Como me tornei essa putinha safada que sou hoje...





By Suzana





E se eu disser, que casei virgem, vocês acreditariam? Pois é verdade! Nem sempre fui essa putinha safada, de quem tenho falado aqui no site.

Sou oriunda de uma família bem conservadora e sou a mais velha de quatro irmãs. Tive a minha primeira menstruação aos 13 anos. Minha mãe ensinou-me a usar o absorvente higiênico e pouco mais. Não me falou que agora já era uma mulher e que poderia engravidar e essas coisas todas que as mães devem falar com as filhas.

Mais ou menos, desde essa idade que minha sexualidade começou a se afirmar. Os rapazes lá da escola começaram a despertar tesão na minha pequena xana e comecei as primeiras masturbações.

Aquilo era bom, e passou a ser uma rotina. Todas as noites brincava um pouco com a minha cona e logo descobri que o ponto mais legal de mexer, era no clitóris.

Fazia-o e, ao mesmo tempo, me imaginava sendo tocada por um rapaz. Sempre fui um pouco tímida e quando algum rapaz se aproximava de mim com intenções duvidosas, fugia quase que em desabalada carreira. Na altura começou a aparecer o Tom Cruise. Fiquei apaixonada por ele e um dia comprei um pôster do seu tamanho e colei-o atrás da porta do quarto. Meus pais, nada disseram, pois era normal as jovens de minha idade gostassem dele.

Quando a noite chegava trancava a porta e o meu homem ficava bem de frente para mim. Masturbava-me a imaginá-lo  possuindo o meu corpo em formação.

Vivi com esta fantasia até aos 20 anos. Nunca tive um namorado até então e com esta idade conheci, o José. Estávamos ambos a terminar um curso em Lisboa.

Começamos a namorar e fomos avançando. Eu, nunca me recusei a uma apalpada ou mesmo a uma metida de dedos na minha xaninha. Confessei a José que era virgem e ele confessou que também era. Aí compreendi porque eu também ainda era e foi só aí, que descobri o porquê de ele ainda não  ter me fodido!

Tentamos tirar a virgindade um ao outro dentro do carro de minha mãe, à beira da praia, mas nesse dia não conseguimos. Meu namorado não tinha experiência e a mim doía-me muito a minha xaninha, quando ele começava a me penetrar.

Num dia, no mesmo lugar, curtimos bastante e minha xaninha estava bastante lubrificada. Tentamos novamente e o pau entrou em mim. Logo naquele momento, ao sentir-me preenchida por dentro, me apercebi que desperdicei meu tempo sem foder antes.

Apesar da dor inicial, aquilo estava a ser bom e logo percebi que de ali para a frente, eu ia ser uma putinha safada e mais tarde a putona que sou hoje.

A partir desse dia passamos a foder sempre que possível. Alguns finais de semana, ficava por Lisboa. Normalmente, alugávamos um quarto numa pensão barata e além de passearmos muito pouco, passávamos o tempo todo a foder.

Num final de semana, ficamos alojados num Bangalô, num camping à margem de uma represa. Chegamos sexta à noite, e fodemos até dormir, não saímos. Quando acordamos no sábado tomamos café da manhã e começamos a foder novamente.

Durante o dia - eu contei - gozei dezesseis vezes. Sim, dezesseis vezes. Minha xaninha ainda pouco utilizada, estava toda dolorida. José também se queixou que tinha ficado com o pau em feridas.

Domingo, pouco fodemos. Acabamos o curso, casamos e tivemos um filho. Nossa intimidade começou a ser muito ousada - só entre nós. Entrei pela primeira vez numa Sexshop e compramos o primeiro vibrador. O primeiro de muitos que tenho hoje.

Desde sempre que gostamos de foder em locais, públicos e tenho muitas histórias para contar. Passei a sair de vestido sem calcinhas, passei a masturbar-me e até a chupar o pau de José enquanto ele dirigia no trânsito. Em conjunto começamos a fazer os nossos vídeos, pornôs caseiros. Até aqui, era só nós os dois que participávamos.

Logo, começamos a apimentar mais a nossa relação, com o uso de algemas, vibradores, anéis penianos, bolas vaginais, etc… etc…

Satisfazíamo-nos sexualmente um ao outro, mas sentíamos falta de mais qualquer coisa. Embora ainda não o tivéssemos confessado, queríamos alguém no nosso meio.

No meio de nossas fodas, fantasiávamos que outro homem me fodia e José ficava excitadíssimo. Eu por mim, também me sentia entusiasmada durante a foda, mas depois passava.

Várias vezes, fui seduzida no trabalho onde a maioria dos colegas é formada por homens, mas queria, que se acontecesse, fosse com José ao meu lado. Desde que casamos, tínhamos amizade com Jorge e Catarina. Desde então que somos como família. Eu estou em casa deles como se estivesse na minha e quando eles nos visitam, recebemo-los sem as mordomias de visitas. Tanto que nem me preocupo com o que tenho vestido, quando Jorge chega.

Até então, tudo era inocente, mas houve um momento que reparei que Jorge se babava todo quando me via em trajes menores.

Comentei com José e a partir daí, cada vez que fodíamos, falávamos em Jorge e o colocávamos na cama conosco.

Mal sabíamos que tudo estava a mudar.

-Se queremos tanto alguém a mais no nosso meio, porquê não, alguém que já conhecemos?

Disse eu a José.

-Tenho medo é de estragar a nossa amizade. E a Catarina?

-Essa é que não pode saber de nada. É muito conservadora.

-Ela não precisa saber e o Jorge, da maneira que  a gente percebe o tesão que sente por você, não vai querer desperdiçar a oportunidade de te comer.

-Vamos então tentar com o Jorge, e ver se cola!

Jorge é nosso amigo há muito tempo. Ele e Catarina frequentam a nossa casa com alguma regularidade e somos como família. Há uns tempos para cá, tenho reparado que me come com os olhos. Por vezes, em jantares lá em casa e quando Catarina não está por perto, apanho-o a olhar para os meus decotes.

Outras vezes, quando estamos na piscina ou quando vamos à praia e como eu costumo usar biquínis minúsculos, ele não para de olhar para meu corpo, em especial quando saio da água e por vezes, uma da minhas mamas fica de fora. Claro que quando se apercebe que Catarina ou José estão por perto, ele tenta disfarçar.

Catarina é uma mulher muito mais nova que eu, mas não parece. Quer fisicamente quer mentalmente. Ela desculpa-se com o fato de ter tido dois filhos para o motivo de ter uma barriguinha, fato que a leva a poucas vezes ficar em maiôs ou biquínis banho. Sei que ela tem ciúmes de mim, pelo fato de, apesar de ser mãe, mantenho tudo no lugar. Nunca comentei com Jorge, mas tenho a sensação de que, a nível sexual, ela não o satisfaz. 
Não duvido, que seja por isso, é que ele me come com os olhos, todas as vezes em que  me vê.

Cada vez, eu provocava mais o meu amigo e sabia que ele andava maluco para me foder. Só ainda não o tinha feito por respeito a José.
Eu e José já tínhamos decidido que o íamos liberar nosso casamento e eu perguntei-lhe o que ele achava?

Ele disse que tínhamos de arriscar. Eu confesso que sempre senti tesão por ele, mas que não queria avançar mais por causa da amizade com Catarina.

-Você gostaria de foder com ele?

-Olha amor, eu até que gostaria, mas…, antes, quero combinar direitinho com você...

Então, conversamos mais um pouco e combinamos de eu provocar mais o Jorge, sem que Catarina se percebesse e esperar por uma oportunidade de nós dois ficarmos sozinhos, para ver se pegava.

- Queres que eu participe?

-Olha, pelo menos na primeira vez, é melhor não, pois não sabemos a reação dele. O ideal é deixar-nos sozinhos que eu faço o resto.

-Amor, pelo menos, eu gostaria de ver.

-Tenho de arranjar uma maneira.

As provocações continuaram com decotes sempre maiores, quando estávamos com o casal amigo. Chegando ao ponto de uma vez, irmos jantar a casa deles e de vestir uma saia curta sem calcinha, cruzando e descruzando as pernas quando estava em frente a Jorge. Já se viam progressos.

Jorge costumava aparecer lá em casa para beber uma cerveja com José e recentemente fazia-o com mais frequência.

Falei com meu marido para arranjar uma maneira de nos deixar a sós. E então, José convida Jorge para uma cerveja e eu estou na espreguiçadeira a bronzear meu corpo seminu.

Quando ele chega à nossa casa, José dá uma desculpa que tem que ir ao trabalho resolver um problema, e disse que voltava dentro de pouco tempo e que era para ele não se ir embora.

-A Ana Maria está lá atrás, na piscina. Vai lá ficar com ela, que eu volto em pouco tempo!

-Olha, voltarei noutro dia.

Disse o Jorge.

-Então, cara! Tu és da casa. Vai lá, e fica aí, conversando com ela, pô!

E ele ficou...

Quando me viu, ficou de boca aberta. Eu estava deitada de barriga para cima. Minhas mamas médias estavam brilhantes com o reflexo do sol e o protetor solar. A parte de baixo do biquíni é minúscula. Afinal eu estava em minha casa!

Notei que o Jorge hesitou em vir até perto de mim, mas eu levantei-me e dou-lhe um abraço. Minhas mamas roçam na sua camiseta e senti prazer naquilo...

- O José teve de sair e eu até queria ir, mas ele me mandou ir entrando..., acho melhor deixar você se bronzear sossegada...

-Não..., nada disso, fica aí, e me faça companhia...

Ele ficou, mas notei que ele estava desconfortável. Os olhos comiam-me. Conversamos por alguns minutos, e eu resolvi atacar.

- Podes passar-me protetor nas costas? O sol está quente...

Ele obedeceu.

-Ana Maria, o que se está a passar? Ultimamente…

Não o deixei falar mais.

-Psiu, não fales mais. Sabes bem o que se está a passar. Queres continuar?

- Claro que quero, mas o Zé é meu amigo!

- Não te preocupes. Depois falamos sobre o Zé.

- Isto tem de ficar entre a gente.

Disse o Jorge e continuou:

–O José e a Catarina, não podem saber.

Não foi preciso dizer mais nada.

Jorge beijou-me e em seguida, ele me despe o biquíni, calmamente, ficando a contemplar o meu corpo nu.

- Tens um corpo maravilhoso! Gosto da tua xaninha raspadinha.

Sentia-me envergonhada, pois era a primeira vez com outro homem e então, digo timidamente:

-Meu corpo é todo teu.

 Foi a única coisa que eu podia dizer.

Em seguida, deitou-me na espreguiçadeira e meteu a cabeça entre as minhas pernas. Olhei para a janela da cozinha e lá estava meu marido, com nossa filmadora na mão.

Ver meu marido a assistir e a filmar, eu sendo comida por outro, deixou-me cheia de tesão!
Em seguida, também Jorge se despe e não posso deixar de reparar que o seu pau é enorme. Será que vai caber todinho dentro de mim? Claro que cabe, basta estar bem lubrificada, coisa que já acontecia.
E o Jorge estava preocupado que José chegasse.

- Não te preocupes, pois ele não vai chegar.

Quando me penetrou dei um gemido de prazer. E ele começou bombando lentamente e foi aumentando o ritmo e eu, deitada na espreguiçadeira e ele de joelhos no chão, fodemos até nós dois gozarmos. O caralho do Jorge entrava e saía, entrava e saía. A minha xaninha estava completamente aberta e preenchida, devido ao tamanho do seu portentoso cacete. Não sei, como aguentava.

-Vou gozar, hhaaáá. Que pau maravilho você tem querido...

Em seguida, coloco-me de quatro e ele penetra-me por trás. Ele bombava e os seus testículos, batiam no meu ventre com força. A certa altura tomo conta dos movimentos, e levei meu corpo para frente e para trás a um ritmo alucinante até gozar de novo. Dois orgasmos, quase juntos. Aquele caralho enorme estava a dar cabo de mim.

Jorge não tinha gozado ainda.

- Deixa-me esporrar nas tuas mamas. Já há muito tempo que sonho com isso. Quando me provocas com os teus decotes e quase ficas com as mamas de fora, só penso em velas esporradas!

- Pensas é? Gostas das minhas tetas? Você gostou de ver a minha xaninha em tua casa.

- Claro que gostei. Tu és um tesão!

Jorge tira o caralho de dentro e viro-me para receber a sua porra, e todo meu peito ficou esporrado. Depois de terminada a foda, nos recuperamos e Jorge queria ir embora. Tinha medo de que meu marido aparecesse, mas não o deixei ir sem primeiro lhe chupar aquele pau que mal cabia na minha boca.

Comecei masturbando-o e chupei, chupei e masturbei. Que delícia de pau. Já me doíam os maxilares, de tanto meter quando Jorge gozou na minha boca.

-Pôôôrraaaáá. A Carolina nunca me fez isto. Que coisa boa...

E eu engoli tudinho.

- Vais contar o que aconteceu ao José?

- Claro. Mas não te preocupes. Quando estiveres com ele, fala normalmente. Expliquei que essa era nossa maneira de viver a nossa vida de casal, e que tudo, era uma fantasia nossa.

-Vamos voltar a estar juntos?

-Não te prometo. Isto tudo é sem compromissos. Isto tudo é físico pode voltar a acontecer, ou não!

Com cara de felicidade nosso amigo foi embora e José vem ter comigo para me mostrar as filmagens. Fomos para a sala onde a televisão é enorme e começamos a seção de cinema pornô, onde a atriz principal era eu. Fomos assistindo, enquanto meu marido penetrava. Agora o caralho de meu marido entrava bem folgado, pois o Jorge tinha me alargado a xaninha com o seu caralho enorme.

Quando chegou a parte onde José tinha feito zoom da penetração, fizemos câmera lenta. Fomos ao delírio só de ver aquilo. Os testículos do nosso amigo, se chocavam contra o meu rabo, tudo em câmara lenta.

Aproximava-se um orgasmo violento. Ele chamava-me de putinha e eu respondia.

- Sim, eu sou uma putinha e ainda vou ser mais. Eu sou uma putinha que se portou mal. Podes me castigar.

Senti o primeiro tapa.

-Mais, dá mais, eu me portei muito mal! Castiga-me..., eu mereço!

Slapt…, slapt...

Minha bunda já estava dolorida, mas eu queria apanhar mais.

Gozamos como nunca! Do cacete de José saiam rios de esperma que escorria pelas bordas da minha xaninha bem aberta.

-Amo-te muito…

Diz meu marido...


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