Detesto, homens que não sabem comer um cu!





By Amora Baiuchinha
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Namorei por muitos anos, com uma única pessoa e sempre nos entendemos, muito bem entre quatro paredes. Eu gostava da pegada dele e de como ele saciava, o meu tesão e ainda controlava meu fogo de mulher. Fazíamos de tudo na hora da sacanagem, mas ainda não tínhamos feito anal “completo”. Deixem-me explicar melhor:

Bom, ele sempre gozava, em cima da minha bunda. Colocava a cabeça e os dedos, me deixando instigada e louca pelo desejo de dar o cu, “de verdade”. Às vezes em que tentamos, doía, ele não introduzia inteiro, ou simplesmente, nem tentava. Tenho bunda grande e sempre fantasiei ser enrabada, com vontade. Ser comida por trás, gemendo bastante e com muito tesão.

Sonhava em ser traçada de quatro, toda empinadinha e aberta. Comprava calcinhas fio dental e provocava bastante, entre quatro paredes. Tenho 1m70m, 26 anos, sou empresária, 60 kg, cabelos lisos e longos, castanho escuros. Branquinha, com seios siliconados, não meço esforços, para satisfazer o homem que estiver comigo.

Após longos oito anos de namoro, terminamos. A verdade é que caímos numa rotina e acabamos nos afastando. Sem brigas, apenas colocamos um ponto final na relação. Fiquei com uma pessoa, mas não era nada sério. Tirei férias e aproveitei para ir a Campinas, visitar meu irmão mais velho, Bruno.

Ele é casado com a Melissa e tem dois filhos, Bento e Bernardo. A estadia em sua casa foi muito agradável e pude descansar à vontade. Meu irmãozinho, também estava de férias e me levava para conhecer a cidade e passear bastante. Sua esposa trabalhava e as crianças, iam para a escola pela manhã.

Em uma dessas manhãs, eu dormia no quarto de hóspedes, quando o Bruno pulou em cima de mim por trás, para me acordar e convidar para o café da manhã. Só estávamos eu e ele em casa e eu estava, cheia de preguiça. O Bruno é alto, 1m90, magro, 34 anos, cabelos pretos e barba por fazer.

É branquinho como eu, possuímos a mesma profissão. Pedi que me esperasse na cozinha, que só iria tomar uma chuveirada e em segundos, poderíamos tomar café. Saindo do chuveiro, enrolada na toalha, encontro ele deitado e meio sonolento. O guarda roupas ficava ao lado da cama e procurando uma calcinha, sou interrompida por ele:
-Coloca essa? Quero ver...

Ao virar-me, fico paralisada... Deparo-me com o Bruno cheirando uma calcinha minha, preta fio dental de renda. Fiquei sem ação, mas minha boceta respondeu na hora. Deu umas fisgadas, contraindo e me deixando excitada. Tomei a peça de sua mão e voltei a procurar outra, na gaveta.
-Coloca essa calcinha e me deixa ver? Estou falando sério, quero ver como ela fica em sua bunda..., deixa?

Ainda mais excitada, tento levar tudo como uma “brincadeira entre irmãos” e visto a calcinha. Fico de frente para ele, com os cabelos cobrindo os seios. Bruno me olha, com uma cara de tarado, que me enlouqueceu. Olhando-me fixamente, ele me pede para virar de costas. Obedeço e exponho meu rabo, com a calcinha toda enfiada.

Jogo os cabelos para trás e sinto os fios, encostarem-se a meu quadril. Bruno senta na cama e me pede, para colocar as mãos apoiadas, nas portas do guarda roupas. Completamente excitada, me empino e apoio. Nesse momento, perdi a noção de tudo.

Esqueci que éramos irmãos e fechei os olhos, sem saber o que esperar. Um arrepio me invade, deixando os bicos dos meus seios intumescidos, após sentir as mãos de Bruno acariciando minha bunda. Ele acarinhava, dando pequenos e leves apertos. Apenas de calcinha, eu estava entregue.

Ele deslizava a mão, subindo pela minha coluna e descendo, me arrepiando inteira. Que sensação intensa! Eu estava exalando tesão! Em um movimento suave, Bruno se levanta, e em pé atrás de mim, ele encosta. Sinto a rigidez do seu pau e suas mãos, percorrem meu corpo inteiro. Que delícia!... De olhos fechados, vou sendo “molestada” pelo meu irmão e minha boceta, escorre.

Bruno segurou meus seios por trás e massageou gostoso. Girou os bicos, enquanto roçava em meu rabo, me encoxando, deliciosamente. Eu delirava, em arrepios constantes e espasmos, deliciosos! Chegando meus cabelos para o lado, ele cheira meu pescoço e balbucia “gostosa” em meu ouvido. Minha boceta, “gritava”, pedindo. E nessa hora, sua mão desliza e invade minha calcinha, encontrando minha fenda..., já ensopada! Contorci-me, gemendo baixinho e ele tocou em meu clitóris.

-Toda melada, gostosa! Quer que eu pegue aqui, quer? Assim, tá gostoso, não tá? Sua safada!...

Eu apenas balançava a cabeça, confirmando positivamente e delirando, com aquele toque. Bruno começa a me masturbar e pude perceber como meu irmão era experiente! Ele fazia movimentos circulares em meu grelo e lambia meu pescoço, sussurrando sacanagens em meu ouvido. A outra mão, já apertava meu seio esquerdo e eu, estava enlouquecendo. Bruno, apenas de short, encostava seu corpo no meu. Aquela “pele com pele”, me incendiou.
-Que tesão, essa sua bocetinha molhada assim, bebê, agora sua gostosa, vou parar o dedo, rebola gostoso, safada!

Involuntariamente, meu quadril rebolou naquele dedo, me fazendo pegar fogo! Como ele sabia falar e fazer aquilo!

-Isso, rebola safada! Ai, que delícia. Ta escorrendo mais, não tá? Mexe gostoso pra mim, mexe?! Que putinha gostosa!

Eu já sentia choques no corpo e rebolava no dedo dele, sem parar! Trepidando, comecei a gozar gemendo...
-Ai... ai... ai... eu vou goz... gozar... aií... aiíí... aiií... hummm... aaiiíí

-Goza, safada! Goza no meu dedo, putinha! Solta tudo! Que vagabunda! Aiíí, tesão!...

Gozei, esmurrando o guarda roupa e ele, sussurrando sacanagens, sem parar! Tremi, contraí-me e fiquei maluca! Bruno cai sentado na cama e me senta em seu colo. Respirando ofegante, fico recostada em meu irmão, respirando descompassadamente! Que gozada!

Após alguns segundos, Bruno me deita de bruços, colocando um travesseiro embaixo de meu ventre e me deixando toda abertinha na cama, descansando no pós-gozo. Nesse momento, ele se farta! Sua boca desceu beijando cada centímetro do meu corpo e mordiscando minhas costas. Eu estava desfalecida e ele passava as mãos em mim, afoito e afobado.

Nu, Bruno se deita em cima de mim e lambe minha orelha. Sinto sua rola, encostando-se a minha pele. Ele desce novamente, me lambendo inteira e tirando minha calcinha. Coloca-me com as pernas contraídas, parecendo uma cachorrinha. Fico com os joelhos flexionados e as pernas arreganhadas, toda empinada em cima do travesseiro. Então, ele vem por trás e chupa! Solto um gemido alto e ele gruda a boca no meu cu! Bruno mamou gostoso no meu anel e me deu um beijo grego, inesquecível! Fiquei todinha arrepiada!

Fico gemendo dengosa, enquanto ele me lambe toda. Pescou o meladinho da minha boceta, e enfiou o mesmo dedo no meu cu, o deixando lambuzadinho, e depois enfiou dois dedos no meu rabo... Aquilo me alucina.

Ele me deixou, completamente lubrificada atrás e conseguiu me relaxar ainda mais! Seus dedos me “fodiam”, fazendo com que eu me acostumasse com aquele movimento. Aos poucos, fiquei completamente entregue e imóvel. Bruno se ajoelha atrás de mim, se inclina em minha direção e coloca a cabeça da rola, na entradinha do meu cu!
Fica metendo apenas a cabecinha, devagar no meu cuzinho, puxando meus cabelos com força, na nuca. Eu gemia, sempre com voz de putinha dengosa e ele gemia ainda mais, de puro prazer.

-Toma putinha gostosa, só a cabeça, sua safada. Aiíí..., que tesão, que cuzinho gostoso, apertadinho! Toma, gostosa! Toma a cabeça do meu cacete! Ai..., gostosa, quer mais, quer? Quer sentir todo dentro desse rabão, não quer? Aiíí, putinha!

Eu, apenas gemia:

-Uuhhmm, uuhum...

Bem dengosa.

Bruno rebolava seu quadril, abrindo espaço e empurrando cada vez mais! Eu sentia cada centímetro daquela caceta, dentro do meu cuzinho! Eu gemia, gemia e gemia!
Ele, puxando meus cabelos com força, como se fossem rédeas, meu irmão socou a sua rola dura, inteirinha para dentro do meu cu!

Confesso que a minha vontade, foi de gritar! Era a primeira vez que uma pica chegou ao fundo do meu rabo! Fiquei enlouquecida! Era uma dor, misturada com prazer, que me arrepiava toda! Isso, sem contar o tesão da primeira vez de ser enrabada tão completamente!

Então, meu irmãozinho começa a bombar gostoso, lascando todinha a sua irmã safada! Eu gemia, pedindo mais e mais! E ele socando a rola, dentro do meu cu!
-Toma putinha gostosa! Faz muito tempo que eu queria comer sua bunda. Este seu rabo gostoso, estava na minha mira há muito tempo. Aii..., toma, safada, que cu apertadinho gostoso,  engole minha rola com ele, putinha?!

Recebi aquela rola inteira, sem poder me mexer! Foi um orgasmo, indescritível! Bruno enfiava o pau completamente! Nunca pensei que fosse aguentar uma rola inteirinha, dentro da bunda e gozar tanto! Eu tremia. Era uma sensação maravilhosa...  Que delícia!

Ele urrava e falava palavras obscenas, que me entorpeciam!
Segurando e puxando meus cabelos com força, ele disse com voz firme, bem de homem:

-Geme, geme aí cachorra! Geme pra mim..., sua putinha! Aiiíí..., geme gostoso! Goza, putinha...

Eu gemia alto, pedindo pra ele me enrabar gostoso! Meu irmão fodia forte e arregaçava meu cu! Gritando obscenidades, e ele então, despeja sua porra no meu cu, inundando meu rabo de leitinho e me deixando toda aberta, assada e realizada! Até que enfim, eu tinha dado o cu de verdade...

Nem preciso comentar que também dei a bocetinha, e chupei muito a caceta do Bruno e gozei também muito, durante todo o tempo que fiquei em Campinas.
Estou louca de vontade de voltar lá... Breve!



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