nos cumprimentamos e fomos à tal festinha aonde fomos bem recepcionados e escolhemos uma mesa ao ar livre, longe do som e próximo a outros casais, aonde ela me contou a sua vida me dizendo que realmente era casada, mas que o marido não lhe dava muita atenção, e que já não era como no início do casamento. Eles eram crentes evangélicos, tinham um filho, e para ela estar ali comigo, ela disse para ele, que iria para a casa da mãe dela, já que ele nunca se deu bem com a sogra.

Tomamos uns drinques, ela chorou e agradeceu a minha companhia, pois não se divertia assim havia já, muito tempo.

Por volta das 3 da madruga, nos despedimos de suas amigas e saímos no rumo da casa de sua mãe, e na entrada do prédio, trocamos beijos ardentes e, quando começou a esquentar, ela me puxou para a garagem do prédio, aonde estava tudo escuro!

Meus amigos, nesta hora a minha pica já estava quase rasgando, calça, cueca e tudo mais que estivesse na frente, quando nas passagens de mão aqui e acolá, ela tomou a iniciativa de abrir meu zíper e tirar meu pau da minha calça e, quando ela viu o estado da minha pica, ela passou a língua nos lábios e segurando a minha rola carinhosamente, começou a bater minha pica na sua cara, e dizia assim para mim:

-Agora, você vai começar a conhecer uma outra mulher, pode fazer de mim o que você bem quiser.

Esta foi a deixa, para mim começar a enfiar a minha rola na sua boca e, aquela mulher com carinha angelical, se transformou totalmente! Ela chupava, lambia, batia com a minha pica na sua cara, e com a outra mão ela enfiava na sua boceta, e colocava o dedo melado na minha boca!

Gente do céu, que boceta era aquela? Que gosto delicioso, eu já estava doido para gozar naquela boquinha, e até tive que interromper aquela chupada, onde ela me olhou levantando sua saia e rasgando a calcinha, um fiapinho de pano vermelho, que eu guardo até hoje - e dizendo assim:

-Quando você enfiar essa rola gostosa em mim, você pode até dar uns tapas na minha cara, e me chamar de puta, vagabunda, vadia, piranha e tudo mais que você quiser...

Falando com aquela vozinha sacana, safada, aonde não perdi tempo coloquei ela deitada no capô de um Escort, e comecei a pincelar a minha pica na entradinha daquela bocetinha deliciosa, toda carequinha, inchadinha, e que parecia implorar por um cacete e, quando coloquei, ela gemia, chorava, urrava de prazer, e eu aproveitava para fazer o que ela pediu, xingando ela de tudo que era nome, e ainda dava uns tapinhas na carinha linda daquela fêmea e, com isso, ela deve ter gozado umas duas ou três vezes, pois quando anunciei que ia gozar, ela me agarrou pela cintura, enfiando as unhas nas minhas costas, e exaustos, nos deitamos em cima do capô do carro, aonde ela iniciou um novo boquete e que boquete!

Metemos ainda até por volta de 5h30, hora que o faxineiro chega para limpar o prédio, nos despedimos com um longo e demorado beijo...

Prometo continuar...










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