Minha Iniciação no Mundo Liberal - Parte 2





By LimaCorno






Fomos nos acostumando com o jeito de Kendra, e logo ficou sendo normal, nós 3 andarmos nus pela casa. Até mesmo Johanssen foi perdendo a vergonha. O sexo entra a gente, também   era normal. Kendra uniu duas camas e fez uma grande cama de casal em nosso quarto. Ela dormia entre eu e Johanssen, e nós dois dividamos ela numa boa, mas sem homossexualismo.

Fui aprendendo com toda essa liberalidade dos europeus, mais especificamente dos franceses. Para eles, sexo é algo prazeroso e pode ser praticado por amigos sem problemas. Eles têm uma divisão muito interessante entre sexo e amor e eu achei isso fantástico. Porém, novos aprendizados ainda estavam por vir...

Era um fim de tarde de sexta feira e tínhamos chegado da faculdade no meio da tarde. Era época de trabalhos para mim e Johanssen, e Kendra ficou por lá esperando a gente para voltarmos juntos. Chegamos, tomamos banho e fomos diretos para cama, eu estava tenso e precisava relaxar. Como sempre, o sexo entre a gente era muito gostoso, Kendra chupava um de nós enquanto dava para o outro. Depois de um tempo a gente trocava.

Ela adorava ficar chupando nossos dois paus juntos e adorava que gozássemos em sua boca. Kendra, apesar da pouca idade, era bem experiente no sexo, e fazia de tudo na cama, dando e recebendo muito prazer.

Depois do sexo, ela preparou algo para a gente comer e ficamos ali, ouvindo música e curtindo a sexta feira. Até que a campainha tocou. Johanssen dormia nu em nosso quarto, e Kendra tomava banho. Coube a mim, colocar um short e ir atender a porta. Assim que abri, apareceu um homem de uns 30 anos, estatura média, de sorriso largo, perguntando por Kendra.

Eu disse que ele poderia entrar e que eu iria chamá-la. Tomei um susto quando ele me disse ser o namorado dela. Mas, susto maior, foi a Kendra aparecer nua na sala com naturalidade. Eu pensei que a coisa iria ficar feia, mas quando ela o viu, abriu um sorriso, correu para sentar-se em seu colo, ao mesmo tempo em que dizia:

-Charlie, que saudade!

-Ela deu-lhe um delicioso beijo na boca para, em seguida, me apresentar sua visita dizendo:

-Lima, esse é meu namorado, o Charles, ele é inglês e veio do Reino Unido só para me ver.

Cumprimentei-o ainda meio sem jeito, mas ele agia sempre naturalmente. Kendra o levou para o seu quarto, aquele separado, que ela nem usava mais, pois dormia comigo e Johanssen, e o que se ouviu pelas próximas duas horas, foram gemidos e gritos de um sexo avassalador, que me deixou de pau duro.

Lógico que meu amigo suíço acordou com todos aqueles gemidos, e eu lhe expliquei pacientemente o que estava acontecendo. Johanssen não se assustou como eu, apenas achou estranho Kendra nunca ter mencionado um namorado.

Eu dormi cedo, mas percebi que Kendra e Charles passaram a noite juntos, e no dia seguinte ela acordou cedo como fazia todos os dias: nua para preparar nosso café. Eu e Johanssen ficamos vestidos, Charles também apareceu de shorts. Foi estranho, mas tomamos café juntos todos os 4, sendo que a Kendra era a única mulher, e a única totalmente nua.

Depois do café, eles se vestiram e ela disse que iria passar o fim de semana com Charles na casa de uns parentes franceses que ele tinha e retornaria na segunda, e assim foi.

Segunda, feira, assim que chegamos da faculdade, perguntei a Kendra sobre o ocorrido e disse que quase tinha morrido do coração com a chegada de seu namorado.

Ela riu muito de mim e disse que Charles era seu namorado, mas que eles tinham uma relação aberta e que ela era liberada e, que ele, inclusive, sabia que ela transava conosco.

Fiquei espantado com sua declaração!

Os dias seguiram normalmente, ou seja, aulas pela manhã e transas ocasionais a noite. Quando estava na cidade, Charles aparecia para buscar Kendra. Várias vezes, ela transava com a gente no final da tarde, tomava banho e saía com ele à noite.

Uma vez em especial, nós chegamos da faculdade, os três muito excitados, e nem tomamos banho ou fechamos a porta, tiramos rapidamente as nossas roupas e Kendra se pôs a chupar nossos cacetes alternadamente. Então eu deixei ela fazer um boquete caprichado em Johanssen e desci para chupar aquela boceta que eu conhecia tão bem. Kendra tinha a boceta bem depilada, sem nenhum pelo, e ela tinha uma textura macia, a pele de fora era bem negra, contrastando com o interior vermelho. Chupei durante muito tempo e ela inclusive gozou várias vezes enquanto chupava nosso amigo.

Coloquei Kendra de quatro, ela continuava chupando Johanssen e eu meti naquela boceta suculenta e molhadinha. Eu metia com força enquanto ela chupava o Johanssen. Ele acabou gozando na boca de Kendra, que engoliu tudo e continuou chupando o pau mole do suíço. Aquilo foi demais para mim, e eu acabei gozando no fundo da boceta dela.

Ficamos deitados conversando e rindo, até que o pau de Johanssen ficou duro de novo e foi a vez de ele meter nela. Ele metia por trás, de ladinho, enquanto eu via aquela cena excitante. Depois de um tempo, Kendra quis cavalgar em nosso amigo e logo estava montada em cima dele. Ela e cavalgava gostoso, enquanto nosso colega gemia e lhe apertava os seios duros.

Vendo aquela cena, fui chegando por trás e logo comecei a lamber aquele cuzinho que piscava. Kendra ficou maluca, gemia e gritava:

-Lambe meu cuzinho, lambe gostoso brasileiro safado, deixa bem lisinho, para você poder meter seu pau aí dentro!

Fiquei por um tempo lambendo aquele cuzinho, enquanto ela rebolava gostoso na rola de Johanssen. Então me levantei e minha amiga putinha já me conhecendo, chegou para frente, arrebitando sua bundinha, mas sem sair do pau do nosso amigo.

Eu, com jeito, fui enfiando meu pau naquele rabo negro acostumado a levar rola e, em pouco tempo, estava todo dentro, fazendo uma DP maravilhosa. Kendra gemia e gritava:

-Isso seus putos, me comam, comam a putinha vadia de vocês, aaaííí, eu adoro ter dois paus dentro de mim!

-Isso vadia, goza gostoso na rola dos seus amigos!

-Tô gozando, meus amores, tô gozaaannndoooôôô!

-Johanssen ficava parado e deixava Kendra rebolar na sua rola. Eu atrás, socava gostoso no seu rabo. Ela deve ter gozado forte umas duas vezes, até que eu e meu amigo a enchêssemos de leite.

Devagar fui saindo de dentro de Kendra e ela se levantou do pau do suíço. E, como sempre fazia, a Kendra ficou chupando e limpando nossos paus, alternando entre um e outro, quando de repente, ela olhou para porta e exclamou:

-Amor, você por aqui!!??

Era Charles, seu namorado, que estava vendo tudo da porta e se masturbava freneticamente.

-Vim te ver amor, mas não te falei nada, para fazer uma surpresa

Disse ele, naturalmente!

Os dois começaram a se beijar como se a cena que ele tivesse acabado de ver, fosse a coisa mais normal do mundo. Sem cerimônia alguma, Kendra beijava a sua boca, ainda com o gosto de nossos paus gozados e Charles nem se incomodava, pelo contrário, a beijava ainda com mais tesão.

Kendra se despediu da gente e foi com ele para seu quarto. Na verdade, ela só dormia lá quando ele aparecia, no resto dos dias ela dormia entre eu e Johanssen, e assim foi por todos os 5 anos em que morei lá.

Não foi só por esse motivo, que abri minha cabeça em relação ao sexo, vi nesses anos, vários casais liberais e todos felizes e satisfeitos. Voltei de lá com a cabeça aberta e disposto a encontrar uma parceira para um relacionamento como esse, mas essa aí, já é uma outra história.

Ainda hoje mantenho contato com Johanssen e Kendra. Meu amigo suíço é hoje um respeitado advogado em seu país, tendo se casado e tido filhos. Têm uma família normal e careta. Kendra se casou com um francês! Eles têm um relacionamento liberal, e são donos de um restaurante bem respeitado na França.

E foi assim que comecei a abrir minha cabeça. Espero que tenham gostado, pois tudo aqui é real, nada de contos ou fantasias. Abraços a todos!


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