A universitária do ponto de ônibus.




By Jp43


Pego às 14h no trabalho, largo às 23h, cinco dias por semana, enfrentando esta luta. E ainda faço o percurso do trabalho para o ponto de ônibus num pique para não perder o busão que passa minutos antes de 23h30, sendo este o último que faz a linha para o meu bairro.
Neste ponto tem sempre uma galerinha da faculdade, que desce de um ônibus da linha da faculdade e espera por este mesmo ônibus que eu pego. Entre eles, uma moça baixa, de pele morena clara e olhos esverdeados, com quem eu troco olhares no ponto e durante o trajeto do coletivo. Já fazia uns dois meses, que eu a observava, sempre extrovertida com seus colegas. Ela era a mais atirada deles e, na maioria das noites, estava com mais quatro amigos sendo um rapaz outra moça que aparentava ser a mais velha de todos, e a mais comportada, e um casal de namorados, pois ela sempre soltava piadas, palavrões e risadas que chamavam a atenção dos demais passageiros do ônibus.
Na noite de ontem, chovia bastante na cidade e por isso mesmo, eu emprestei o guarda-chuvas do vigia e caminhei mais devagar para o ponto. Chegando lá, ela já estava lá, e pra minha surpresa, ela estava sozinha, sem os amigos.
- Boa noite!
A cumprimentei, respeitosamente.
- Boa noite!
Ela estava toda molhada. E a roupa toda colada ao seu corpo, desenhava ainda mais os traços gostosos que ela tinha.
- Não ria de mim!
Ela prosseguiu:
-Você chegou molhado, apesar deste guarda-chuva, enorme...
 Ela disse para mim, rindo e jogou a mochila sobre o ombro, e estendeu para o ônibus que apontava na esquina.
Subimos juntos e ela passou na roleta cumprimentado o cobrador enquanto eu parei no degrau para fechar o guarda-chuva e apanhar o cartão de passagens que estava em minha bolsa. Cumprimentei o cobrador e depois de passar na roleta me atrevi sentar ao lado dela.
Ela não se incomodou e ainda me presenteou com um belo sorriso. Para puxar a conversa já aberta lá fora, no ponto, eu perguntei sobre seus colegas.
Ela disse que o casal teve de faltar, pois, são casados e a filha teria adoecido, e os outros também faltaram, possivelmente pelo mal tempo que fizera.
Perguntei sobre o curso, e ela me falou que fazia direito, terceiro ano do curso. Falei do meu trabalho. Ela contou que morava só, pois sua família era de outra cidade do interior...
Nesse papo que ia e vinha, vimos a chuva engrossar e logo, num pane de desespero, ela se tocou que tinha se  esquecido de puxar a campainha do seu ponto, que seria dois antes ao meu.
-Ah meu pai! E agora, cassete! Já passou até do meu bairro! Carai, véi! Tô fodida!
Nisso eu caí na risada, e ela retrucou:
-E você ainda ri caralho? Maior chuvão da porra, eu passo do meu ponto e você ri?!
- Calma garota! Nem sei se eu posso chama-la assim! Mas não há porque se desesperar. O próximo ponto é o meu. A gente desce junto e eu acompanho você, a pé, e vamos juntos para a sua casa.
-Mas daí, cara, já está muito tarde! Eu vou me sentir culpada por você se atrasar ainda mais.
-Não se preocupe com isso! Eu só saio para trabalhar, às 13, até lá tenho muito tempo pra descansar.
Ao que descemos juntos, ela ainda indagou:
-Olha moço, eu não quero abusar da sua boa vontade. Não é preciso!
-Não faça cerimônia... Não é sacrifício nenhum para mim, acompanhar uma moça bonita até a sua casa.
A chuva já diminuíra e ao chegar ao portão, ela fez um convite que já parecia tentador.
-Entre! Em retribuição eu vou pegar uma toalha pra você se secar e vou esquentar algo para você comer.
Naquele segundo, a minha mente maliciosa já imaginou ela se despindo, minha mão esquerda alisando o bico do seu seio e direita massageando a sua boceta.
Nisso, o meu pau se endureceu pela primeira vez, naquela noite.
-Não precisa tirar os sapatos! E não repare a bagunça, pois eu trabalho com telemarketing durante o dia.
Desobedeci e deixei os sapatos e o guarda-chuvas para o lado de fora.
-Meu pai passou uns dias da semana passada, aqui comigo, ele deixou uma bermuda. Deve servir em você. Tome um banho enquanto eu pego uma toalha limpa e a bermuda para você.
Ordenou ela, me mostrando o caminho do banheiro.
Urinei e percebi que ela deixara suas peças intimas pelo chão. Peguei uma delas e cheirei. Senti pela primeira vez o cheirinho de sua boceta. Me olhei no espelho e vi meu pau já rígido outra vez. Não resisti e passei a me masturbar com sua calcinha enrolada ao meu cassete, me assustando quando ela bateu a porta!
Joguei rapidamente no chão a calcinha e me escondendo atrás da porta, soltei o trinco e deixei que ela abrisse. Ela estendeu a mão me entregando a toalha e uma bermuda de dormir com florzinhas.
-Não acredito que o seu pai usa isto!
E, inevitavelmente, soltei uma risada.
-Deixa de ser bobo!
Rindo também..., e continuou:
 -Agora toma um banho que eu vou preparar um misto quente para nós. Bebe alguma coisa? Tenho uísque, e também cervejas na geladeira.
-Se não for inconveniente, eu aceito a primeira. Nesse clima de chuva é melhor algo que esquente de vez, do que uma bebida fria que só esquenta o mijo...
Ela, como sempre, ria sem vergonha de escancarar-se.
Quando eu saí do banho, entrei na sua cozinha enrolado à toalha.
-Me desculpe, mas acho que o seu pai tem mais barriga que eu.
Ela voltou a rir e colocou o copo de uísque na minha mão. Dizendo para eu ficar a vontade, pois seria a vez dela tomar o banho. Ela já havia tirado o uniforme estava com um shortinho curto e uma camiseta regata mais levinha. Antes de dar o primeiro gole, eu segurei a sua mão pelos três dedos internos e olhei no fundo dos teus olhos pra ela ler:
-Te acho linda, e, você está!
Que eu procurei escrever com o meu olhar. Dei um gole e servi um segundo pra ela...
Ela tomou e, me olhando e respondendo aos meus olhos:
-Eu também vinha te observando e sonhando com esse momento.
Ela virou-se e toda sexy, me olhando e começou a dar passos vagarosos no corredor, rumo ao banheiro, rebolando sensualmente, fazendo meu pau endurecer de vez.
Eu botei o copo na mesa e num passo largo na sua direção, alcancei-a jogando o seu corpo contra a parede. Mordisquei a sua nuca, enrolei os seus cabelos no meu dedo, e com a outra mão invadi o seu short apertando com tesão, a sua bundinha pequena, mas muito sexy.
Ela desatou a minha toalha e procurou o meu cassete duro até encontrá-lo e passou a esfregá-lo no seu traseiro, ainda sobre a sua roupa. Ela abriu a porta do banheiro e se adentrou me levando junto. Depois de fechar a porta, assim que ela ligou o chuveiro, a gente ainda se perdeu num beijo quente onde eu senti toda a sua pele se arrepiar ao contato com a minha.
Ela me empurrou, afastando os nossos corpos e tirou a camiseta, primeiro, depois o short, e, por ultimo a calcinha. Eu delirei ao ver aquela bocetinha pequena toda raspadinha e molhada de tesão.
 Ela disse:
-Por enquanto, você só vai assistir eu tomar o banho.
Eu não reclamei e fitava todos os detalhes daquele corpo magro, tão desejado por mim, mesmo quando eu não imaginava conquistar.
Ela se enxaguou na minha frente depois se ensaboou... Sempre me olhando e me provocando com beijinhos no ar e mordidinhas sensuais no seu próprio lábio. Eu, à sua frente, me punhetava, feito um garoto, louco de tesão!
Ela estendeu a perna pisando sobre o vaso sanitário para lavar suavemente a sua xota, sem parar de me provocar... Depois ela me puxou para debaixo do chuveiro, me lascou um beijo. Só daí eu passei a tocá-la, enfiando o meu dedo naquela boceta... Ela começou a gemer em meu ouvido, me deixando ainda mais louco.
Segurei a cabeça dela e forcei-a a descer beijando o meu corpo até a sua boca chegar ao meu pau... Ela me fez um boquete tão gostoso, que eu nunca sentira tanto prazer antes com outra mulher. Ela lambia a minha cabecinha e me olhava com tesão... Passou a chupar as minhas bolas. Debaixo d'água, estava muito gostoso... Ela voltou a se levantar e me sentou ao vaso, se agachou novamente a minha frente e sorrindo começou a bater uma punheta pra mim. Eu gemia quase urrando.
-Que pau gostoso, meu estranho! Eu já morria de vontade de pegar nele, só de te olhar na rua, sabia disso?
-Desde a primeira vez que te vi, fiquei a fim de você e sonhava com você, todas as noites, assim peladinha... Hoje, você é minha, e minha fantasia está se realizando.
Notando que eu aumentava meus gemidos, ela percebeu que eu estava para gozar com aquela punheta deliciosa, aliás, como ela fazia bem aquilo, parecia profissional, ela abriu a boca e sem parar de bater roçava seus lábios na pontinha do meu cassete... O primeiro jato de porra, de tão forte, espirrou em sua testa e passou a descer em seu rosto, ela não se contentou e abocanhou todo o meu pau sugando todo o resto que eu gozava.
Terminamos o banho. Enquanto eu me enrolei na toalha, ela apenas vestiu outra camiseta, que era grande e nem ousou vestir uma calcinha por baixo. Voltamos para a cozinha para lanchar.
Ouvimos músicas do Lulu Santos, que ela mesma, disse ser muito fã, enquanto lanchávamos e proseamos por, pelo menos, uns quarenta minutos...
Depois me levantei e perguntei sobre minhas roupas, pois talvez já estivessem secas.
- Ah, não, nem pensar! Agora que você provou ser muito gostoso, não vai embora não, porra! Dorme aqui esta noite, e antes foda a minha boceta, bem gostoso, na minha cama.
-Seu pedido é uma ordem, minha vadia! Vamos lá pro seu quarto, delícia!
Tirei a toalha do corpo. Peguei-a no colo e joguei-a na sua cama, colocando ela de quatro, e lambi a sua boceta até sentir que ela estava gozando na minha língua... Depois enfiei meu cassete todo naquela boceta quente e molhada, e passei a socar com gosto. Ela gemia, gritava de prazer, e rebolava se excitando no meu pau...
Ora, ela ajudava com sua mão..., ora ela tocava o seu clitóris, enquanto eu socava. Abri a sua bundinha até não dar mais, para socar ainda mais gostoso e depois tirei o meu pau e gozei por sobre suas costas... Ela se deitou me chamou para fazer conchinha no seu corpo e dormimos a noite toda agarrados com os corpos colados na minha porra.
Estou no trabalho, mas estou louco pra encontrar com ela no ponto e levá-la pra casa para meter nela de novo!

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