A Baianinha gostosa e o Inglês corno.




By dattobarbalha

Meu nome é Daniel. Tenho trinta e dois anos, moro em Curitiba e sou recém-separado me mudei temporariamente para um Apart-Hotel. Meu casamento foi bom enquanto durou! Eu me casei tarde, com trinta anos e em dois anos, já percebi que a vida de casado não era para mim. Separei-me na boa, sem brigas ou traumas.
Após a mudança me senti livre novamente. Sem horários, sem ter que dar satisfações para ninguém e podendo ser mais seletivo na minha vida social...
Levando minha vidinha logo entrei na rotina de não ter rotina alguma..., coisa que era uma maravilha! Sou advogado, tenho escritório próprio e posso, até certo ponto, fazer meus horários. Não sou de beber ou fazer farras, aprecio a noite, mas sem exageros e prefiro boas amigas do que namoradas fixas.
Nunca trago minhas amigas ao meu apartamento, pois prefiro a informalidade dos motéis que são bem mais práticos, mesmo porque sou muito discreto onde moro. Cumprimento os vizinhos no elevador ou no corredor com educação, lisura e simpatia, mas deixo as coisas por aí mesmo...
Frequento a academia do apart e uma padaria colada ao meu hotel, onde tomo café da manhã, e foi nestes dois locais que observei uma moreninha de olho em mim e, de maneira até curiosa, ela sempre estava na academia quando eu estava e o mesmo acontecia na padaria.
Claro, passei a observá-la melhor.
Na academia uma avaliação inicial foi animadora. Um corpo bem feito, coxas sensacionais e bundinha “hors-concours”. A pele morena e o biótipo fora dos padrões, baixinha e fofinha me deixaram interessado... Na padaria observei a alimentação dela na linha saudável, um modismo do qual, geralmente eu passo longe.
Depois de uma semana com ela dando sinais encorajadores, me aproximei dela na padaria, me apresentei e surgiu o primeiro leve constrangimento quando ela se apresentou:
-Olá Daniel..., sou a Carmen! Eu moro ao lado do seu apartamento, no 103..., você nem sabia disso, não é?
Realmente eu não presto muita atenção nos vizinhos, é só o bom dia regulamentar mesmo... Mas não ter percebido aquele filezinho, francamente, me perturbou um pouco.
Mas tudo bem, a conversa foi tranquila, sem muitas revelações e apenas papo solto mesmo.
Fiquei sabendo que ela é baiana, estava em Curitiba há pouco tempo e trabalha na administração de um shopping, me pareceu muito simpática e comunicativa, além de ter uma linguagem corporal muito sensual.
Dois dias se passaram e numa sexta feira às sete da noite, batem na minha porta. Vou atender e lá está a baianinha, com um sorriso lindo, uma Lég assassina, e um top para judiar mesmo.
Surpreso, a mando entrar!
-Oláá! Tudo bem Carmen? Vamos, pode entrar...
Ela sorriu e ficou na porta mesmo:
-Eu vim apenas te convidar para jantar..., coisa simples..., se não tiver nada para fazer, nada marcado..., o que acha? Topa?!
Eu estava quase começando a me aprontar para sair, sexta a noite dou uma corrida pelos barzinhos no frio curitibano e se encontrar uma amiga ou fizer nova amizade, sempre rola alguma coisa..., mas o convite me pareceu tiro mais certeiro:
-Não..., não tenho nada marcado. É claro que aceito..., você é muito gentil...
Ela ficou toda contente:
-Legal Daniel... Apareça às oito..., me dá um tempo, quero ajeitar tudo em casa para não passar muita vergonha com você...
E foi saindo andando para trás sorrindo. Eu dei um tchauzinho e fechei a porta já pensando como seria foder aquela xaninha que saltava na Lég, gritando para ser penetrada!
As oito e cinco, eu bati na porta e ela abre. Carmen estava linda num vestido soltinho, simples e jovial, lhe dando uma aparência de menina inocente, o decote mostrava parte dos seios redondos e fartos, e os cabelos negros bem cuidados, e os olhos castanhos completavam o arsenal para me destruir todinho...
Vou entrando e assim que ultrapasso a porta dou de cara com um polaco alto e magro, rosto vermelho e bigode fino..., e escuto a Carmen falando algo e fico meio atrapalhado, enquanto a Carmen aparece ao lado do cara e eu estendo automaticamente minha mão para cumprimentar, enquanto agora escuto melhor a Carmen:
-Este é meu marido, o Rickhard... Ele é inglês..., lá da Inglaterra sabe?
Eu me recuperei rapidamente e pude sentir que meu pau que estava já bem assanhado desapareceu entre minhas pernas...
-Olá Rickhard! Eu sou o Daniel..., vizinho aí do 101..., obrigado pelo convite!
O Richard sorriu simpático e pediu para perdoar o sotaque (que é horrível mesmo) também disse para tratá-lo por Rick e foi logo dizendo que seríamos bons amigos!
Depois disso, que foi o segundo constrangimento que tive com a Carmen, as coisas melhoraram muito. Rick é bom de papo e seu uísque melhor ainda! Em pouco tempo, fiquei sabendo que ele se casou com a Carmen na Bahia, durante umas férias que ele passou no Brasil. Depois foram para a Inglaterra onde viveram apenas por um ano, o tempo suficiente para ele arrumar um emprego aqui no Brasil. Ele veio para Curitiba trabalhar em uma grande montadora de automóveis já que ele é engenheiro de automação industrial. Só que não sei, se falando sério ou brincando, ele disse que foi tapeado, porque pensou que o Brasil todo era quente, com praias e cheio de morenas lindas, mas não achou nada disso em Curitiba...
Logo a Carmen preparou a mesa com comida pedida fora, pois temos um bom restaurante bem próximo, que costuma servir aqui no nosso apart, e é só pedir com alguma antecedência.
No jantar, tudo foi maravilhoso e o vinho que o Rick me serviu, mostrou generosidade, muito bom e com certeza, muito caro...
Depois do jantar, da sobremesa e do café fomos para a sala agora na companhia da Carmen, antes ocupada com os preparativos do jantar, as conversas animadas, foram longe, viagens internacionais, belezas do Brasil, nossas belas praias e aos poucos a conversa foi para praias nudistas e eu fui surpreendido, quando o casal afirmou conhecer várias...
Depois Rick começou a elogiar as mulheres brasileiras e para alguns atributos, usou a própria esposa como exemplo... eu fui acompanhando, eu sei que estrangeiros apreciam o produto nacional, principalmente porque na minha modesta opinião, são mal servidos lá fora, me perdoem o bairrismo e o preconceito...
Lá pelas tantas, o Rick e a Carmen começaram a se pegar, a coisa começou de leve, muito sutil, mas em pouco tempo, eu sentado na frente deles, até mesmo com algum desconforto, observei uma pegação muito íntima..., tudo bem, eles são casados, mas e eu?
Na minha frente o Rick meteu a mão entre as pernas da Carmen e ela começou a gemer enquanto o marido metia os dedos na boceta dela!
Na verdade como o vestido tinha subido bastante, eu pude até ver, que ela estava sem calcinha. Pensei em me retirar, mas honestamente, eu estava muito excitado, meu pau já apontava interessado, e o casal parecia não se importar com minha presença...
A coisa foi evoluindo até que a Carmen levantou-se e deixou o vestido escorrer até ao chão, estava pelada por baixo e mostrou o belo corpo moreno e tentador, perfeito!
Uma bundinha redondinha, malhada e saliente, uma xana bem raspadinha, toda rosinha e lindos seios com os mamilos apontados para cima. Enquanto eu olhava admirando tudo aquilo, ela disse agora em tom de pura sacanagem:
-Rick..., meu amor! Nós não vamos deixar o Daniel na mão..., não é mesmo?
Eu até já esperava por algo assim depois que eles começaram a se pegar na minha frente, não tinha outra explicação, mas Rick me surpreendeu:
-OK honey, eu xa voltar..., querer beber água...
Dizendo isso Rick levantou-se e desapareceu pela porta da cozinha!
Carmen me olhou com cara de gulosa, e não falou mais nada, simplesmente se aproximou, se ajoelhou na minha frente e abriu o zíper da minha calça. Tirou meu pau para fora com habilidade, mesmo ele estando duro e atravessado na cueca.
Ela demonstrou claramente gostar do que viu, passou a língua nos lábios, olhou dentro dos meus olhos e tomou aquilo com a boca, aliás, uma linda e sensual boquinha... Já no início, eu percebi que caí nas mãos de uma chupeteira de primeira!
Sempre fazendo contato visual, ela caprichou na cabeça, rodeou a glande, com a pontinha da língua várias vezes, e usando as mãos deu toda atenção para minhas bolas manipulando e apertando-as com a força certa, um ponto antes de doer, manteve sempre uma punhetinha suave e, de tempos, em tempos, engolia meu cacete até à garganta, bem fundo e mantinha lá até precisar respirar, quando tirava tudo para fora da boca fazia aquele barulho obsceno e a baba formava fios entre a ponta do meu pau e a linguinha dela.
Quando, por educação, falei que eu ia gozar, ele me olhou sorrindo, abriu bem a boca e colocou a língua para fora, sinal mais claro impossível...
E eu gozei, gozei gostoso na boca e no rosto dela, foi porra escorrendo até seus peitos, ela limpou tudo usando os dedos e lambeu mostrando prazer, depois cuidou com carinho do meu pau até limpar bem direitinho, ainda espremeu bem para não perder nada.
Que vizinha!
Eu estava todo faceiro pela sorte que tive, mas claro, não parou por aí. Eu sou gentil e educado e acho que todo o bem recebido, precisa e merece retribuição. Então, a fiz sentar no sofá, pernas dobradas e bem abertas, dei uma boa olhada naquela bocetinha linda, e caí de boca.
Primeiro fiquei rodeando a vulva, lambendo logo acima da boceta, as virilhas e a parte interna das coxas. Depois comecei a varrer entre os lábios, do cu ao grelo, foi quando ela agarrou-me pelos cabelos e começou a gemer alto.
Meti a língua, bem fundo no canal, ela soltou um gritinho e depois usei os dedos para penetrá-la enquanto usava a língua para circular o grelinho durinho e ela, meio descontrolada, começou a gemer mais alto e eu já tinha alguma dificuldade para mantê-la na posição, em pouco tempo ela gozou, e mais escandalosa, impossível, gritou alto, esticou as pernas e se agarrou com força no braço do sofá, pensei que ela teria um treco, mas não perdi muito tempo...
Puxei seus tornozelos colocando suas pernas apoiadas nos meus ombros, meti forte na boceta encharcada, para meu pau a boceta dela foi apertada, mas enterrei tudo e enquanto minha estaca foi mergulhando, senti que as paredes da sua boceta deliciosa, foram se afastando com alguma dificuldade até que meu pau bateu no fundo..., foi quando ela soltou um grito rouco, um gemido de dor com tons de prazer... Foi muito gostoso, penetrá-la assim, fodendo aquela baianinha!
Neste momento eu percebo pelo canto do olho um movimento, me viro e lá estava parado no canto, o marido, todo vestido e em silêncio, ele apenas olha, sem expressão alguma, ou pelo menos eu, não notei nada... Estava apenas em pé, parado com os braços cruzados e observando...
Eu não perdi o embalo e comecei a bombar, devagar no início depois fui aumentando a velocidade e, de vez em quando, eu metia fundo e segurava lá por alguns segundos, notei que a cada vez, ela estremecia um pouco. Tirei tudo e meti fundo de uma enfiada só algumas vezes, isso produzia gemidos mais fortes nela.
Ela começou a gozar e eu mantive a pressão, o pau socando a boceta produzia vazamentos dos fluidos dela pelas bordas e ruídos que só me atiçavam mais ainda, ela gozou umas três vezes, ou foi um orgasmo muito longo, não sei, mas eu me preservei..., sim, eu não pretendia dispensar sua bunda, aquele magnífico rabo, porque eu não sabia se teria outra chance com o marido esquisito dela...
Então, a virei quase de quatro, curvada de barriga no braço do sofá, ela tremia pelos orgasmos que ainda se manifestavam, afastei as suas nádegas e avaliei seu cu, que eu tinha agora à minha disposição, usei os líquidos que escorriam da boceta toda aberta, arregaçada e vermelha. Meti um dedo no cuzinho e ela soltou um gritinho, fui enfiar dois dedos, mas fui segurado pelo braço. Ao meu lado o marido falou com firmeza:
-Porr hoje chegar..., vizinho!
Eu pensei comigo mesmo que o bom sempre acaba cedo, mas mesmo o desgraçado sendo um corno, eu precisava respeitar um marido, pois. apesar de não parecer eu tenho princípios, mas a sorte estava do meu lado e a Carmen falou:
-Por favor, queridinho..., deixa vai? Ele vai ser cuidadoso..., não vai Dani?
Responder o que?
-Claro Rick... Fique tranquilo amigo, eu sei fazer e nós só queremos o melhor para a Carmen..., não é mesmo?
Ele se afastou, resmungou algo em inglês que eu não entendi e voltou para seu posto, voltando a assumir sua posição de corno, apenas espectador, vendo sua esposa ser bem fodida... Pra mim, beleza!
Carmen visivelmente contente:
-Vai Dani, mete logo..., mostra para o gringo como se fode o cu de uma vadia..., pode me esculachar que ele gosta..., ele sempre faz mesmo esse teatrinho, mas no fundo, adora me ver, rebolando com um pau no cu, principalmente assim..., com outro macho..., vai cara..., me fode vizinho!
Quase que o corninho ia cortando o meu barato, mas a vadia dele é quem dava as cartas, então continuei o árduo trabalho..., meti um dedo no cuzinho dela, depois dois e para garantir, fui massageando e torcendo os dedos para um lado e outro, até sentir que o cu estava pronto para uso.
Meti o pau na boceta dela mais uma vez, só para lubrificar! Depois apontei para a apertada entrada anal. Fui devagar como tem que ser, primeiro a cabeça, escuto os gemidos e gritinhos dela com o tradicional “pare” por parte dela, mas não muito convincente..., encenação para o marido, com certeza!
A cabeça entra, ela grita um pouco mais, e as coisas não ficam mais fáceis como era de se esperar, depois da cabeça estar bem agasalhada, a penetração é lenta e apertada, mas quem quer melhor que isso?
A Carmen começa a incorporar uma vadia bem vagabunda:
-Vai seu cachorro! Me fode forte, come meu cu..., mete mais... Aiihhaiiiimm!
Eu vou forçando devagar e de maneira firme, estou concentrado e só percebo que o marido se aproximou novamente, quando ela vira de lado e diz:
-Está vendo meu amor?
Olha o pau dele como é grosso, veja como está entrando no meu rabo..., dói..., mas é tão gostoso...
E dizendo isso ela agarra na mão do marido e aperta bem, ele acaricia seus cabelos e ela grita para mim:
-Agora vai, seu cachorro! Pode meter tudo Dani..., eu aguento..., vai cara..., mete tudo agora!
Ela pediu eu obedeci. Enterrei a metade que faltava e até meu pau doeu, arranhou um pouco, mas pelo berro dela, a pior parte ficou com ela mesma. Todo dentro dei um tempo para ela se acostumar, enquanto isso, eu observei que agora o Rick tinha uma mão dentro das calças e se masturbava discretamente.
Assim que Carmen diminuiu os gemidos de dor comecei a bombar de leve, depois as coisas foram acelerando e em pouco tempo eu já tirava tudo e metia novamente até ao talo, sem dó, meu pau agora mais duro e grosso que nunca, esticou o anel do cu até o limite de rasgar, os gritos e gemidos começaram a me preocupar, logo algum dos vizinhos ligaria para a portaria denunciando aquela começão de cu desenfreada...
Quando gozei me curvei nela como um cachorrinho, agarrei seus peitinhos com força e depositei muito leitinho morno nas entranhas dela, foi gostoso, lindo e gratificante! Aquela baianinha tesuda, a presença do marido e a situação toda, meio bizarra, até concordo, mas muito sensual e provocante, foi uma das melhores fodas que dei na vida!
Quando saquei meu pau o cu da moça, estava tenebroso, muito inchado, aberto e vermelho, derrubando muita porra para fora que escorria até as coxas grossas dela, uma visão maravilhosa, em minha opinião, mas preocupante pelas feições do inglês, que fez questão de conferir de perto o estrago...
Depois deste contato inicial com meus vizinhos fui convidado para muitos outros jantares e sempre o programa foi o mesmo...
No entanto quando tentei, descobri que a baianinha só dava com a presença do marido, e ela até se ofendeu, dizendo que não era uma vagabunda:
-Olha Dani, transar com outros homens mesmo sendo casada, não tem problema, se estou autorizada por meu marido e tudo é feito na presença dele... Você não é capaz de entender isso, porra?

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