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domingo, 22 de janeiro de 2017

Meu cunhado além de me comer, tirou o cabaço da minha filha! - II




By Vanessinha-pst


Marcela me virou de frente e quando me dei conta, sua língua estava enroscada na minha e nos beijamos com uma volúpia incontida. Aquela mulher fazia meu tesão subir a mil com suas mãos que percorriam meu corpo e me dominavam por completo. Aquele vibrador na minha xaninha era uma loucura e eu tive vários gozos intensos, e foram muitos gozos sequenciais.
Percebi que iria passar por novas experiências com aquela mulher dominadora, quando ela foi me puxando pelos cabelos e se sentou com as pernas bem abertas uma em cada braço da poltrona e sussurrou:
-Vem..., sua putinha..., vem me dar prazer..., lambe e chupa, a minha boceta... Eu quero gozar na sua boca!
Toda tesuda e receosa, eu sussurrei:
-Eu..., mas eu...nunca fiz isso..., Marcela..., eu..., será..., que...
Ela então me pegou firme pela nuca me puxando entre suas coxas, toda tarada, e firme disse:
-Cala essa boca, sua puta..., quero a sua boca na minha boceta..., e tenho certeza, que você irá saber fazer..., me faça gozar gostoso, sua vadia..., me chupa inteira..., sua vagabunda..., senão vou encher essa sua cara de putinha de tapas!
Em segundos, minha boca estava colada naquela buceta toda ensopada. Lambi e suguei aquele grelo enorme e não demorou quase nada, para aquela vadia gozar copiosamente, rebolando sua boceta na minha boca. A safada parecia mijar de tanto gozo que saia daquela bocetona tesuda!
Me dei conta de que estava adorando chupar a boceta de outra mulher e com o vibrador atolado na minha xaninha, gozei junto, gemendo deliciosamente.
Marcela então se levantou e toda safada disse:
-Fica de 4 aí, sua puta, na poltrona, sua vagabunda..., vou te fazer você gozar mais gostoso..., você vai lembrar para sempre de ter vindo aqui..., vamos..., sua vadia tarada!
Rapidamente fiz o que aquela mulher mandava e então ela tirou minha calcinha com o vibrador e pelo espelho enorme que havia na parede, eu vi que ela vestiu em seu corpo uma cinta com um pênis bem grosso, negro, e então começou a esfregar aquele cacetão de silicone na entrada da minha xaninha, até que - sem frescura – ela começou a me penetrar. Ele era muito grosso e até ardeu quando entrou e então, a Marcela toda tesuda, deu-me um forte tapa no meu bumbum, e disse:
-Rebola aí, sua puta..., rebola gostoso que vou foder essa sua bocetinha apertada, putinha..., vou te comer como se eu fosse um macho..., sua vagaba..., você vai levar pau..., sua biscate... Aaahhh..., rebola, safada..., assim putinha..., isso!
Minha xaninha estava totalmente preenchida com aquele cacete enorme de silicone e Marcela, metia sem dó e rapidinho. O gozo chegou e gemendo loucamente, eu gozei me convulsionando por inteira.
Só então, eu senti que o meu bumbum, estava ardendo bastante, de tantos tapas que eu tinha levado daquela tarada!
Nunca tinha gozado tanto em minha vida, até meus 32 anos e tinha sido uma mulher que havia me proporcionado esse prazer louco.
Marcela me deu mais uma garrafinha de Smirnoff Ice e tomei quase de um gole, só para tentar recuperar o fôlego. Ela então comentou que adorava transar com mulheres e que, quando me viu entrando em sua loja, sentiu sua bocetinha ficar mais quente, e resolveu tentar ver qual era a minha e, com sua experiência, logo notou que eu era muito tarada e que seria muito fácil fazer sexo comigo.
Dei uma gargalhada, dizendo que nem eu sabia que era tão fácil assim...
Comprei meus brinquedos e a agradeci por tudo, e ela disse que quando quisesse voltar, eu seria muito bem-vinda.
Cheguei em casa à noite, tão satisfeita e feliz, como uma criança que acabou de ganhar um presente maravilhoso.
Até meu marido, no outro dia de manhã, acordou com o pintinho duro, cutucando minha bunda arrebitada e para deixar o safado contente, encaixei-o na portinha do meu cuzinho e, jogando o corpo para trás, me penetrou de uma só vez.
De vez em quando, eu deixava ele me enrabar. Pelo tamanho do pinto dele nem doía e após eu dar umas reboladas, ele logo gozava, enchendo meu cuzinho de porra.
Ainda bem que ele não quis comer minha xaninha, porque do jeito que a tal de Marcela tinha metido aquele cacetão de silicone grosso dentro dela, ela estava toda arrombada.
Foi então que uma novidade surgiu inesperadamente, e que agitou de vez nossas vidas.
Minha irmã me disse que se apaixonara por um homem de 28 anos, e que ele a chamara para ir morar com ele. Quando perguntei se iam se casar, sorrindo, ela disse que ambos achavam melhor morar junto por um tempo, e se tudo desse certo, se casariam no final do ano seguinte.
Achei que tudo estava sendo rápido demais, mas, como minha irmã sempre foi muito impulsiva, não me surpreendeu ela fazer isso e então, eu brinquei, dizendo que agora ela iria deixar de ser uma putinha solteira e logo, eu quis saber quem era o tal do macho que a fizera se apaixonar assim.
Na verdade, a minha irmã sempre foi extremamente putinha, e vivia trocando de namorados. Mais do que trocava de calcinha e, aliás, nem isso ela usava muito, vivia saindo de casa sem elas.
Marcos era o nome do sujeito e ela me passou a ficha completa do “futuro marido”.
Ele era vendedor de um atacado de produtos alimentícios, tinha casa própria, carro bom, e então fiquei sabendo que era amigo do meu marido, já havia algum tempo e até jogavam bola juntos nos fins de semana. E quem havia apresentado ele a ela, tinha sido o Nelson, meu marido.
Naquele dia mesmo a tarde, ela me levou junto com minha filha até a casa aonde iria morar com o tal de Marcos para que nós o conhecêssemos.
Ele morava em um bairro vizinho ao nosso, e quando chegamos, vimos que a casa, apesar de ser pequena, era muito bonita e o melhor é que tinha uma piscina muito boa que, com certeza, poderia ser muito bem aproveitada naquele verão, e eu até brinquei que já tinha comprado biquínis novos.
Quando vi aquele moreno jambo, alto, forte, com um corpão todo definido, vi que minha irmã tinha escolhido um belo espécime de macho e quando lhe dei os parabéns por isso, ela sorrindo, toda safada, disse que o melhor dele estava no meio das pernas.
Ela, então, me contou que ele tinha um caralho muito grande, grosso e cabeçudo e que era o maior que ela tinha sentido na sua bocetinha e também no seu cuzinho, até aquele dia.
Marcos era um sujeito muito agradável e extremamente cativante e logo estávamos conversando como se o conhecêssemos de longa data e, como estava muito calor, ele então disse que iria buscar sorvete para nós tomarmos.
Eu, até mesmo disse para ele, que não precisava se dar ao trabalho, e ele então, brincou dizendo que era um prazer agradar a futura esposa, a cunhada e também, a sua nova sobrinha.
O safado era metido a galanteador.
Assim que ele saiu, a conversa logicamente, foi sobre o meu “novo cunhado”.
-Marina..., mas que homão, que você arrumou, hein? ... Você vai ter trabalho..., com as putinhas que gostam de dar para homens casados..., e pelo jeito, ele é bem safadão também, né?
-Bem..., mana..., se ele não fosse safado, eu não iria gostar nem um pouco..., eu gosto mesmo, é de homem assim..., eu até disse para ele, para a gente continuar namorando mais um pouco..., mas foi ele que quis, que eu viesse morar junto com ele..., na verdade também..., eu sou muito mais gostosa que 99% das putas que andam por aí..., a sua irmãzinha aqui, sabe dar gostoso para machos tarados..., e ainda mais, quando ele tem um caralho igual o dele..., nossa..., eu me acabo com aquilo tudo dentro na minha boceta..., aaaaffff!
-Ainda bem..., que você é tranquila..., se fosse ciumenta..., iria ficar louca..., do jeito que as mulheres hoje em dia andam assanhadas..., elas adoram querer tomar o marido das outras...até o meu, que não é grande coisa, as vadias dão em cima... É que o coitado, além de não ser bonito..., tem um pintinho pequeno..., mas como tem dinheiro, já viu..., se eu bobear, também pegam.
Minha filha então, sorrindo, disse:
-Bem..., também quero dar meu palpite nessa conversa! Acho que a tia Marina realmente escolheu um homem muito legal para ser meu tio..., além de ser um tremendo gatão! Gostei muito dele! E tem outra coisa que gostei aqui, foi da piscina que tem aqui... Nossa, vai ser uma delícia vir passar a tarde aqui nadando e tomando sol..., pois lá no clube, tem sempre um monte de chatos que ficam reparando nos biquínis da gente... Não pode nem usar o fio-dental, todo atoladinho!
-Huumm..., pelo jeito Marina..., você arrumou um marido que agradou toda a família..., e pelo jeito, sua casa vai ficar cheia de gente... A sobrinha..., a irmã..., e pelo jeito, até meu marido, vai querer vir aqui..., porque foi ele que te apresentou o Marcos!
Marina então deu uma gargalhada bem safada e disse:
-Não sei não..., tô achando, que vou ter que tomar cuidado é com as mulheres da minha família. As safadas tão elogiando demais o meu futuro marido! Uma sobrinha ainda virgem..., mas sei que vai ser muito putinha! Uma irmã..., que deixa os machos pegarem ela no ônibus..., nem sei o que anda fazendo quando viaja para fora da cidade..., pois do jeito que é tarada..., não consigo acreditar que deu essa boceta só para o meu cunhado..., vou ter que tomar cuidado!
Caímos em risos e logo Marcos chegou com o pote do sorvete, e nos serviu.
Quando brinquei dizendo que ele se casando com minha irmã, iria ter que aturar mais duas mulheres no verão, querendo abusar daquela piscina, ele disse:
-Que nada..., eu vou adorar ter mais gente aqui em casa..., pois faz tempo que morava sozinho... Também, nunca fico trazendo muita gente estranha aqui não..., mas... vocês, podem vir na hora que quiserem..., aqui dá até para nadar pelado..., pois os muros são bem altos!
Minha irmã então, sorrindo, disse:
-Tô até vendo..., acho que arrumei um futuro marido bem safado! Já tá até querendo ver a cunhada e a sobrinha nadando peladinhas..., já percebi que vou ter que tomar cuidado!
Ele deu uma gargalhada, e disse:
-Bem..., eu disse que podiam nadar peladas..., só quando estivessem aqui sozinhas..., eu não paro em casa de dia, pois tenho que visitar clientes..., mas..., se por acaso..., vocês quiserem nadar peladinhas..., comigo por perto..., não vou reclamar..., mas é lógico, que se fosse homem, eu sairia correndo!
O papo estava bem descontraído e logo devoramos o pote de sorvete. Em seguida tomamos água e chamei minha filha e minha irmã para irmos embora. Marina então sorrindo, disse:
-Eu já vou ficar por aqui..., na minha futura casa..., além do mais, tô precisando namorar meu homem!
Quando nos despedimos Marcos nos abraçou forte e disse sorrindo:
-Se minha cunhada e minha sobrinha quiserem vir nadar na piscina amanhã..., podem vir..., prometo que compro mais sorvete!
Quando saí dali meu sexto sentido, me avisou que aquele homem iria provocar um grande rebuliço na família.
No outro dia, logo após o almoço, a minha filha, toda sorridente, perguntou se não iríamos nadar na piscina da casa do tio Marcos e então, eu sorri e disse:
-Epa..., garota..., sei não..., nem bem acabou de conhecer o tal de tio Marcos e já está com esse assanhamento todo, é? Pelo jeito tá querendo mostrar o corpinho, só de biquíni para ele, né? Pensa que não vi ontem, você medindo ele de cima a baixo! Veja se não fica dando bandeira assim..., pois a sua tia pode não gostar, hein!
-Nossa mãe..., como você é maldosa! (Risos). Eu já conheço o tio Marcos há mais de 2 meses..., você esqueceu que estou sempre junto com a tia..., já fiquei segurando vela para eles, várias vezes..., já fui com eles nos barzinhos..., tomar lanches..., no cinema..., ele é super legal e a tia também..., ela sempre me chama para sair!
-Sei..., eu sei que vocês são unha e carne..., mas cuidado, hein sua safadinha..., eu bem que notei os seus olhares, para o Marcos, que não são assim tão inocentes..., e tem outra coisa..., além de bonitão..., pelo jeito, ele é bem safado também... E você, também não é santinha..., eu sei muito bem disso!
Minha filha caiu na gargalhada e toda dengosa disse:
-Mãe..., chega de falação..., vamos logo para a casa do tio Marcos..., quero me bronzear com o biquíni novo que você trouxe..., vamos nos divertir..., tenho certeza, que vai ser muito legal!
Na verdade, eu também queria ir e depois de meia hora, já estávamos na casa do meu novo cunhado e assim que tocamos a campainha do portão, quem nos recebeu foi minha irmã, que toda alegre nos recebeu dizendo:
-Que bom que vocês vieram..., vai ser muito bom nos bronzearmos juntas..., o Marcos foi visitar 2 clientes e disse que assim que terminar, vai trazer sorvetes para nós. Vamos colocar os biquínis e cair na piscina!
No quarto, tirei os biquínis novos da sacola e cada uma escolheu o que queria e então olhando demoradamente para minha irmã e para minha filha, e também para o meu próprio corpo, vi que éramos 3 mulheres muito bonitas e com uma sensualidade incrível.
Os biquínis ficaram maravilhosos e extremamente pequenos e tive certeza que meu cunhado iria se esbaldar em ver três gatas, praticamente nuas.
Caímos na água e começamos a brincar com uma bola e logo notei que nossos seios ficavam escapando para fora da parte de cima do biquíni que mal cobria os biquinhos.
Depois de algum tempo, meu cunhado chegou todo sorridente trazendo sorvete.
Minha irmã então, disse que era para o meu cunhado colocar uma sunga e ficar na piscina com a gente.
Ele deu um sorriso bem safado e disse:
-Opa..., pensei que fossem aceitar a minha sugestão de ontem..., para nadarem peladas..., não sei o porquê, mas... acho que eu iria gostar mais..., sem contar que vocês iriam se bronzear por inteiras.
Ele entrou na casa para vestir a sunga e dei a ideia de servir uma taça de sorvete para cada uma, e minha irmã pediu que eu fizesse isso e então, eu saí da piscina, e fui até à cozinha.
Meu corpo estava todo molhado e quando comecei a procurar as taças no armário da cozinha, meu cunhado apareceu por ali com uma sunga branca bem justa, que deixava seu corpo másculo ainda mais sexy e, quando olhei entre suas coxas, havia um volume, que era escandalosamente grande.
E o mais incrível, era que o desenho do seu pau enorme, se mostrava perfeitamente e ele sorrindo disse:
-Vou te ajudar, minha cunhada... vou pegar as tacinhas do sorvete para você..., peraí!
Ele passou pertinho de mim e senti meu corpo se arrepiar e então ele disse:
-Janete..., eu estava olhando você por trás..., e tanto você, quanto sua filha e sua irmã..., são praticamente idênticas de corpo..., por trás..., bunda carnuda, e arrebitada..., se vocês usassem cabelos iguais..., iria ser difícil não agarrar alguma de vocês enganado..., ia ser um problema!
Dei um sorrisinho safado e, enquanto colocava o sorvete nas taças, disse:
-É.... Com certeza, isso seria uma boa desculpa..., né seu safado..., depois que agarrou..., está agarrado, né?
E o safado, deu uma alisada acintosa naquele volume enorme e chegando atrás de mim na pia, sussurrou no meu ouvido:
-Tem certeza, que não precisa de ajuda? Eu iria adorar ajudar a minha cunhada..., ainda mais assim, de biquíni!
O safado do meu cunhado sem pedir licença, pegou nos meus quadris, e me puxou firme de encontro ao seu corpo e me encoxou sem pudor e tornou a dizer:
-Posso ir para a piscina? Janete..., ou você quer que eu fique te ajudando?
Nem respondi nada, e senti a minha xaninha esquentar e quase morder o biquíni e então sussurrei:
-Vai logo..., seu safado tarado..., onde já se viu..., ficar me agarrando assim..., eu posso gritar hein!
Ele nem se importou e me apertando forte, deslizou a mão pela minha barriga e quando me dei conta, seus dedos se enfiaram pelo cós do biquíni e em instantes tocaram meu grelinho.
O safado bolinou rapidamente minha xaninha e, do jeito que havia começado, parou e saiu da cozinha indo para a piscina.
Ainda bem que o biquíni estava molhado da água da piscina, porque minha xoxota ficou completamente ensopada com aquela loucura. Se ele tivesse continuado mais alguns segundos, eu teria gozado em seus dedos ágeis e safados.
Rapidamente me recobrei e levei as tacinhas de sorvetes até à piscina.
Todas tomaram rapidamente e logo voltaram a brincar com a bola na piscina e não demorou nada, para que percebesse que meu cunhado era extremamente safado. Toda vez que tinha uma chance ele enfiava a mão entre minhas pernas e deslizava os dedos na minha xaninha.
Ele fazia isso também com minha irmã, e comecei a achar que também com a minha filha, porque a safada, nem conseguia disfarçar o seu tesão.
Naquela piscina, estava rolando uma sacanagem, quase sem disfarce e já que tudo parecia normal, eu me deixei levar, e nem fiquei tão surpresa, quando senti o pauzão enorme do meu cunhado entre minhas coxas.
O safado tinha tirado o pau para fora da sunga. Meu tesão estava a mil e sem pudor peguei naquele monstro dentro d’água com vontade. Minha filha estava sendo bolinada como qualquer puta, e adorava. Minha irmã, com certeza, sabia o que estava acontecendo porque ela sempre foi muito puta, mas não parecia se importar com aquela safadeza intensa, até que o meu marido, ligou para o meu celular, pedindo que eu fosse até ao mercado, porque precisava da minha assinatura em um documento.
Aquilo cortou o clima e então, disse que logo iria até la e saímos da piscina.
Marcos era um tarado e adorava demonstrar isso, porque seu pauzão estava tão duro, que chegava quase a escapar pelo cós da sunga e enquanto eu e minha filha nos enxugávamos para ir embora, escutei gemidos que vinham da sala.
Eu e minha filha nos entreolhamos e fomos dar uma conferida e minha irmã estava de 4 no sofá, com o meu cunhado atrás dela, socando aquele monstro enorme na bocetinha dela.
Marina urrava de prazer, com aquele macho fodendo nela com força e ela até sussurrava:
-Fode..., fode..., a sua putinha..., mete esse caralho na minha boceta..., assim..., mete tudo, seu tarado... aaahhh..., soca..., fode..., me fode..., vou gozar..., aahhh..., vou gozar..., aaahhh que delícia..., que caralho mais gostoosoôô!
E ficamos ali por alguns segundos. E tive que arrastar a safada da minha filha, para irmos embora e saímos sem nos despedir. Assim que colocamos os pés na rua, eu disse:
-Jessica..., eu não vou deixar você vir sozinha aqui na casa do safado do Marcos..., pois ele vai te comer na primeira oportunidade..., e tenho certeza, que você vai deixar! A sua tia Marina, arrumou um tarado, muito louco!
-Mãe..., eu sei que ele é muito tarado..., mas nunca tentou me comer..., juro..., eu já vi alguns amassos dele com a tia..., mas foi a primeira vez que vi ele metendo de verdade na tia..., nossa..., eu já sabia que ele tinha um pintão..., mas agora, foi que eu vi de verdade... Nossa, como aquilo é grande..., nem sei como a tia aguenta aquilo tudo... Acho que na minha bocetinha virgem, não entra nem a cabeça!
Eu comecei a rir do que minha filha havia dito e falei:
-Jéssica..., pode ter certeza que entra sim..., e você sabe disso..., deixa de querer me enrolar..., sua safada..., ele te bolinou do jeito que quis dentro da piscina..., você estava morrendo de tesão..., e nem conseguia disfarçar..., ele estava com o pauzão para fora da sunga, e até acho que enfiou aquilo no meio das suas coxas!
Jéssica deu um sorrisinho todo safado, e disse:
-Nossa mãe..., você não deixa escapar nada hein! (Risos...).
-Aahh mãe..., eu deixei mesmo ele pegar em mim..., eu até peguei no pintão dele... A tia não tá nem aí..., e eu aproveitei mesmo..., mas..., eu sei que ele também pegou em você..., e você também, não conseguiu disfarçar... Você  é safada também!
-Nossa..., já pensou se alguém fica sabendo dessas loucuras..., bico fechado, hein garota? ... Nada de comentar esse tipo de coisa com alguma amiga! Seu pai não pode nem sonhar com uma coisa dessas!
-Mãe..., fica tranquila..., apesar de ainda virgem..., a sua filhinha é esperta..., você sabe disso!
-É, eu sei que é..., e cada vez mais, eu tenho a certeza disso! Além de esperta..., você é bem putinha!
Estava na cara, que a safadeza não ia ficar apenas nas “brincadeiras” na piscina.
Aquele “cunhado” era um “demônio”, que tinha aparecido para atentar as putinhas da família.
Na verdade, eu estava louca de vontade de rever aquele “demônio” cacetudo, o mais rápido possível e quando no sábado de manhã, a minha irmã ligou dizendo que era para eu e minha filha irmos para a casa dela, para ficarmos na piscina, e que seu maridão iria assar carne na churrasqueira..., aceitei na hora.
Como meu marido no sábado, nem vinha almoçar em casa, por causa do movimento intenso do mercado, teríamos o dia inteiro para nos bronzearmos e, com certeza, iria rolar alguma sacanagem.
Assim que chegamos, a minha irmã já estava na piscina e minha filha tirou o vestidinho e pulou na água.
Meu cunhado estava com um short largo e uma camiseta, ajeitando as coisas ao lado da churrasqueira.
Tirei meu vestido e fiquei de biquíni e toda prestativa, fui perguntar ao “demônio” se estava precisando de ajuda, e ele deu um sorriso bem safado, e disse:
-Claro que sim..., ainda mais quando a ajudante gostosa está com um biquíni bem pequeno!
A piscina era um pouco distante da churrasqueira e, também pelo barulho do aparelho de som, que tocava músicas, dava para conversar sem que as duas na piscina escutassem nada, e então, a conversa se tornou altamente safada:
-Mas que cunhado mais tarado, que veio parar nessa família..., pelo jeito você deve ser um daqueles safados que não estão nem aí..., deu moleza, soca a rola, né, seu tarado?
-Janete, minha cunhada..., estou adorando essa família..., só tem puta..., e eu adoro putas..., até sua filha, que diz que é virgem..., logo vai ser mais uma vadiazinha..., que vai dar a boceta a toda hora!
-Seu safado..., minha irmã é muito louca, de ter vindo morar com você. Você deve aprontar muito, seu tarado!
-Janete..., se você for uma putinha boazinha e bem submissa, como eu gosto..., daqui a pouco vou brincar com você lá na cozinha..., agora, cala essa boca, e vai para cozinha pegar uma cerveja bem gelada para mim..., e oferece também para as garotas..., vai logo, sua putinha!
Fiquei por segundos sem reação, depois de ter ouvido o que aquele safado havia dito, mas em seguida, eu fiz exatamente o que ele mandou. Trouxe uma cerveja para ele e também para minha irmã e minha filha, toda assanhadinha, disse que queria também e até tentei convence-la a tomar refrigerante, mas tanto minha irmã quanto o cunhado, disseram que devia deixar a garota tomar uma latinha, afinal nós todos estávamos em casa!
Logo em seguida, meu cunhado então todo safado, disse:
-Cunhada..., faz um favor para mim; venha me ajudar na cozinha, a temperar a carne!
Meu biquíni estava todo úmido em baixo sem nem eu ter entrado na piscina, e fui até à cozinha e, quando entrei, meu cunhado estava completamente nu, sentado numa cadeira, com aquele pauzão dependurado entre às coxas, e todo safado disse:
-Venha sua puta vadia... Fica de joelhos..., gosto de puta ajoelhada, para chupar meu pau..., vem sua safada..., eu sei que você está louca vontade..., para sentir meu caralho..., vem logo sua puta..., se demorar mais um pouquinho..., vou levantar e não vou deixar você chupar minha rola..., chega de frescura..., vem!
Em segundos, eu fazia o que aquele macho pintudo tinha mandado e quando senti o cheiro e o gosto daquele caralho enorme, abocanhei-o e como nos filmes, passei a chupar com vontade.
Quase não cabia na minha boca aquele monstro, porém eu me esforcei para que isso acontecesse e meu cunhado todo tarado, sussurrou:
-Isso putinha...  É assim que eu gosto, vagaba..., vou foder tua boca, sua gostosa..., engole o caralho do teu macho..., aahhh..., chupa sua vagabunda..., hhuumm..., continua, gostosa!
Vou gozar na tua boca..., quero que engula tudo..., se deixar escapar uma gota..., vou te encher de tapas..., sua vadia..., aaahhh..., eu vou gozar!
O primeiro jato veio muito forte e parecia que ia queimar minha garganta!
Sem me tocar, gozei junto... e senti minha xoxota explodindo e meu corpo tremendo..., o “demônio”, gozava como um cavalo e minha boca era inundada de porra quente... Mas consegui engolir tudo como ele tinha mandado.
Ele então me pegou pelos cabelos me deu um beijo na boca de tirar o fôlego e sussurrou:
-Você mostrou que vai ser uma puta do jeito de gosto..., quando eu achar que está na hora..., vou te foder..., e você vai gozar muito... Eu sou seu macho que você tá mesmo precisando, sua puta..., agora..., e vai... lá, para a piscina!
O safado me um tapa forte na bunda e como um robô, eu saí dali, com a xoxota completamente ensopada.
Até parecia que a porra que tinha entrado na minha boca, estava saindo por baixo.
Pulei na piscina para me recobrar daquela loucura que havia feito.
Nem dava para acreditar, que meu cunhado tinha me usado como uma puta de rua e o pior, é que eu tinha adorado ser tratada daquela maneira.
Ficamos nós três, ali na piscina, brincando com a bola e meu cunhado, todo safado, sempre trazia mais algumas latinhas de cerveja para a gente, enquanto assava a carne.
Depois de algum tempo saímos da piscina e fomos ao lado da churrasqueira e nos sentamos ao redor da mesa e começamos a saborear pedaços de carne, com mandioca, mais uma farofa. Até parecia, que ninguém tinha muita fome, porque não demorou muito para voltamos para a piscina.
Todas já estavam bem alegres, pelo álcool e, quando meu cunhado deu a ideia de nadarmos nuas, minha irmã foi a primeira a fazer isso e em seguida, a minha filha jogou o biquíni ao lado da piscina e, logicamente, eu não iria fazer nada de diferente, e também fiquei nua.
Nem me surpreendi quando o “demônio” tirou o short e a camiseta, e pulou na piscina e a brincadeira com bola recomeçou. Na verdade, o que passou a acontecer ali, dentro daquela piscina, foi uma safadeza explicita.
Meu cunhado com seu pau completamente duro, agarrava a gente e deslizava aquele caralho enorme entre nossas coxas, nos levando às loucuras. A minha filha, já estava toda entregue e de vez em quando, até agarrava no pescoço dele e se esfregava sem pudor. Logo vi que a sacanagem seria bem explicita, porque meu cunhado se sentou na beira da piscina com os pés dentro d’água, e com seu pau completamente duro, enquanto a minha irmã, toda tarada, se enfiou entre as pernas dele e começou a chupar o pauzão dele, igualzinho eu tinha feito na cozinha.
Minha irmã era uma boqueteira de primeira. A vadia tinha uma garganta profunda e engolia uma boa parte daquele caralho enorme.
Minha filha, toda excitada, veio ao meu lado e se abraçando a mim, sussurrou baixinho:
-Mãe..., eu tô adorando o que está acontecendo aqui..., nossa..., tá uma delícia..., ver a tia mamando no pintão do tio Marcos... Nossa..., como é grande..., será que ela vai dar para ele, para a gente assistir, igual naquele dia no sofá?... Eu iria adorar..., ver aquilo de novo..., bem de pertinho..., assim!
-Sua safadinha..., garanto que você está mesmo, é louca de vontade de trocar de lugar com sua tia... Eu tenho a certeza, de que os dois devem ter combinado fazer essas safadezas com a gente aqui... Acho melhor, é nós irmos embora..., não vai demorar muito, para aquele tarado te pegar, e socar aquele cacetão enorme na sua xaninha virgem!
-De jeito nenhum, mãe... Vamos ficar mais..., quero ver tudo..., até parece que você não está querendo também..., a tia falou para mim, que hoje ia ter muitas safadezas aqui na casa dela, e que eu iria adorar!
Minha irmã parou de chupar o pauzão do “demônio” saiu da piscina e toda tarada, pegou-o pela mão e foi em direção à casa. Toda tarada, ela olhou para nós que estávamos dentro da piscina, e dando um sorriso safado, fez sinal para segui-los.
Minha filha, em segundos, já estava fora da piscina e me puxando pelas mãos, disse:
-Vamos..., mãe..., a tia vai transar..., quero ver tudo..., tô louca para aprender! Vamos logo!
Eu e Jéssica saímos da piscina e assim que entramos na sala, minha irmã estava sentada de frente no colo do “demônio”, com aquele monstro todo enterrado na sua xoxota e começava a cavalgar, toda tarada, gemendo alto e ele todo macho dizendo:
-Isso..., vagabunda..., isso..., cavalga gostoso no teu macho..., sua vadia..., assim..., engole o meu caralho com essa boceta, sua safada tesuda..., isso..., assim..., cavalga sua puta vadia..., assimmm..., aahhh..., mas que vagabunda gostosa!
De costas para mim e para minha filha, Marina tomada de tesão, cavalgava como uma louca naquele pauzão que deixava sua xoxota toda arreganhada e a tarada, ainda gemia alto sussurrando:
-Aaahhh..., que caralho gostoso..., aahhh..., mete tudo..., fode a sua putinha..., mete..., mete tudo, arregaça a boceta da tua puta..., seu tarado pervertido..., isso..., eu vou gozar..., vou gozar nesse seu cacetão..., seu puto, aaahhh..., bate...na minha cara..., cachorrão, eu quero gozar gostoso..., aaahhh..., que delícia..., aaahhh..., bate mais..., aaahhh!
Eu e minha filha estávamos nuas a menos de 4 metros de distância do sofá, onde eles transavam de uma maneira selvagem. De minha xoxota, já escorria tanto liquido pelas minhas coxas, que até parecia que eu estava mijando e quando olhei para o lado, a minha filhinha toda tesuda, bolinava seu grelinho toda trêmula e escutei-a balbuciando baixinho:
-Aaahhh..., mamãe..., vou gozar..., vou... que delícia..., vou assistir..., tô..., mãe, eu tô... gozando... Aaaahhhhh!
O mesmo acontecia comigo... e os tapas na cara da minha irmã, me deixavam mais excitada ainda e gozei copiosamente bolinando meu grelo junto com minha filha e então, a minha irmã se levantou daquele cacete e veio até mim e me pegando pela mão, me levou até ao meu cunhado e disse:
-Dá para ele, sua puta..., você já chupou..., agora pode dar..., sua vadia..., mostra aí, que você é tão puta, quanto sua irmã!
A safada sabia de tudo e em segundos, o meu cunhado me colocou de 4 no sofá e, todo tarado, deu umas pinceladas com seu cacetão duro como aço na minha xaninha ensopada e, sem frescuras, ele começou a me penetrar.
Vi estrelas quando senti aquilo foi alargando minha xoxota apertada, mas em instantes, o tesão tomou conta do meu corpo e o “demônio”, sentindo isso, me lacou uma série de tapas fortes na banda, e disse:
-Gosta de pau grande, né vagabunda..., então, pede para o teu macho te comer..., sua puta..., implora pelo meu cacete, sua vadia..., vou te arrombar toda..., mas você vai ter que implorar..., pede vagabunda! ...
Não pensei em mais nada e, toda tesuda, virei o rosto para trás, e, quase descontrolada, e toda tesuda, eu disse:
-Fode..., seu filho da puta tarado..., mete todo esse cacetão na minha xaninha apertada..., seu puto, me arregaça, seu safado..., eu quero gozar nesse pauzão..., aaahhh, isso..., mete tudo..., assim...isso..., aahhh..., que delícia... Aaaahhhhh!
E o safado, me comeu como todas as putas deveriam ser comidas, e apanhei sem dó, na minha bunda!
Em seguida, ele fez o que tinha feito com minha irmã e me fez sentar de frente em seu colo, completamente espetada naquele cacetão enorme, onde cavalguei como uma louca e também apanhei na cara e gozei mais gostoso ainda! Já quase desfalecida de tanto prazer, quando me acalmei, olhei na poltrona ao lado onde minha filha estava de 4, com minha irmã lambendo sua xaninha virgem por trás dela, fazendo-a rebolar sem parar.
Minha filha já estava sendo doutrinada, porque minha irmã aplicava tapas fortes no bumbum dela que, gemendo, sussurrava:
-Não para tia..., lambe mais..., aaahhh..., que delícia..., chupa mais minha bocetinha, tia..., que delícia a sua boca, tia! Aaahhh!
Então, meu cunhado me deixou no sofá e se levantando, foi para junto das duas e de pé ao lado, enfiou o pau na boca da minha irmã e depois de umas pinceladas na xaninha virgem da Jéssica, que gemeu alto, e foi quando ele, todo tarado disse:
-Quer dar para mim vagabunda... quer que eu tire seu cabaço, sua vadiazinha?
Eu estava prostrada no sofá e, na hora, decidi que nem ia me meter no que iria acontecer.
Minha filha estava tomada de tesão e demorou para responder e então o “demônio” deu dois tapas bem fortes na bunda dela, e todo macho, disse:
-Fala logo, sua putinha..., quer deixar de ser cabaço, sua vadiazinha? Pede para eu ser teu macho..., quer ser puta? A hora é agora..., sua vadia..., pede meu caralho nessa boceta, sua putinha safada!
Foi então que, a minha filha deu um gemido alto e sussurrou:
-Quero..., eu quero sim, o seu caralho..., tira o meu cabacinho..., quero ser puta..., sim, eu quero dar..., quero foder, mete... Mete tudo..., me fode!
O “demôniodeu até um sorriso sádico, e sem dó, fincou aquele cacete cabeçudo na xaninha virgem da minha filhinha e, em segundos, o seu cabaço deixou de existir.
Jéssica foi comida como eu e minha irmã havíamos sido... Como uma puta de verdade, e a safada demonstrou que tinha nascido vadia, pois em nenhum instante reclamou de nada e, durante o tampo todo, se portou como uma vadia que sabia como fazer para agradar ao seu macho.
Por suas coxas escorria sangue de sua virgindade e aquela cena selvagem nos deixou ainda mais excitadas e foi incrível, o que aconteceu em seguida.
Marcos comeu eu e minha irmã novamente.
Minha boceta ficou toda inchada e minha filhinha parecia uma ninfomaníaca, pois voltou a dar para aquele macho pauzudo, engolindo por inteiro com sua xoxota, que já não era mais virgem, o caralhão todo, daquele tarado.
Passamos a tarde inteira sendo fodidas por aquele macho tarado.
Aquela orgia só parou quando minha irmã virou de 4 e pediu que o “demônio comesse sua bundinha e então, ele socou aquele caralhão no cuzinho dela e gozou enchendo-o de porra.
A vadia da minha irmã, tinha conseguido um macho perfeito para satisfazer as 3 putinhas taradas da família.
Meu cunhado tarado, passou a ser o Macho Alfa, das 3 putinhas e conseguia dar conta disso sem problemas.
O cabaço do cuzinho da minha filha, foi embora rapidinho também.
Eu achava que não iria aguentar aquele monstro na minha bundinha, mas, quando me dei conta, já estava com ele completamente enterrado e no meu cu, rebolando como uma vadia devia fazer.
Isso já faz 2 anos e continua tudo maravilhoso...repleto de prazeres incríveis!
A vadia da minha irmã tinha conseguido um macho perfeito para satisfazer as 3 putinhas taradas da família
Se curtiram esse conto, tem mais dois que me deixaram taradinha demais quando foram escritos.
Eu e minha filha somos putas!