Loira, casada e dando para o tio bem dotado.




By Lady Diva
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No final do ano, o Carlos, meu marido estava bem entusiasmado com as festas. Principalmente porque seu tio Willian viria passar o natal e o ano novo conosco.
Todo dia ficava falando do tal tio, contando histórias do passado às nossas filhas. Quando estávamos sós, me narrava passagens picantes. Uma delas tinha sido quando ele espiou o tio transando com uma biscatinha do bairro. A menina gemia igual doida para aguentar o falo avantajado dele.
Fazia décadas que Carlos não via o tio. Tudo o que eu sabia era que ele era médico, e tinha bons empregos na capital. Depois que se separou da mulher, para decepção da família, largou tudo e foi clinicar em Roraima, vivendo no meio dos índios.
Pelo que meu marido dizia e a admiração que tinha por ele, eu imaginava um velhinho, aventureiro grisalho e aparência de hippie. Quando fomos buscá-lo no aeroporto, tive uma tremenda surpresa. Tio Willian não era nada daquilo que eu pensara. Fiquei pasma com sua jovialidade!
- Oi, tio, quanto tempo!
- Pô, Carlos, você ainda continua me chamando de tio? Eu sou mais novo do que você, cara!
Foi então que eu fiquei sabendo da história. Quando a avó do meu marido teve um filho temporão, sua filha mais velha, minha sogra, já tinha o Carlos. Assim, meu marido era um ano mais velho que o tio.
-Me deixe apresentar a Val, minha mulher.
- Nossa, Carlos, que sortudo, hein? Que mulherão é a tua!
Sem falsa modéstia, apesar de quase quarentona, ainda estou com tudo em cima. Loira, cabelos lisos, cinturinha bem marcada e a bunda carnuda e arrebitada. Além de me cuidar bastante, faço pilates e algumas aplicações de botox.
Os garotos, sempre dizem que eu ponho “muitas menininhas no bolso”. Para quem viu minhas fotos, posso garantir que não teve retoques. (Risos).
Willian já veio me abraçando, óculos escuros na testa, jeitão mais de pagodeiro do que de médico. Os dentes alvos realçados pela pele queimada de sol, moldurados por lábios carnudos. Minha mente ainda confusa, tentando processar tudo aquilo. Meu marido tinha falado tanto nesse tio, que as imagens na minha cabeça, era de outra pessoa.
Durante o jantar, a conversa estava bem animada. Meu marido todo festivo, relembrando coisas e as artes que fizeram juntos na infância. O Willian se mostrando uma pessoa divertida, contando histórias lá do norte, com costumes bem diferentes. Coisas que para nós seriam absurdas, lá eram bem normais.
Muito pela influência dos indígenas na cultura local. A sexualidade lá nos trópicos, além de precoce, parece ser bem mais natural e livre de tabus. Minhas filhas, curiosas, enchiam nossa visita com perguntas típicas de adolescentes. Teve um momento, que meu marido, já sob o efeito do vinho, até extrapolou, quando o tio falou:
- Carlos tu tens que ir lá conhecer. Vai ser pai d’égua! Branquinho assim, a mulherada vai cair de pau! Naquele mar de gente escura, tu vais ser rei. Elas vão disputar a tapa para ganhar teus genes no útero.
- Sério mesmo cara? Cê tá, é me gozando.
- Teu cu. Não que não. Elas são loucas por homens clarinhos. Só não leva a Val, porque vale também para as mulheres. Uma loiraça dessas vai ser tratada como deusa de outro mundo!
O calor do verão deste ano está insuportável. Dizem que é por causa do efeito “El Ninõ”. Enquanto nós ficamos o dia inteiro, melados, Willian parecia estar tranquilo. Dizia que estava até ameno, comparado a temperatura onde ele vive.
Fomos então todos para a piscina. Minhas filhas ficaram um pouco. Tomaram banho e logo saíram, com certeza para encontrar seus namoradinhos. Carlos emprestou um calção de banho para o tio. Como Willian é bem mais encorpado, o calção acabou ficando justo.
Ao menos numa coisa do que eu imaginara estava correta. Tio Willian parecia ter uma ferramenta considerável. Mesmo mole fazia bom volume nos países baixos, principalmente quando saía da água, com o short molhado. Eu avaliava de forma sorrateira.
Entre mergulhos e braçadas, teve uma hora que, por baixo da água, passei bem ao lado das suas pernas. Minha perna acabou resvalando na sua coxa musculosa. Devo ter tocado o boneco dele “sem querer”. Tal constatação me fez corar de vergonha.
No sábado, dia 2, reabrimos nossas lojas. Como moramos numa cidade litorânea, temos de aproveitar a presença dos veranistas, que sempre querem reformar alguma coisa. Tio Willian se ofereceu para nos ajudar. Seu jeitão alegre e falante logo conquistou os clientes e funcionários.
Quando souberam que ele era médico, foi um tal de perguntarem isso e aquilo. E lá ficava ele repetindo as histórias que viveu no meio dos índios, com linguajar típico, cheio de “égua isso, égua aquilo”.
Em casa, ele andava sem camisa, principalmente depois do banho. Era tentador ver aquele homem seminu circulando e expondo seu tronco musculoso. Pensamentos perturbadores passavam pela minha cabeça.
Meu marido adora vídeos pornôs e tem uma coleção deles em casa. Quando coloca um na televisão do quarto, é a senha de que vamos transar. Na tela, um ator superdotado, com um pênis monumental transava com uma loira que gemia de forma escandalosa, aguentando aquela anaconda.
Foi quando perguntei:
- Será que o troço do tio Willian é desse tamanho?
- Ah, Val, sem chance! Se você está querendo um pauzudo, tudo bem, pode ser com qualquer um. Mas longe daqui. O tio está fora de questão!
A natureza humana é estranha. O proibido sempre parece mais gostoso. Quando dizem que não pode, aí que a vontade de fazer torna-se irresistível. Cada vez que via o tio, eu sentia a boca de baixo umedecer. Sabia que meu marido iria ficar muito irritado se eu o desobedecesse.
Isso não me impedia de usar as roupas mais provocantes que tinha. Eram shortinhos justos e colados realçando meus atributos. Blusinhas decotadas ou semitransparentes. Sempre sem sutiã. Algumas reboladas ou poses sensuais ao pegar alguma coisa no armário. Agradava-me perceber seus olhares desejosos em meu corpo malhado. Afinal, é pra isso que a gente malha, não é?
Tio Willian que de bobo não tem nada, percebeu rapidinho que eu estava me exibindo para ele. Quando meu marido não estava vendo, me encarava com aquela cara de safado, sempre com meio sorriso. Sua ousadia era tanta que chegou certa hora a ficar passando a língua longa e rubra pelos lábios carnudos.
Parece que quando é para acontecer, as coisas parecem contribuir para isso. Teve um dia que as entregas eram tantas que o motorista não estava dando conta. Nessas ocasiões, meu marido também entra na dança. Quase na hora de fechar, e eu desesperada, porque tinha de entregar um jogo de louças sanitárias na cidade vizinha.
Liguei para o motorista que ainda estava a caminho, com uma carga de tijolos e cimento. Tentei o Carlos e ele estava com outro caminhão ainda carregando areia, madeira e ferros para outro cliente. Meu marido pediu que eu fizesse a entrega.
Pedi ao pessoal do depósito que carregasse no meu carro. Fechei a loja e estava pedindo para um dos funcionários, ir comigo para descarregar os produtos. Foi quando Tio Willian se ofereceu para ir junto, já que no dizer dele, estava “sem fazer nada, de papo para o ar”.
No caminho, o tio continuou com sua conversa animada. Eu dirigindo constrangida, fingindo estar concentrada no trânsito, mas coração batendo descompassado, sabendo que se ele tentasse, eu ia acabar me entregando para aquele pedaço de mau caminho.
Na obra do cliente, tio Willian descarregou o material. O calor era tanto que ele suava por todos os poros, a ponto de escorrer. Já no carro, liguei o ar condicionado, enquanto ele tirava a camisa ensopada. Seu peito másculo brilhava com a umidade.
Peguei lenços de papel na bolsa e quando fui entregar, ele pegou na minha mão, me puxando ao seu encontro. Pega de surpresa, eu tentei desvencilhar e tudo que consegui foi expor o rosto. Ou melhor, a boca que recebeu um beijo molhado, com sua língua já procurando a minha.
Enquanto me debatia, tentava argumentar sem muita convicção:
- Não, não tio, para, não podemos...
Ele me agarrou com mais força, dizendo que tinha notado que eu estava a fim dele. Que tinha visto como eu o olhava. Dizia estar louco pela loirinha gostosa e sabia que eu era bem safada. Pegou minha mão e levou até seu mastro, que nessa altura, já estava fazendo um volume enorme na sua calça.
Eu preocupada, sendo agarrada por um homem dentro do carro, bem na frente da casa de um cliente. Corada num misto de vergonha e tesão, só pude argumentar que era melhor irmos para um outro lugar.
Aproveitei que ele aliviou os amassos, e arranquei com carro. Tinha um motel no caminho e ele dizia para entrarmos lá. É claro que passei direto. Sou bem conhecida na região e não poderia jamais me expor ali. A mão boba do tio Willian continuava passeando pelo meu corpo, principalmente na região da perseguida.
Não sou nenhuma santa e aquilo já tinha bastado para acelerar meus batimentos cardíacos. Sentia a umidade na grutinha. A vontade de dar estava começando tomar conta de mim. É nessa hora, que o raciocínio lógico para de funcionar. Sabia que mais adiante tinha um trecho de mato e uma estradinha que dava acesso a um córrego.
Entrei no acesso de terra batida, torcendo para que não tivesse ninguém por ali. Parei perto da ponte, ao lado de umas árvores. Nem bem desliguei o motor, o tio já veio tirando a minha blusa. Preocupada que ele estragasse o sutiã, eu mesma desencostei o tronco do banco, coloquei as mãos para trás, soltando o fecho da peça.
Ele caiu de boca nos meus seios redondos, mamando como um bebê esfomeado. Meus biquinhos até doíam de tão endurecidos. Suas sugadas ávidas causaram até certo desconforto. Nisso, eu vi algumas pessoas atravessando a ponte, vindo em nossa direção.
De forma instintiva, afastei a cabeça do tio Willian, e coloquei a duas mãos cobrindo os peitos e deixei o corpo escorregar, me abaixando no banco. Eram três homens, com varas de pesca. Apesar de passar das sete horas, ainda estava claro. O dia é bem mais longo no verão.
Enquanto isso, o safado do tio enfiava a cara na minha área VIP e a mão por baixo da saia. Conseguiu chegar ali na entrada da caverna, passando a me bolinar. Eu olhando pelo retrovisor, mais aliviada vendo os passantes se afastando.
Nisso ele puxou minha calcinha, que ficou enroscada no joelho. De forma instintiva abri a pernas tentando dificultar e ele ficou fazendo força para baixo. Naquele dia eu usava um conjunto de lingerie vermelho, minha predileta. A calcinha de cetim e renda é uma peça delicada. Acabei facilitando a retirada.
Tio Willian caiu de boca na minha bocetinha depilada. Sentada no banco do motorista, isso dificultava sua chupada. Ao sentir o contato daquela boca quente nos lábios vaginais, acabei me abrindo toda, deixando que seu rosto chegasse por inteiro ali. Ele todo torto, jogando o corpo sobre minhas coxas, explorando minhas partes íntimas com a língua.
Se havia em mim, alguma disposição para resistir, acabou por inteiro naquela hora. O desconforto dentro do carro era total. O consolo era a certa privacidade e o ar condicionado ligado. Nem sei se foi um primeiro orgasmo, só sei que tive a sensação de ter chegado ao clímax, a respiração acelerando e ondas de prazer tomando conta do meu corpo.
Abaixei o fecho da calça dele, tentando libertar sem sucesso o seu aparelho. Ele mesmo acabou tirando a calça, levando junto a cueca. Pude finalmente ver sua jeba, grossa e a ponta rosada. Mesmo não dando para enxergar a base, escondida nos pelos pubianos, parecia enorme, de tamanho considerável.
Foi minha vez de com a boca avaliar tudo aquilo. Gosto de fazer boquete olhando para o rosto do parceiro. Fico feliz em observar as reações deliciadas dele. Isso não era possível, por mais que eu virasse o rosto. E a rola dele era grande a ponto de me sufocar quanto tentava colocar ele, inteiro na boca.
Depois de duas engasgadas desisti, me limitando a pressioná-lo com a língua e parte interna da bochecha. Depois de certo tempo, a cabeça rombuda me fez ficar com a boca cansada, tanto foi o tempo com ela aberta. Para aliviar, tirava e dava beijos e lambidas na ponta, abocanhando de leve, imitando o gesto de saborear um sorvete gelado.
Tio Willian já soltava gemidos roucos de prazer. Seus grunhidos fortes, acompanhavam os intervalos que eu dava para babar em seu membro, deixando-o úmido e brilhante. Quando eu mordiscava com carinho a cabeça ele se retesava todo incontinente.
Eu caída toda torta para o lado direito do carro, sentia o incômodo da posição desconfortável. Tomada pelo desejo, resolvi sair do carro, pouco importando naquela altura se alguém visse ou não. Desliguei o motor, abri a porta do motorista, desci e dei a volta. O tio também desceu, me beijando com paixão.
Virou-me fazendo apoiar as mãos nos para-lamas. Posicionou-se por trás, agarrando meu quadril, puxando ao encontro do seu ventre, fazendo com que eu me abaixasse mais, deixando a bunda mais empinada. Beijou meu pescoço na altura da nuca, o que me deixa acesa, enquanto segurando se cacete, o pincelava na entrada da minha xana.
Tentei relaxar, sentindo a penetração iminente. Ele começou a empurrar aquela monstruosidade para dentro de mim. A cabeçona ia entrando justa, levando junto os grandes lábios. Parecia que minha vulva por inteiro era empurrada junto ao cilindro de carne grosso e rijo.
Senti um choque forte em todo o corpo. Sou daquelas que quando a penetração é ansiada, acabo tendo orgasmo já quando sou invadida. Nessa hora o prazer era tanto que nem atentei para o fato de estarmos fazendo sem preservativo. Talvez por isso mesmo, pele na pele, a troca de calor das carnes se friccionando, tenha sido tão gostoso.
O empurrar e o puxar, a princípio devagar me deixava alucinada. Eu comecei a gemer, remexendo o quadril, tentando fazer com que a pressão da tora na vagina inchada, chegasse até o clitóris, o que dava um prazer maior. Nessas reboladas, o tio dava suas paradas e depois metia forte e fundo, provocando certa dor, arrancando de mim gritos incontidos. Acabei tendo outro orgasmo avassalador, a ponto de sentir as pernas fraquejarem.
Só nessa hora pensei no fato de estarmos fazendo sem camisinha, pele na pele. Pensei no perigo de engravidar, já que não estava tomando pílulas. Só pude pedir:
- Olha tio, goza fora, está bem? Goza fora!
- Na hora de gozar eu tiro Val! Pode deixar!
Cada vez que ele acelerava o ritmo, eu ficava desesperada, com medo de que ele enchesse minha greta de sêmen e eu ficava lembrando ele para cumprir a promessa de gozar fora. Até que ele disse:
- Tudo bem, Val. Só que eu queria gozar dentro! Me deixa eu comer esse rabão lindo?
- Nem pensar! Seu negócio é enorme e sem lubrificante vai doer demais!
- Que nada, Val. Estou quase pra gozar. Eu passo bastante cuspe e coloco só a pontinha. Um pouco e já gozo. Deixa Val. Estou louco pra meter só um pouquinho nesse bundão! Só a pontinha, tá?
-Numa outra vez, tio. Hoje não quero!
-Puxa Val, tem que ser hoje. Amanhã estou indo embora.
Eu já estava preocupada com o horário, além do medo de ser flagrada por alguém. Resolvi ceder, na esperança que ele gozasse logo e terminasse a relação amorosa. Na minha imaginação tinha só a ponta em forma de pera entrando no meu fiofó, ele dando umas estocadas e terminando rapidinho.
- Tá bom, mas, só um pouquinho viu? Põe só um pouquinho!
Ele cuspiu na estaca e logo depois, direcionou para a entrada do meu cuzinho. Começou a forçar, causando forte dor. Suspirei forte quando a cabeça passou pelo aro. Minhas preguinhas deveriam estar todas esticadas envolvendo o diâmetro. Só pude dizer:
- Pare! Já tá bom, né?
- Só mais um pouquinho, Val, só mais um pouquinho!
De pouco em pouco ele foi entrando cada vez mais. Já tinha entrado bastante e a pressão continuava. Não sei se mais ardia ou doía. Tio Willian fungava atrás, aumentando o ritmo das suas socadas. Levou-me na conversa e estava, na verdade, me sodomizando com vigor.
Foi quando senti que ele gozou, soltando jatos potentes dentro de mim. Sentia que sua pica pulsava dentro de mim, enchendo meu ânus de porra. Ele soltou todo o peso sobre mim, me prensando na lataria do carro. Ficou ali engatado por algum tempo, até que piscando o aro, consegui expulsar seu peruzão para fora.
Nunca me acostumei com a sensação esquisita que o mastro causa quando sai do meu cuzinho. Por movimento natural dos músculos anais a saída é apressada, deixando um vazio esquisito. Mesmo depois, sinto contrações no orifício. Dava-me a impressão, de que ele ainda está lá dentro, causando ardência.
Peguei uns lenços e coloquei no rego entre os montes das nádegas, como também no buraco alargado. Prendi com a calcinha, ajeitando a saia, enquanto o tio colocava a calça. Dirigindo na volta, me sentia bem desconfortável, com a porra escorrendo, já que o papel colocado não estava dando conta de estancar aquela quantidade.
Meu celular tocou. Era o Carlos perguntando onde eu estava. Disse que já estava voltando e em casa conversaríamos. Mal cheguei, fui correndo para o banheiro da suíte, para tomar um banho.
Na sala, meu marido e o tio Willian tomavam cervejas, falando sobre uma luta de MMA que passava na TV. Algo que eu detesto por ser muito violento. Assisti uma vez e até me senti mal com tanto sangue.
Na hora de dormir, Carlos disse:
-Puxa..., vocês demoraram muito naquela entrega.
- É, com tantos veranistas, a estrada estava toda engarrafada.
Sei quando meu marido está excitado querendo transar. Já veio passando a mão, beijando meus seios e passando a mão na virilha. Tirou a cueca com o pau em estado de ereção, dizendo enquanto beijava meu ventre:
- Ah é, é? Cheguei a pensar que você estivesse dando para o tio.
- Eu estava mesmo, amor, estava dando gostoso pra ele.
Fez-me dizer como foi, repetindo tudo, de forma igual, como na reconstituição de um crime. Até na parte no carro, me fez apoiar na penteadeira, fazendo por trás enquanto me perguntava o que eu estava me sentindo sendo “fodida” pelo tio Willian. Ainda bem que antes do anal, Carlos pegou o gel lubrificante antes de penetrar meu cuzinho machucado.
Aguentei seus arroubos, cumprindo o dever de esposa. Depois da relação amorosa, e a higiene feita, nos preparamos para dormir. Foi quando Carlos me surpreendeu:
- Val, se o tio Willian quisesse te comer de verdade, você daria pra ele?
- Não sei amor, acho que, sei lá, não sei. O que você acha? (risos enigmáticos)...
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