Ritinha - A Linda Coroa Amante - 1





By Goiano Carinhoso



Moro em Goiânia, a capital com as mulheres mais bonitas por metro quadrado. E me sinto lisonjeado por morar na minha tão querida capital, com suas tradições, comidas típicas e obviamente, suas belas mulheres.

No passado eu aproveitei muito bem as baladas da capital, conheci muita gente, tive vários relacionamentos bacanas e não me arrependo de muita coisa. O lado bom de ser quem eu sou, é que sou um cara muito simples e de fácil amizade. As coisas fluíram, duraram e hoje me considero um homem de muita sorte. Porém tudo mudou depois que me casei.

Qualquer casado que ler este texto, vai entender o meu ponto de vista. Não que a vida de casado seja ruim, longe disso. Eu amo minha esposa e também amo minha família. Mas a saudade de épocas passadas, onde nada era proibido ou questionado, sempre permearam vivas em minha mente. Lembranças de pessoas e lugares fascinantes, de boas aventuras e novas descobertas.

Podem me culpar, mas sou um homem muito saudoso.

No atual momento da minha vida, pensar na possibilidade de ter uma relação extraconjugal, não fazia parte dos meus planos. Mas muitas das decisões que tomamos são oriundas de momentos e situações que simplesmente não temos controle. Muito menos podemos ignorar. E foi assim que conheci a Ritinha.

Trabalho numa empresa que lida constantemente com clientes, na grande maioria das vezes de forma pessoal. Acontece que Ritinha era uma dessas clientes. Uma jovem senhora de 39 anos, recém divorciada, mãe de dois filhos já adultos e donos de seus narizes.

Ela morava sozinha em um apartamento muito aconchegante num bairro nobre da cidade e nossos destinos se cruzaram quando um colega de trabalho, me solicitou que eu a atendesse pessoalmente.

Afim de agilizar o caso dela, marcamos um encontro em seu apartamento mesmo. Por telefone já pude ver o tipo de mulher que lidaria: educada, dona de uma bela voz e firme em suas convicções. Marcamos para o dia seguinte o tal encontro de negócios.

Era por volta das 15hs quando cheguei ao seu condomínio. A portaria me anunciou e em poucos minutos eu estava dentro do seu apartamento, sendo convidado a me sentar no belo sofá de couro branco da sala de estar.

O ambiente era requintado, com um lustre no meio da sala, tapetes pelo chão, quadros diversos na parede e um elegante bar, com algumas bebidas em um dos cantos da sala. Mas o que verdadeiramente me chamou a atenção foi a dona do imóvel. Ritinha não aparentava ter a idade registrada. No máximo daria 30 anos para a bela morena, que tinha por volta de 1m70 de altura, cabelos negros como a noite, até a altura da cintura. Usava um simples vestido, com um impressionante decote que deixavam os seus seios bem à vontade.

 O vestido deixava as suas grossas pernas bem à mostra, uma sandália rasteira nos pés e um perfume que inebriou minha mente desde o primeiro instante. E o sorriso... ah, que sorriso!

Aos poucos a conversa ficou fluída e dos negócios passamos para o lado mais pessoal. Ela tomou a iniciativa, perguntando um pouco sobre mim. Falei que era casado, contei do filho, da vida, do trabalho... e ela da mesma forma. Falou um pouco do ex-marido, do qual ela disse ter tomado um verdadeiro nojo. Já havia quase um ano de separação e no dizer dela, um longo ano sem fazer nada de interessante da vida. Eu posso ter me iludido quando ela disse isso e, talvez por isso, resolvi me aprofundar mais.

- Como assim “interessante”? – eu perguntei.

- Ah, você sabe...

Ela brincou com seus cabelos, nitidamente lançando um charme a mais na conversa.

- Passamos muitos anos casados... Ele era um imprestável, eu sempre me dedicando a ele e aos filhos. E no fim das contas só ganhei decepções daquele traste. Então, para mim, homem no fundo no fundo, é tudo igual...

- Concordo com você!

-Concorda?

Perguntou ela assustada.

- Claro... homem não presta, são todos iguais e você realmente não deve confiar de olhos fechados neles.

Percebi que o olhar de perplexidade dela logo se transformou em dúvida.

- Ah, você está mesmo, é me zoando.

E rimos juntos.

- Mas olha, não vou mentir para você não. Homem é complicado. Mas só posso responder por mim.

Creio que ela tenha entendido o recado.

- Vou te oferecer um vinho, aceita?

-Não, obrigado. Ainda estou no horário de trabalho.

-Bom, então vou ter que beber sozinha? Você é muito malvado!

- Não sou não... quer dizer, só quando é necessário mesmo!

Ela riu.

Logo ela sentou-se novamente com a taça de vinho e falamos mais e mais coisas pessoais durante a conversa. Depois de duas horas com ela, vi que já nos conhecíamos bastante.

A hora de ir, já havia passado e a deliciosa conversa ficou para outra ocasião. Deixei meu cartão e meus contatos para que ela me acionasse sempre que necessitasse. Ela me levou até a porta e com aquele sorriso maravilhoso, se despediu de mim.

Fui embora com a sensação de dever cumprido. Consegui fechar um bom acordo para a empresa e fiz uma boa amizade com a cliente. Dia perfeito!

Alguns dias depois recebo uma mensagem da Ritinha no meu celular:

“Preciso que venha ao meu apartamento. Precisamos conversar algo e é urgente! Me avise quando puder vir."

Achei algo estranho a mensagem e não vi necessidade de ir até sua casa, já que depois da primeira visita, toda e qualquer situação poderia ser resolvida facilmente por telefone. Encucado, pensando que poderia ter feito algo de errado para a cliente, respondi a mensagem dizendo que estaria lá às 16hs daquele mesmo dia.

Dito e feito.

Cheguei ao prédio com uns cinco minutos de atraso. Acionei a portaria para que interfonasse para a Ritinha e logo fui liberado para subir. Cheguei ao andar e mal me aproximei da porta e ela já abriu. E lá estava ela... simplesmente magnífica!

Perdi totalmente a concentração, olhando aquela mulher de baixo até em cima. Obviamente que o meu descaramento foi percebido por ela.

- Que foi? Parece que viu um fantasma!

Disse ela sorrindo.

- Não, não... desculpe, mas engasguei assim que saí do elevador.

- Então entra, precisamos conversar.

Entramos e logo ela me ofereceu algo de beber. Entre suco, água e vinho, fui de vinho mesmo. Já era o meu último atendimento, então..., por que não?

- Nossa, você parece cansado... trabalhou muito hoje?

Perguntou ela.

- Bastante..., dia corrido, sabe como é!

Ritinha aos poucos foi fazendo perguntas sem nexo, sem nada a ver com os assuntos da empresa e cada vez mais se aproximando de mim. Antes que eu finalizasse a primeira taça de vinho, ela já estava sentada ao meu lado, conversando, olhos nos olhos. E quando menos percebi, estávamos nos beijando!

Sim, nos beijando.

As coisas aconteceram de forma muito natural. Não sei onde estava com a cabeça, mas não conseguia pensar em uma forma de sair daquela situação. E nem queria. Sua boca doce era um verdadeiro deleite para os meus lábios. Sua língua invadia a minha boca com um entusiasmo que havia muito tempo, eu não experimentava.

Enquanto isso, minhas mãos corriam por seus cabelos sedosos e perfumados. Segurei firme os cabelos dela, pela nuca, e dessa vez eu adentrei com minha língua em sua boca, arrancando um gemido baixinho dela. Nos beijamos com muita sofreguidão, como adolescentes no ápice da descoberta do amor. Beijos esses que duraram longos minutos e que me encheram de tesão por aquela mulher.

Sem perder tempo, Ritinha me encostou de vez no sofá e montou em meu colo, deixando os seus seios quase que no meu rosto. Continuamos nossos beijos, mas logo eu me aventurava por novos caminhos e novas descobertas. Primeiro mordisquei seu pescoço, passando a língua de leve e dando selinhos.

Mordisquei sua orelha e logo enfiei a língua no ouvido dela. Ela suspirou e pude sentir o arrepio percorrendo toda a sua pele. Seu quadril estava ritmado com o meu e ela fez questão de puxar o vestido preso a suas pernas, fazendo com que o seu bumbum pousasse deliciosamente no meu colo. Pude sentir o calor que emanava de entre suas pernas, o tesão escondido e prontinho para ser liberado. Ousei com minhas mãos a percorrer primeiramente suas coxas grossas e logo em seguida apalpando sua grande e bem esculpida bunda.

Minhas mãos foram firmes e com força, puxei ela ainda mais para o meu colo, fazendo o meu duro mastro encostar em sua xana encoberta pelo tecido da calcinha. Gemi gostoso no ouvido dela e logo comecei a divagar impropérios no seu ouvido:

-Sua “gostosa”, “safada”, “deliciosa”.

Ritinha respondia da melhor forma possível, soltando gemidos carregados de tesão.

Nos beijávamos longamente e sofregamente, com muito ardor e desejo. Lentamente ela foi percorrendo o meu corpo com sua boca, ao mesmo tempo em que suas mãos desabotoavam minha camisa. Meu peito logo ficou desnudo e Ritinha percorreu todo o meu tórax com a língua, dando leves mordiscadas nos meus mamilos.

Enquanto isso, suas mãos cheias de malícia, passavam de momento em momento no meu cacete que estava quase trincando de tão duro, ainda encoberto pela calça - mas notadamente duro pelo enorme tesão que eu sentia.

Aos poucos, ela foi subindo e novamente nossos lábios se encontraram para mais uma rodada de beijos molhados e sensuais. Mordisquei seus lábios e passava a ponta da língua neles. Eu tinha todo o tempo do mundo para me deliciar com aquela mulher e já que estava ali naquela situação, não deixaria de conferir cada pedacinho dela.

Pouco tempo depois eu ainda estava recostado no sofá. Ritinha escorregou o corpo e ficou de joelhos no macio carpete, pousando seus braços nos meus joelhos. Seu olhar cheio de desejo entregava o próximo passo.

E, lentamente, ela seguiu os seguintes passos: desafivelar o cinto; desabotoar a calça; abrir o zíper; e por fim, tirar meu mastro duro fora da calça.

Ritinha estava com um olhar transtornado, evidenciando sua gula, a sua boca salivava com a manifesta vontade, de abocanhar meu pau. Mas ela também queria saborear cada segundo daquele encontro.

E começou com sua língua, dando pequenas lambidas no corpo do meu pau. Lentamente ela subia e descia e, vez ou outra, encostava a ponta da língua molhada na cabeça da minha rola, na parte mais sensível.

Isso, era bom demais, e me deixava muito excitado, até mesmo apreensivo. Ficava aguardando qual seria o próximo passo dela. E durante alguns minutos, ela apenas brincou, como um predador que brinca com sua caça antes de a devorar.

Em seguida ela abocanhou e aos poucos o cacete foi ficando molhado. Logo ela mamava na minha rola com uma maestria incrível. Eu tirava seus cabelos de lado para poder ver melhor a cena, me excitava com o prazer que ela também sentia naquele momento.

Lentamente, ela começou a puxar a minha calça, sem nunca deixar o que estava fazendo. Em poucos segundos eu estava sem calças, sem meias, sem sapatos... apenas a camisa permanecia no meu corpo. E foi então que Ritinha ousou mais do que eu esperava.

Subitamente Ritinha segurou minhas pernas e as ergueu o máximo que pode. Sem entender muito bem a intenção dela, fiz um pouco de força contrária. Mas só depois de alguns segundos foi que percebi o que ela queria. Ela me queria completamente aberto para ela.

Sem neuras, sem pressão, sem baboseiras machistas. E sabendo disso, fiquei mais confortável e deixei que ela explorasse com tranquilidade o que ela quisesse.

Primeiro ela continuou o que estava fazendo, mamando minha rola de maneira formidável. Enquanto isso, suas mãos se divertiam com minhas bolas completamente à vista. Ela salivava muito enquanto me chupava e isso me deixou completamente molhado lá embaixo. Com as mãos, ela esfregava a saliva onde pudesse. E logo depois passou a lamber minhas bolas, sugava cada uma delas, enquanto a mão me masturbava sem parar.

Não tenho como descrever a sensação desse momento! Era incrível aquilo. Mas ficou ainda melhor quando ela passou a língua no meu “períneo”, aquela região entre o saco e o ânus.

Eu ainda não havia experimentado algo assim na vida. E ela continuou e chegou até o meu cu, lambendo e me masturbando sem parar. Meu corpo já não sabia como responder aos afagos, foi realmente algo de outro mundo. Provavelmente se soubesse que era tão bom assim, já teria experimentado isso há muito tempo. Mas foi preciso alguém com a experiência dela, para me mostrar algo tão gostoso assim.

Ritinha poderia ficar ali o dia todo! Na boa, juro, eu até pagaria por isso. Mas aos poucos ela foi voltando para as bolas e em seguida para o pau, já completamente lambuzado pela sua saliva.

Ela então levantou-se, virou de costas, arrancou o vestido e lentamente veio sentar na rola. Apontei o pau para a entrada de sua boceta e lentamente ela foi descendo. Seu interior estava muito quente e molhado. Logo os movimentos foram acelerando e Ritinha em pouco tempo já quicava como uma adolescente, na flor da idade, cheia de vigor e desenvoltura.

De costas para mim, ela me proporcionava uma maravilhosa visão de sua bunda espetacular, subindo e descendo pelo meu pau. Passei as mãos em suas costas, puxei seus cabelos e logo ela se deitou no meu peito, ainda com meu pau dentro dela.

Deitei Ritinha no sofá e logo abri bem suas pernas. Dessa vez eu iria dar minha boca de presente para ela. Sua boceta depiladinha e cheirosa me encheram de vigor para um verdadeiro banho de língua.

Lentamente fui beijando sua virilha, mordiscando o interior de suas coxas, passando a ponta da língua ao redor de sua boceta. Fiquei alguns minutos instigando a Ritinha até que toquei com a ponta da língua aquele grelo saliente. E enquanto isso, meus dedos brincavam na sua grutinha recém preenchida pelo meu pau.

Apenas trabalhei a ponta da língua ali no seu clitóris e mantive os dedos dentro dela. Lentamente fui explorando seu corpo, indo parar no seu cuzinho, que piscava a cada toque da minha língua. Empurrei a língua, forçando o seu cuzinho, que facilmente aceitou a carícia.

Depois voltei para a sua boceta e chupei ainda mais, arrancando gemidos descontrolados de Ritinha. Suas pernas tremiam com as carícias e logo vi que ela já perdia o controle de seu corpo. Ela agarrou nos meus cabelos e gozou na minha boca. Fiz questão de sorver cada gota de seu orgasmo.

Em seguida coloquei Ritinha de quatro no sofá. Sou um verdadeiro amante desta posição e acho lindo, uma mulher que goste de ficar bem empinada e com “arrebitação” total de sua bunda! Ritinha fez exatamente como eu gosto e em agradecimento, fiz questão de me deliciar naquela boceta maravilhosa e no seu cuzinho rosado delicioso.

Não resisti e me posicionei de forma que a sua bunda empinada ficasse na altura do meu rosto. Me sorvi esfomeado, lambendo sua boceta e apalpando suas nádegas. Vez ou outra a língua corria pelo cuzinho dela e voltava para a boceta. Aproveitei para dar uns tapas deliciosos na bunda dela, daqueles onde o tapa é dado e a mão já segura firme o corpo.

Ritinha não se conteve e pediu mais língua, mais tapas e mais safadezas. Ela queria tudo...

Depois de um verdadeiro banho de língua, coloquei o mastro dentro da boceta dela. O pau latejava, pulsava forte naquele momento. Bombei algumas vezes de forma vagarosa, sentindo toda a extensão do prazer. Meus olhos comiam aquele corpo delicioso, vendo Ritinha toda empinada, adorando cada momento de prazer. Logo fui acelerando os movimentos, enquanto minhas mãos abriam suas nádegas afim de ver melhor. Logo outros tapas leves foram dados, enquanto Ritinha rebolava louca, jogando os cabelos para trás.

Bom, logo entendi o recado e sem pestanejar, agarrei com força e puxei ela pra trás, travando o seu corpo no meu.

Os quadris batiam violentamente um contra o outro, nossos corpos explodiam em um desejo descontrolado e proibido. Nossos olhos sempre se cruzavam à medida que o prazer crescia. Os corpos já suavam, a respiração era ofegante e o cheiro de sexo inebriava toda a sala.

Não havia sensação melhor que essa, não havia lugar melhor que aquela sala. Muito menos pensamentos que nos levassem a outro momento ou lugar. Tudo se resumia ao nosso prazer, ao nosso momento. E o nosso clímax chegou momentos depois, numa verdadeira explosão de orgasmos combinados.

Ritinha estava com o rosto enfiado no macio encosto do sofá, enquanto eu jorrava meu abundante néctar em sua bunda e em suas costas. Os gemidos eram altos, eram intensos. Os corpos tremiam e depois de toda a euforia do clímax, nos deitamos no sofá.

Ritinha deitou-se no meu peito, ofegante e molhada. Eu, da mesma forma.

Os sorrisos nos nossos lábios eram a mais perfeita constatação de que aquele tinha sido um momento especial. Rimos, conversamos e só depois de estarmos mais relaxados, é que nos levantamos para um delicioso banho.

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A verdade é que Ritinha e eu mantivemos essa relação por quase um ano. A honestidade sempre foi o ponto forte desse relacionamento e assim como eu tinha uma família, Ritinha também queria a dela. E nisso, tomamos rumos diferentes. Hoje ela é casada novamente e vive muito bem com seu atual esposo.

Mas vocês todos, sabem como é ...

A carne é fraca! E vez ou outra, alguns encontros acontecem.

Mas, por que não?

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Espero que tenham gostado desse meu primeiro conto. Se gostou, deixa aí seu comentário! E querendo fazer novas amizades, bater papo e etc..., mande um alô para:

 goianoamantecarinhoso@gmail.com.

Grande abraço e até a próxima!


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