Adotei um macho, e meu marido virou corno!




By Valagata
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Olá, meu nome é Maria e vou relatar uma aventura que poucas mulheres tiveram a oportunidade de viver.
Primeiro, vou me apresentar: Eu sou uma nordestina de 45 anos do interior do Piauí, tenho três filhos, todos ainda jovens e um marido que amo muito. Sou branca, tenho 1m80, tenho um par de seios, que atraem muito, o olhar dos homens e os fazem babar, de tão bonitos e também firmes e apetitosos que são, talvez por ter amamentado meus filhos e também um sobrinho chamado Zé. E ainda tenho uma bunda que chama a atenção, por ser redondinha e arrebitada...
Minhas pernas longas e bem torneadas, coxas grossas, ressaltam muito quando estou de saia ou calça.
Nos meus vinte e cinco anos, já estava amamentando meu segundo filho, quando minha irmã teve um filho, o Zé, mas nem me lembro direito o motivo, ela não tinha leite suficiente para alimentá-lo. Só sei que, como o meu marido e os filhos estavam de férias, viajamos para lá.
Durante este tempo, eu dividi meus peitos entre meu filho e meu sobrinho, e nos anos seguintes, ainda voltei várias vezes ao sertão, sozinha e com a família, e sempre o Zé era muito carinhoso conosco, e atencioso também, e quando estávamos sozinhos, ele sempre pedia para que eu o deixasse mamar, para se lembrar de quando era bebê, não poderia haver nenhuma maldade, pois aos cinco seis anos, era apenas algo que fazia lembrar da importância que tive na vida dele.
Bom, no ano passado, eu voltei ao sertão sozinha e depois de vários anos que não deixava o Zé mamar, pois ele já não era criança, mas agora ele já era um jovem de 18 anos com um corpo sarado da roça e muito bonito, mas agora, foi eu que não resisti e, quando fomos buscar lenha na caatinga, somente ele e eu, enquanto estávamos pegando a lenha, ele se aproximou e carinhosamente, com uma voz macia, pediu gentilmente:
 -Minha tiazinha linda, faz muito tempo que você não deixa eu sentir o cheiro de seus peitos, que me fazem lembrar do seu amor por mim! Me permita que eu faça isso agora?
Estávamos a sós...,  eu fiquei sem saber o que responder, acho que isso, sei lá, foi uma espécie de resposta, pois ele levantou minha blusa soltou meu sutiã e começou a sugar os bicos do meu peito direito, com lábios macios que me arrepiavam, e ainda dava uns beijinhos tão gostosos, que senti minha calcinha molhando de tanto tesão, pois eu já estava há uns quinze dias, sem sexo e este sobrinho me fez, então, ir até às nuvens, com suas habilidades bucais, não queria que terminasse, imagina eu, com 45 anos e com um garoto de 18 anos me lambendo..., só me lembro de que ele foi para o seio esquerdo, e eu não aguentei e gemi.
Ele percebeu na hora, fiquei envergonhada, e pedi para ele parar.
Na semana em que estava para voltar para casa, em São Paulo, os pais deles, minha irmã principalmente, pediu-me para traze-lo, pois no sertão não havia oportunidades e ele queria trabalhar, eu respondi que iria falar com meu marido.
Liguei para o Antônio, e meu marido disse que não haveria problemas e que já estaria até mesmo, vendo algo para ele trabalhar. (Mas que corninho!).
Então chegou o dia da viagem, pegamos o ônibus da Itapemirim, das 14 horas e viemos conversando, lembrando de vários fatos que vivemos, demos muitas risadas, e no final da tarde ele me surpreendeu novamente, me pedindo para deixa-lo mamar.
Eu lhe disse que estava louco, pois todos estavam acordados no ônibus, mas eu acho, que mesmo sem querer, ao falar isso foi, um sim, para mais tarde, quando ficasse mais escuro...
Na verdade, quando ele pediu, meus biquinhos até endureceram, parecendo até, que eles mesmos queriam!
O motorista parou para o jantar, aproveitei para tomar um banho, e não me perguntem o porquê, na verdade, eu acho que o tesão, tinha subido para minha cabeça, pois coloquei somente um vestido com decote e sem sutiã e nem calcinha vesti, o meu corpo estava tão carente, pois já fazia mais de trinta dias, que eu não transava.
Entrei no ônibus, e desfilei no corredor, onde pude sentir muitos olhares, até de homem acompanhados de suas esposas, todos me comendo com os olhos, isto me excitou mais ainda! Parecia até, que todos estavam percebendo que eu estava no cio. Fui me aproximando da cadeira e aquele jovem sarado da roça, me observava e com um sorriso safado, sentado na cadeira do corredor, tive que passar por ele, para me sentar na cadeira da janela e, tenho certeza, que deixei ele louco e, só para confirmar, quando me sentei, olhei disfarçadamente para seu volume e, claramente, “aquela coisa” estava tentando fugir da bermuda.
Conversamos mais um pouco e como estava frio, e chovendo, todos no ônibus estavam se cobrindo, e eu peguei um pano grande e nos cobrimos, para que, não demorou quase nada, a sua mão por baixo do pano, alcançou meu peito esquerdo e ele entrou debaixo da coberta e beijou, lambeu, sugou. Já não era mais aquele bebê, garoto que deixei mamar, agora era um homem que sabia dar prazer para uma mulher, meus pelos, já estavam todos arrepiados e não acreditei, quando sua mão tocou minha coxa e subiu levemente até à portinha da minha xana, que já estava encharcada de prazer, e seus dedos rústicos da roça, me deixavam louca, e não aguentando segurar-me, gozei muito, deixando escapar um ruído baixinho, mas acho que alguns perceberam, mas eu não estava me aguentando, e você amiga? Será que aguentaria?
Só sei que, durante o dia, nos comportamos bem, apesar de que, rolou um beijo entre os ônibus que estavam parados numa das nossas paradas, foi assim:
Ele vivia colocado em mim em todos os lugares, por ser inexperiente, nunca tinha saído do sertão, ele até mesmo tinha um pouco de medo, após comermos um lanche, nós caminhávamos para mais distante e como haviam vários ônibus estacionados ali,  tanto ele quanto eu, estávamos querendo nos beijar, e foi muito gostoso, sua língua me invadia, e depois, sua boca sugava minha língua e neste jogo o resultado era muito prazer e tesão e, como estávamos muito encostados, pude perceber seu cacete superduro, então tentei e conseguir colocar a mão por dentro de sua bermuda, e francamente, me espantei!
Aquilo era enorme, meninas, era um jumento de 24 cm e vocês devem estar perguntando como ela sabe? Eu medi em casa, depois eu conto.
O motivo do meu espanto era que meu corno, (ops), digo, meu marido, tinha um pinto de 13 cm, quer dizer era duas vezes maior! E também, era bem mais grosso, na hora pensei..., pensei mesmo:
Gente, tirei a sorte grande! Nem me lembrei dos perigos e barreiras que havia. Bem, mas ali nós paramos aí, pois não tive coragem de avançar.
Fiquei pensando o tempo todo, como seria aquele pauzão na minha bocetinha, acho que ele iria pensar até, que eu fosse virgem, (risos) ..., depois de três filhos.
A noite, pela madrugada, fui eu que pedi para chupar seu pau, entrei embaixo do pano e ele já estava do lado de fora da bermuda que estava nos pés dele, comecei a judiar dele, lambendo do saco até a cabeça grossa, suguei e masturbava com a mão, dava uma mordidinhas, e senti sua mão, ou melhor seu dedo alcançar minha rosquinha, virgem por sinal, meu marido só tinha comido duas vezes em vinte e cinco anos de casada, mas eu estava tão entretida com seu brinquedo, que não me dei conta que seu dedo melado de cuspe havia penetrado meu cuzinho e ele estava me masturbando também, e meu rabo, o safado, se abriu e nem doeu, só no início, quando ele enfiou, mas depois, quanto gozo..., foi muito gostoso, principalmente quando aquele cacetão jorrou, e eu nem sabia o que fazer, com tanta porra na minha boca... e, para ninguém perceber, engoli todo aquele leite gostoso, e o meu cu, estava firme, dando um apertão naquele dedo gostoso dele!
Paramos, saí das cobertas e nos beijamos, e nos beijamos e nos beijamos.
Gente, depois eu vou continuar, pois eu adotei o Zé, e vou contar como foi que o meu marido ficou sabendo. Mas só vou contar, se vocês quiserem saber, (risos) ...

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