Nunca havia traído. Agora sou USADA e AMO.





By: Priscila Rodrigues 92





Oi. Não tenho com quem falar disso, porque tenho muita vergonha e mesmo se falar com alguma amiga íntima, também tenho medo de que comentem algo com alguém e que o assunto acabe vazando.

Como prezo muito pelo meu casamento, não arrisco. Obviamente uso aqui um nome fictício. Acontece que atualmente está ocorrendo um fato que preciso, de alguma forma, compartilhar com alguém, pois sinto que estou ficando louca e escrava dos meus pensamentos que estão em um “looping” (ação de fazer loops, acrobacias em plano vertical nas quais um avião descreve trajetórias que lembram laçadas! – SENTIDO FIGURADO!) e não consigo tomar decisão nenhuma.

 Como dizem, que desabafar pode ser sempre bom, aqui estou eu anonimamente. Joguei “desabafar" no Google e cheguei aqui. Precisava disso.

Tenho 25 anos e sou uma mulher tranquila em termos sexuais. Sou muito cantada na rua, quase que diariamente e até no trabalho, por todo tipo de homem e sempre ignorei totalmente pois sou casada desde os 18.

Meu corpo é bonito e bem modelado, então, mesmo usando roupas sociais diariamente, acaba vindo tudo à tona e chamando muita atenção. Meu marido sempre atendeu às minhas expectativas na cama e até então, nunca tive do que reclamar ou motivo para olhar outro homem.

Acontece que meu marido têm um amigo bonito, todo definido, e que sempre está conosco de alguma forma. Até então, só tinha reparado nele superficialmente, como todo ser humano repara se outra pessoa é bonita ou não.

O fato, é que esse amigo conhece meu marido há muito tempo, e sempre percebi um clima de intensa rivalidade entre eles, em tudo. Apostas bobas, futebol, e até coisas do passado relativas a mulheres, assuntos que deixam escapar às vezes, em meio a algumas brincadeiras.

Nada que, até então, tenha passado do normal, embora eu sempre tenha achado uma bobeira sem fim. Até o dia em que cheguei em casa e esse amigo do meu marido chegou junto comigo no meu prédio. Eu sabia que estava particularmente bonita nesse dia, pois estava vindo de um evento onde eu precisei me arrumar melhor, e estava com batom vermelho e tudo mais.

Trouxe algumas bolsas de lá. Entramos conversando, e na porta do elevador ele se ofereceu para pegar minhas bolsas, se desculpando por não ter se oferecido antes, falando que tinha se distraído, enquanto olhava fixamente na minha boca. Achei uma atitude atrevida, mas não sabia se ele sabia que estava dando pinta de que olhava ou não.

Ao pegar as bolsas, naquele passa e repassa, o elevador chegou e ele simplesmente me “sarrou” sem a menor necessidade, pois tinha bastante espaço no elevador e era só esperar eu entrar, embora a porta do elevador fosse pequena.

Foi ali que eu percebi que era de propósito e que ele era muito abusado. Mas o pior é que eu, por estar com calça social bem fina, senti que o pau dele estava muito duro (ele forçou), acho.

Senti um frio na barriga muito estranho e ficamos em silêncio no elevador...

(Bem, aqui vou ter que usar palavras de baixo calão para ser condizente com o que ocorreu, com o que me perturba, invade minha mente e com os fatos em si, embora eu não verbalize esse linguajar socialmente, mas já que é momento de desabafo, vamos lá)

Chegamos na minha casa, ele e meu marido começaram com as bobeiras deles e foram ver o jogo de futebol na TV. Eu fiquei extremamente desconfortável com ele ali, e me sentindo mal.

Ele estava em um sofá lateral com ângulo que favorecia que eu olhasse para ele da cozinha, e meu marido não...

Ele colocou uma almofada do sofá na lateral dele de forma que meu marido não conseguisse ver o que ele estava fazendo. Em toda oportunidade que eu precisava cruzar o olhar, e meu marido não estava atento, ele apertava o pau marcado na bermuda e olhava para mim, com cara de safado. Foi aí que eu “me perdi”, mesmo com o sentimento de total incredulidade, pelo abuso de ele estar fazendo aquilo na minha casa, e bem ao lado do meu marido, senti que fiquei molhada na hora e voltou-me o frio na barriga.

Tentei ao máximo, não corresponder àquilo, embora eu, já não estivesse me controlando, voltando toda hora à geladeira (onde a visão era melhor), com a desculpa de pegar alguma coisa e ver se o abuso se prolongava...

E olha, se prolongou. Toda hora que eu olhava, ele estava com a mão no pau e olhava para mim com cara de “toma aqui” Eu fiquei muito molhada e minhas pernas já estavam começando a ficar esquisitas.

Em dado momento, retomei o juízo e fui para o meu quarto passando a chave na porta (para não ter que me despedir, nem falar com ele).

Nessas alturas, minha boceta ainda totalmente encharcada e eu com aqueles pensamentos na cabeça, me segurei muito para não me tocar, e não me toquei. Parece que foi pior e as coisas só se acumularam na minha mente por eu “não botar para fora”.

A rotina voltou, e os pensamentos continuaram. Uns três dias depois, meu marido saiu de manhã antes da troca do turno dos porteiros, e só ia voltar bem tarde. Esse amigo é presente aqui e amigo do pessoal da portaria e os porteiros já ficam sem graça de interfonarem quando ele chega, além do meu marido autorizar a subida antecipada dele.

O turno trocou, o porteiro não sabia que não tinha ninguém em casa e esse “amigo” subiu. Temos o péssimo hábito de não trancar o apartamento quando saímos, e ele sabia disso.

Eis que abro minha porta e ele simplesmente está sentado no sofá com o pau muito duro (enorme), punhetando e olhando para mim. Eu tomei um susto muito grande, fiquei incrédula e paralisada.

Quando ameacei dar um passo para trás, ele falou, firme:

-Espera, deixa eu falar.

Naquele momento eu estava tão assustada pela ousadia que dissociei o tesão que eu tinha sentido dias antes na abordagem dele. Nem pensei nisso. Quando ele pediu para eu esperar, eu pensei que meu marido pudesse ter emprestado a casa para ele para alguma aventura ou algo assim, e que ele queria se explicar, então não desci imediatamente.

Esse meu vacilo foi o que custou todo o meu problema que aqui relato agora.

Ele, sem falar nada, levantou, veio em minha direção, que estava paralisada, e me deu o maior beijo que já ganhei na boca, com o pau muito duro sarrando minha barriga, me puxando pela bunda e apertando muito forte.

Me soltou, com aquele sorriso de sacana como quem diz “ganhei”, voltou a sentar no sofá na mesma posição, com aquele pau monstruoso apontando para o teto e disse:

-Agora vem aqui e só dá uma mamadinha, que chupar, não é trair.

Ali eu já não me controlava. Totalmente molhada, só suspirei, me aproximei calada quase que olhando para o chão, ajoelhei e abocanhei o pau dele com tanta vontade, que até emiti um som diferente na hora do primeiro contato com aquela pica dura... um suspiro..., como se fosse um desabafo com aquele pau na boca...

E ele disse:

-Vai, putinha!

E foi isso mesmo, uma putinha, que eu virei na mão dele. Babei como nunca em uma piroca... Ele me sufocava, batia o pau na minha cara, me tratava como meu marido nunca me tratou.

Me xingava de tudo que era nome (o mais respeitável, foi vadia) e me fazia sentir-me baixa. Eu ali, agachada de pernas abertas (estava de saia social) na minha própria casa, diante de outro homem, com a boceta praticamente pingando de tesão, e o pau do “amigo” do meu marido, me fodendo a boca, alternando também com a inserção das bolas pesadas dele, enquanto eu lambia, toda babona e freneticamente, sendo xingada de puta, quase que de forma compulsiva, toda hora! Aliás, a todo instante... A verdade, é que não tinha outra palavra que pudesse me descrever nesse momento com maior verdade do que “puta”, embora, racionalmente, fosse difícil aceitar que me prestei àquilo.

Perdi o controle e assumi a situação já tendo a certeza de que seria fodida (e, aliás, querendo muito isso). Levantei com a cara toda babada deixando aquele pau também completamente encharcado com baba grossa, levantei minha saia social até à barriga (libertando, em um sacolejo de pressão, meu bumbum que fica ali comprimido) e tirei a calcinha preta que estava com o forro esbranquiçado, de tanto tesão e ele chupou a calcinha de uma vez só.

Meu tesão já não tinha mais para onde subir. Comigo em pé, meio de lado, ele me virou de costas e enfiou a língua no meu cu. Fui ao céu e voltei. Ele mandou:

-Pisca o seu cuzinho na minha língua...

 E eu, não tinha mais condições de não obedecer.

Então ele socou sua língua no meu cu e começou a brincar com a ela lá, enquanto eu tentava morder dar uma mordida nela. Nessa brincadeira foi muito tempo e minha boceta já estava inundada, e meu cu, totalmente relaxado e confesso, com muita vontade de levar uma rola.

Então, o safado, com a maior cara de pau do mundo, abriu a bolsa dele, tirou um tubo de lubrificante e falou que já sabia que iria comer meu cuzinho, e disse que minha cara de vagabunda, nunca enganou ele, e que ele sabia, que aquela tarde iria traçar o meu cuzinho ali na minha casa, e que ele sempre teve uma tara muito grande pela minha bunda, arrebitadinha e branquinha, e que ele sempre ficava de pau duro, me olhando na praia de biquíni e que sempre disfarçava com o boné.

Eu, só sentia mais tesão ainda, a cada palavra que ele dizia. Deixei ele lambuzar meu cu todo, abri as bandas e fiquei segurando..., depois, suspirei, sentei naquele mastro, e seu cacete entrou, muito gostoso e – todinho – no meu cuzinho.

Ele disse:

-Eu sabia que você amava tomar pica dura nesse cu, sua puta”

O pior, é que eu nem tinha o hábito. Embora o pau do meu marido seja menor, dói muito mais, então tentamos pouco. O tesão gritou muito alto e eu acho que foi isso que facilitou muito, pois realmente, só doeu na entrada, mas depois parou.

 Comecei a rebolar indiscrimina-damente, como uma puta mesmo, usando o joelho dele de apoio, com as duas mãos. Ele perguntou:

-Sabe porque não chupei sua boceta?

Respondi negativamente e ele disse:

-Para não misturar a melação da sua boceta com minha saliva. Quero saber o exato tesão de puta que você está sentindo, quero ver se está muito molhada!

Ele falou e escorregou os dedos para minha boceta, curvando a mão pela frente. Aquelas palavras praticamente me deram um ultimato e eu quicava e rebolava cada vez mais firme. Eu estava fazendo até movimentos involuntários, de tanto tesão, como espasmos, com o pescoço, braços, etc...

Ele começou a dedar minha boceta freneticamente. Estava tão molhada que fazia uma barulhada absurda. Não resisti muito.

Simplesmente, gozei igual a uma louca, como nunca, admito, e praticamente "expulsei" naturalmente o pau dele do meu cu, com as contrações muito fortes.

Caí de joelhos para a frente colocando líquido para fora da boceta de uma forma que eu nem sabia ser possível. Fiquei por muito tempo em êxtase no chão e cheguei a me babar sozinha e ele, rindo e falando coisas que, sinceramente, não absorvi, pois, entrei praticamente em outra dimensão.

Levantei-me com as pernas fracas, e praticamente, como uma boneca vulnerável, ele me colocou novamente no colo dele e começou a me tocar de novo. Meu cu praticamente engoliu o pau dele de uma vez só, de tão macio e relaxado que estava.

Nunca pensei que seria possível, com aquela facilidade, tomar no rabo uma piroca daquele tamanho, até ao talo! Quando senti que o saco dele estava tocando minha boceta, por baixo, em uma estocada firme e, parando, na pressão, meu cuzinho até “piscou” com aquele mastro todo dentro de mim.

Eu confesso, me entreguei e, aí foi eu que não consegui mais ficar quieta. Proferia palavras sujas e pedia para ele foder meu cu, e já o chamava de “meu macho pirocudo gostoso”, e ainda disse para ele, aproveitar aquele momento, que seria o único, e usar bastante a putinha dele...

Quando falei isso, ele, como quem não resiste, ficou em pé comigo sem tirar o pau de dentro do meu rabo, me pressionou na parede com a piroca toda dentro da minha bunda puxando minhas duas mãos para trás me imobilizando e só falou:

-Toma, sua cachorra, toma leite no cu toma!

Admito que quando queria começar a escrever essa confissão, eu pretendia ser mais genérica para explicar meu impasse, mas ao escrever sobre tudo isso, os detalhes acabaram vindo e o tesão está me retomando e já está muito difícil redigir, porque já estou me tocando, lembrando de tudo.  

Quando ele gozou, senti o calor da porra dele nos jatos muito fortes lá dentro nos meus intestinos, e aquela pulsação firme do pau dele, botando todo seu leite para fora.

Como o pau dele é muito grande, essa contração expandia e relaxava meu cu em uma velocidade alucinante. Acabei gozando de novo, dessa vez sem nenhuma mão nem nada, tocando minha boceta! Eu gozei só com o pau no cu, mesmo, imobilizada pelos braços. Nem acreditei!

Gozei junto com ele, segundos depois de ele começar a expelir aquela porra fumegante no meu cu. Foi a experiência sexual mais intensa da minha vida. Comecei a “piscar” junto com ele e finalmente expulsei, na pura pressão, o pau dele, todo melado.

Minhas pernas tremiam e eu fiquei suspensa só pelos braços dele que me seguravam. E ele sem ao menos me dar nem tempo, para curtir o gozo, me soltou no chão e socou o pau na minha boca contra a parede, me sufocando.

Mandou eu colocar a língua para fora e tocar o saco com a língua, enquanto estava com o pau na boca. Era muita perversão, muito absurdo, e eu sufocada e sem ter o que fazer, obedeci, sentindo seu cacete tocando a minha garganta.

Só consegui tocar a língua no saco porque ele já estava ficando a “meia-bomba”, depois da gozada. Quase vomitei, e ele tirou o pau, e mandou eu limpar. Senti que aquele momento em que eu, de joelhos, submetida, chupando e limpando o pau melado dele, foram – na realidade - segundos de glória!

Ele sorria com muita ironia e eu sentia tanto tesão que, involuntariamente, enquanto chupava o pau dele, ajoelhada, comecei a me tocar, ali, na minha sala, não bastassem as duas vezes que eu já havia gozado no pau daquele sujeito, que se dizia amigo do meu marido, e com o pau enterrado no meu cu.

Era como se faltasse algo na minha boceta. Eu falava baixinho “não estou conseguindo... não consigo” (eu queria parar) e ele entendeu o recado e me carregou para a minha cama.

Pedi para ir para o sofá, pois não queria transar na cama do meu marido e ele me deu um tapa na cara, como uma recusa, sem parar de me “ofender” por um minuto.

Começou a falar que eu era uma encrenca de marca maior, uma putinha ninfomaníaca, e que eu deveria ser a putinha do escritório. Me perguntou com quantos já chifrei meu marido.

Foi ali que eu comecei a voltar a mim e quase chorar, e falei:

-Nenhum. Foi a primeira vez!

Ele, percebendo que estava cortando o clima retomou as carícias e com total facilidade fez meu tesão voltar. Meteu na minha boceta sem pena com o pau já totalmente duro, e começou a perguntar se ele tinha sido o único mesmo.

Eu falei que sim. Acho que eu transparecia tanto o meu paradoxo naquela situação, entre o tesão e a culpa, que ele acreditou, embora minha atitude realmente, me colocasse como uma verdadeira puta ninfomaníaca.

Vi que ele tinha um prazer intenso no fato de eu estar traindo meu marido e também, de ele ter sido o único. Eu já sabia que não ia demorar a gozar. Os tapas na cara aumentavam, eu era cada vez mais usada, mais ofendida, e cada vez, eu sentia mais tesão.

Ele estava me fodendo sem dó na cama do meu marido. Tirou o pau de dentro de mim e eu senti um vácuo, um vazio deixado por aquela tora. Ficou parado com a cabeça do pau na porta da minha boceta. Comecei a rebolar para ele penetrar de volta e ele não falava nada.

Quando eu tentava encaixar ele afastava o quadril. Não aguentei, e implorei:

-Me fode, porra!

E ele riu com ironia, continuou sem fazer nem falar nada.

-Me come, por favor, continua me fodendo, me arromba!

Eu supliquei, e ele finalmente atendeu. Delirei! O pau dele tocava o colo do meu útero e me causava dor, por vezes, mas o prazer acabava sendo maior. De qualquer forma, pedi para ir por cima, pois era mais fácil controlar a profundidade, e ele me pegou brutalmente e me jogou como se eu fosse uma boneca mesmo.

Colocou dois dedos no meu cu enquanto fodia minha boceta e gozei muito, segundos depois.

Mais uma vez, botei muito líquido para fora pela boceta, era como se o pau dele tivesse atingido um ponto que o do meu marido não atingia, e, o pervertido, me fez “chupar” a pocinha que deixei na barriga dele, no umbigo, para depois, beijar a boca dele...

Em seguida já montou em mim, deitada, sentou nos meus peitos, mandou eu punhetar e esporrou meu rosto todo.

Abri a boca e ele fez questão de gozar na cara, também fora da boca. Fiquei ali na cama, totalmente jogada, arregaçada de todas as formas, com a cara cheia de porra.

Ele levantou sem falar nada e colocou a roupa. Voltou até ao quarto, me deu outro tapa na cara de mão cheia, me fez lamber a mão dele, limpou meu rosto com a mão e me mandou engolir tudo e falou:

-Olha, só vou dizer duas coisas: Primeiro: Eu falei que boquete não era traição, mas gozar com um pau no cu daquele jeito, aí eu já não sei. Segundo: Você disse que esse momento seria o único. Nesse caso, quem manda não é você, sou eu.

Aquilo me deu um misto de raiva e paixão. Fiquei muito envolvida com aquele homem tão sacana, tão abusado, tão ousado.

Ele foi embora sem falar mais nada. Demorei a me levantar e a tomar banho. Fiquei ali na cama, com aquele cheiro, aquela culpa, aquela paixão que nunca tinha sentido antes. Tomei meu banho e quando meu marido chegou, eu já estava dormindo, praticamente desmaiada de tão exausta.

 No dia seguinte, acordei tarde e ele perguntou se eu tinha tomado “Rivotril”, que aliás, me foi receitado por conta da minha ansiedade e sobrecarga no trabalho. É um santo remédio, mas CUIDADO, cria uma dependência fodida, e depois, você tem que ir diminuindo a dose, de “quartinho” em “quartinho”...

Fiquei totalmente sem graça, mal conseguia olhar nos olhos dele. Ele achou estranho, mas não desconfiou.

Com o tempo me acostumei e aceitei, que naquele momento eu era uma mulher que tinha um amante. Racionalmente eu entendia que estava tendo um caráter muito duvidoso, especialmente por ele ser muito amigo do meu marido e pelo que eu tinha me submetido a fazer depois.

Acontece que eu amo muito o meu marido e não acredito que eu vá encontrar no mundo homem melhor do que ele. Ao mesmo tempo, nunca fui tão apaixonada por alguém como estou pelo meu amante. Não quero terminar, de jeito nenhum, o meu casamento. De fora, aí onde você está, deve ser fácil me julgar e até admito, que até eu já julguei algumas pessoas que traiam, mas só quem vive esse impasse de sentimentos, pode saber a sensação que estou sentindo! É uma “liberdade aprisionada”, terrível.

Eu sinto que meu amante também tem muito tesão por mim, e já desenvolvemos alguns carinhos, além da traição, mas ele realmente tem uma rivalidade muito acirrada com meu marido, e as coisas sobre as quais, eu disse ter me submetido têm a ver muito com isso, e o pior, é que eu comecei a sentir muito tesão com essas práticas também.

Um dia, por exemplo, meu marido foi buscar cerveja na venda para ver o jogo e meu amante falou que ia buscar a carne em outro lugar afirmando ter esquecido - mentira, pois ele tinha trazido a carne e estava na bolsa dele.

Quando meu marido saiu meu amante voltou, subiu de volta e já chegou botando o pau para fora me fazendo mamar. Eu, claro, como sempre, me rendi e fui com tudo. Quando comecei a ofegar minha respiração e fazer meus sons já ganhei meu primeiro tapa na cara da tarde e ele falou:

-Caralho, ficou vermelha; foda-se, puta é assim mesmo, fica vermelha à toa. Já-já, volta ao normal.

Comecei a me tocar e ele começou a me foder, rapidinho, ali no carpete mesmo, como se eu fosse uma cadela. Quando eu anunciei que ia gozar, o puto parou de bombar e disse:

-Se você quisesse gozar, vai ter que fazer uma coisa: deixar eu gozar na sua boca, e depois beijar seu marido na minha frente!

No início, eu até relutei totalmente, chamei ele de doente - tudo isso, com o pau dele na minha boceta - e ele ficou congelado, sem bombar mais.

Comecei a me movimentar e ele me segurou, como me impedindo de gozar. Aquela sensação de proibição foi só aumentando o meu tesão - para variar - e o puto, sabe muito bem, como fazer isso - e, eu, queria muito gozar.

Ele falou:

-Topa ou não?

Balancei minha cabeça em sinal positivo, e ele me botou para gozar na mesma hora, como se ele tivesse o comando. A vaga onde meu marido costuma parar o carro é bem em frente à janela e a trava eletrônica do carro dele, faz um barulho característico, então é fácil saber quando ele está subindo.

Ao barulho da trava, com meu marido chegando no prédio, meu amante armou a esporrada e gozou “GENTE, FOI DEMAIS” na minha boca...

Eram jatos grossos, quentíssimos. Foi muito perigoso, pois mal deu tempo de gozar e vestir a roupa, e o puto, ainda fingiu que estava chegando junto, um pouco na frente.

Quando meu marido chegou, eu não tinha muito contexto para tascar um beijão nele, mas, percebi que meu amante está me colocando cada vez mais devassa, pois enchi a boca e lasquei-lhe um beijão de tirar o fôlego, ali mesmo, no corredor da entrada e disse que adorava ele de camisa vermelha.

A porra ainda estava entranhada na minha boca, embora eu já tivesse engolido, digamos, "o grosso". Deixei ela bem espalhada e distribuída. Perdi totalmente o medo.

Confesso que me senti envolvida com a situação. Meu marido ficou sem graça na frente do “amigo” com aquele beijão, pois não costumávamos nos beijar “daquele jeito” na frente dele nem de ninguém.

Depois, quando eu estava sozinha na cozinha meu marido foi até lá, e me beijou calorosamente, de novo. Fiquei abismada. Ele sugava minha boca como se soubesse. Parece que tinha gostado do gosto, da atitude, do cheiro, sei lá...

Mas me deu tapa no bumbum, me chamou de cheirosa, e falou que eu estava um tesão e quando o “amigo” foi embora, ele fodeu muito a minha boceta, que já estava bem pré-laceada.

Eu até gozo mais fácil agora, depois dessas experiências malucas pelas quais meu amante me faz passar.

É claro, que não é a mesma coisa, mas me despertou algo como mulher. Faço muito mais anal também. Acabou melhorando minha relação sexual com meu marido. Eu A-M-O, o fato de me sentir uma puta, agora já A-M-O também, a sensação de trair meu marido, e até esse envolvimento, que meu tesão colocou na minha mente, de eu transformar meu marido num “corno”, mas, às vezes..., fora de contexto sexual; percebo tudo o que estou fazendo e me culpo demais.

Por isso precisava desabafar com alguém. Já cometi até o erro de tentar falar deste assunto com o meu amante - que aliás, é a única pessoa que sabe disso, mas tudo o que aconteceu; foi que ele fez aumentar – e muito - o meu tesão!

Ele me disse, em palavras muito semelhantes a essas, pois obviamente, eu não me lembro da exata ligação das frases, mas me lembro muito bem das palavras, porque elas me marcaram profundamente:

-Relaxa, gostosa, você é uma vagabunda nata mesmo! Eu até pensava, que iria ser mais difícil te foder, sabia? Tinha certeza que ia comer seu cu de patricinha, logo de cara, mas achava que iria bem mais difícil. Pensei que você ia relutar para me dar o rabo, que iria argumentar, reclamar, mas tudo o que você fez, foi cair na minha frente e mamar minha piroca igual uma desesperada. Você percebeu, que você não falou uma palavra sequer? Nem se fez de difícil? Mas eu te entendo, vadia. Puta que é puta não pode ver uma rola dura mesmo, que já perde a razão. Desencana disso e relaxa, você é uma piranha mesmo, e ele – seu marido - é um corno! Não tem o que fazer!

É óbvio, que na metade do que ele falou, eu já estava com o dedo dentro da boceta e me toquei e gozei no telefone, com ele falando mais putarias depois.

Tem momentos em que penso em confessar e terminar meu casamento, mas sei que o amante é ilusão e nem tenho vontade também de ter uma vida à dois com ele, às vezes penso em tentar romper com o amante, abrir mão desse tesão absurdo, e tentar apagar isso da minha mente, mas sei que isso é impossível, e de vez em quando, eu ainda penso em continuar administrando as coisas como estão...

Essa parece ser a situação mais confortável, mas eu sinto que uma hora vai dar um problema, além disso, nos meus momentos de culpa eu sofro muito, pois, querendo ou não, meu marido, mesmo sendo a maior vítima, não sabe de nada e então, está bem. Meu amante também está feliz realizando as taras dele e mais do que isso, transferindo elas para mim.

Então, veja você que está me lendo agora:

Toda a culpa, sobra para mim!

Eu, simplesmente, não sei o que fazer e estou totalmente perdida. Gozei duas vezes escrevendo isso, quando era para ser um desabafo sóbrio, para entender-se o tamanho do absurdo e como estou possuída por esse tesão - que é proporcional ao que sofro nessa via de mão dupla.

 Obrigada por quem teve paciência de ler até aqui.

Se alguém puder me ajudar de qualquer forma, por favor, comente, pois sempre voltarei aqui para ver os feedbacks e continuar esse processo que espero ser “terapêutico”.

Obrigada mais uma vez!
Beijos

Comentários

  1. Pelo lance do ultimo beijo seu marido é cúmplice nesta situação. Você tem que sondar o que seu marido acha de relação aberta, casamento liberal, ménage. Invente aluma historia fale que uma amiga te contou que uma conhecida vivia esse tipo de casamento, assista um filme com ele que o enredo tenha esse tema e veja a reação dele, depois você decide a melhor saída. Enquanto isto faça uma terapia para não se sentir culpada pois nós muitas vezes não conseguimos dominar nossos desejos e não temos culpa disto. Se ele se manifestar contra esse tipo de relação você vai levando essa vida dupla ate ele descobrir aí vocês resolvem o que fazer.

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    1. jordanel13 de agosto de 2017 20:25

      Pelo lance do ultimo beijo seu marido é cúmplice nesta situação. Você tem que sondar o que seu marido acha de relação aberta, casamento liberal, ménage. Invente alguma historia fale que uma amiga te contou que uma conhecida vivia esse tipo de casamento, assista um filme com ele que o enredo tenha esse tema e veja a reação dele, depois você decide a melhor saída. Enquanto isto faça uma terapia para não se sentir culpada pois nós muitas vezes não conseguimos dominar nossos desejos e não temos culpa disto. Se ele se manifestar contra esse tipo de relação você vai levando essa vida dupla ate ele descobrir aí vocês resolvem o que fazer.

      É mesmo a melhor conduta, o(a) cônjuge, deve sempre ter certeza da cumplicidade do(a) companheiro(a). Mas o que acontece, normalmente entre esses casais, é que eles são pessoas que se conhecem e se amam desde tenra idade... Já enfrentaram juntos muitos problemas e têm muita cumplicidade entre si...
      Um abraço, Jordanel!

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  2. Eu adorei o conto. Gostaria que houvesse uma continuação. Faça como o jordanel falou, Sonde e veja qual é a reação do seu marido.

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