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domingo, 26 de março de 2017

Se meu marido soubesse




By Bárbara


Meu nome é Michele, vivo no Japão, tenho 25 anos, 1m67, sou  nissei,  casada e tenho 2 filhos... Sei que sou bonita e que chamo muito a atenção dos homens, ainda mais que adoro exibir meu corpinho em roupas curtas e justinhas. Meu marido morre de ciúmes, mas eu já disse a ele, pois esse problema é de antes de nos casarmos, e que não abro mão de me vestir como gosto.
Vivo recebendo cantadas, inclusive de amigos do meu marido, mas nunca tinha caído em tentação, apesar de o meu marido, não me satisfazer sexualmente, mas por causa dos filhos e também, por que casei virgem... Não sou uma mulher volúvel, apenas tenho meus pontos de vista.
 Mas tudo aconteceu num dia como qualquer outro. Meu marido tinha saído para o serviço e eu estava só, em casa, com os meus afazeres domésticos. Meus dois filhos estavam passando férias na casa da avó.
Tudo mudou, quando fiquei com preguiça de cozinhar e pedi uma pizza por telefone para o almoço, num daqueles serviços de entrega rápida. O entregador chegou, e foi tão rápido que me pegou desprevenida com uma camisa fina, que deixava transparecer meus seios redondos e um short de lycra branco bem agarradinho. Não pude disfarçar meu constrangimento, mas não deixei de reparar no volume que se levantou debaixo do jeans daquele rapaz bronzeado e peludo...
-São 2.500 ienes.
-Espere que eu vá pegar o dinheiro.
Mal dei as costas, e ele me agarrou num instinto animal. Não pude me desvencilhar de suas garras. Ele foi logo arrancando meu short e querendo me penetrar com calcinha e tudo. Olhei para seu membro e vi que era enorme. Sempre me disseram que japonês tinha pinto pequeno, e realmente, o do meu marido é bem pequeno,  mas esse rapaz tinha uma tora de uns 20cm,  grossa e cheia de veias...
Ele roçava loucamente seu pênis entre minhas pernas, me molhando toda. Depois rasgou violentamente minha calcinha e pressionou a cabeçorra vermelha em minha fenda já ensopada...
Quando dei por mim,  estava deitada e nem tentava mais me livrar dele. Queria ele dentro de mim. Não queria admitir, mas na verdade, aquilo estava delicioso e eu desejava aquele membro grosso dentro mim.
Foi então que ele enfiou tudo de uma vez só. Parecia que ia me rasgar, mas gozei na hora, meu primeiro orgasmo em cinco anos de casamento... Senti sua rola batendo no fundo do meu útero e eu me contorcia de prazer!  
Suas coxas duras batiam ferozmente nas minhas coxas e quando comecei a gozar de novo, foi realmente um gozo devastador,  como eu nunca tinha conseguido e nem imaginado...
Depois que gozei mais umas duas vezes seguidas,  ele gozou litros de porra dentro de mim, e para o meu espanto, o seu pau não amoleceu,  continuava uma rocha!
Poucos segundos depois, ele me colocou de quatro e novamente cravou seu mastro em minha grutinha e começou com os movimentos que me enlouqueciam. Pude sentir seu esperma farto, escorrendo pelas minhas coxas, enquanto eu gozava alucinada. De repente, ele estava tentando colocar no meu cuzinho ainda virgem!
Sua respiração estava tão forte que eu podia sentir nas minhas costas.
-Não... Não deu tempo de gritar duas vezes, e ele já estava me penetrando pelo traseiro.
-Aaiíí! Aaahhh!
Eu choramingava, num misto de dor e prazer que senti com aquele monte de carne avermelhado entrando, em mim e me rasgando toda. Ele me comeu com tanta força,  que tive um estupendo orgasmo anal,  que me fez desfalecer...
Eu perdi a conta de quantas vezes aquele rapaz me fez gozar!  
Depois de mais de uma hora fodendo sem parar,  ele finalmente ficou satisfeito, depois que me fez engolir muitos jatos de porra,  que engoli agradecida,  e me soltou. Ele se vestiu todo suado me deu o troco que nem conferi, deu um sorriso maroto e me deixou a pizza.
Quando o meu marido voltou, o cheiro de sexo na casa já tinha passado. Tomei o cuidado de me lavar bem e à noite, quando começamos a transar,  fiquei morta de medo que ele percebesse minha vagina mais alargada e os ferimento que aquele macho tinha deixado atrás.
Mas. para minha sorte, ele não percebeu nada. Virei pizza-maníaca e sempre dou um jeito de me livrar das crianças. Meu marido até comentou que eu ando mais calma ultimamente, e não é para menos, agora tenho um macho de verdade para me satisfazer.
Acho até, que já estou grávida dele,  mas disso, o meu maridinho não precisa saber...

A primeira vez, que eu fodi com outro macho...




By Helen


Fazia já algum tempo, que eu e Fernando, pensávamos em como seria ter a rola de outro c encaixada e entalada no meio do meu bumbum. E isso era uma cena que eu sempre vinha nas nossas cabeças quando estávamos excitados, conversando ou transando, mesmo quando a gente ficava só se esfregando com muito tesão, pela situação.
Também, já fazia algum tempo que eu estava passando até mal, de tanta vontade que eu tinha, de rebolar em outros caras. Havia até dias, que eu, só de ir à academia de short, sem calcinha, eu ficava querendo ir me esfregar nos instrutores, só de sentir o short fincado na minha boceta e no meu cuzinho. Então, como vocês podem ver, eu já estava com bastante fogo, de dar para qualquer um.
Uma semana antes, eu e o meu namorado, tínhamos trepado e ele tinha conseguido entrar no meu cu, e aquilo já era a segunda vez que a gente tentava.
Até atualizamos nosso site com fotos de ele me arrombando a bunda...
Bom, eu já estava pegando a prática de dar meu cuzinho, uma coisa que eu sempre que quis aprender, porque uma mulher que sabe dar o cu, e conhece a técnica, sempre goza mais e os homens sabem valorizar essa particularidade.
Então, acho que eu me senti pronta para dar para outro cara.
Foi então que num desses dias, eu entrei na Internet, no ICQ, e o Fernando na sua casa também entrou, fiquei falando com alguns caras que visitaram nosso site, ou leram contos e entre alguns, estava aquele que ia ser o segundo cara, para quem eu iria dar, e o rabo, inclusive.
A conversa foi melhorando, e a gente se provocando, e eu, até mesmo comecei, a passar mal, de tão excitada. Na verdade, eu só tinha visto uma foto de rosto dele, nem do corpo direito, nem do pau, mas me pareceu ser um cara muito legal e simpático, além disso, com muita vontade de me comer e mexer com delicadeza no meu cuzinho.
Isso, já foi mais que o suficiente e, de repente, eu mandei uma mensagem para o Fernando, dizendo que eu queria dar para ele algum dia.
E daí eu levei um susto, eu já estava encharcada de tão excitada, com os biquinhos durinhos e fiquei mais ainda quando o Fernando disse para eu marcar então, para o dia seguinte, já e para eu ir sozinha, porque ele não iria ver, e nem participar da primeira vez.
Claro que eu fiquei meio assustada e excitada ao mesmo tempo, e perguntei se ele tinha certeza disso tudo.
Ele disse que sim.  
Então eu nem pensei muito e respondi para o meu novo macho, que eu iria dar para ele no dia seguinte já.
Liguei para ele e conversamos um pouco, falei que estava louca para rebolar no pau dele, que ia ser a primeira vez, que eu iria dar para outro cara e, se me lembro bem, que eu ia ficar bem abertinha para ele, além de fazer um boquete muito gostoso. Acho que ele gostou de ouvir tudo isso, e também mostrou interesse em tomar banho comigo, o que eu adorei, porque eu adoro tomar banho me esfregando numa rola bem dura.
No dia seguinte cabulei aula para me encontrar com ele. Fui de metrô, tínhamos combinado até a roupa, que a gente ia estar, para se encontrar.
Eu tinha que ir até à Sé, e então, peguei o metrô bem lotado, e tive que ficar de pé. Estava de saia, sem calcinha, e blusinha de alça. E enquanto segurava naqueles paus..., ah, quero dizer, naquelas barras do trem, eu fui percebendo que uma coisa, estava roçando na minha perna.
Já achei que fosse alguém mexendo em mim, só que (infelizmente) não era... Era a minha aguazinha da boceta escorrendo, de lá, até à perna, em várias gotas. Nossa, eu fiquei assim de boca aberta, porque eu, com tudo que estava acontecendo, eu nem percebi que estava pingando na verdade, de tanta excitação, nem mesmo achava que um dia isso fosse acontecer. E vinham-me várias gotas escorrendo pelas coxas, molhando minha saia. Depois disso, eu percebi que diversos caras, estavam me enchendo no metro e olhando minha bunda...
Acho que já estavam antes, mas com o cheiro de sexo melhorou.
Então eu, finalmente, cheguei onde a gente tinha marcado. Fiquei esperando um tempão, e ele chegou. Tive uma ótima impressão dele e estava louca já para começar a dar.
Tivemos que comprar umas camisinhas e depois fomos direto para o apartamento dele. Enquanto isso, nós conversamos um pouco e acho que os dois estavam um pouco nervosos, mas isso só melhorou as coisas, eu só pensava em tirar a roupa logo, porque eu estava pegando fogo.
Logo no elevador, ele chegou mais perto e a gente começou a se beijar, senti a mão dele entrando por baixo da minha saia e sentindo a minha bundinha.
Comecei então a mexer no pau dele por cima do short, que já fazia um volume bem duro e gostoso, e que me deixou louca. Estava totalmente duro, cada centímetro! Ainda no corredor do prédio, a gente se pegava, se beijando e passando a mão um no outro. Quando entramos no apartamento, ele me levou para o quarto e tirou a camisa, foi ótimo ver o seu tórax, e já ir explorando o corpo de outro cara, era bem definido e muito gostoso, nem precisou de maiores incentivos, para eu já tirar toda minha roupa,   começando pela saia e revelando já minha bocetinha raspadinha para ele. Depois de eu tirar a blusa, ele tirou o short e a cueca e, nossa!...   Quando eu vi aquela piroca, já me deu vontade de começar a gemer, só de pensar. Que tesão! ...
 Logo falei para ele que ele era muito tesudo, e que a rola dele estava muito dura. Só de escrever, eu já estou toda molhadinha porque eu tinha um tamanho ótimo, acho que era aproximadamente, uns 17 ou 18 cm,  encurvada,  e dura que  nem eu nunca imaginei, com uma cabeça grande e vermelha,  um tesão, não dava para não querer chupar e sentir aquilo tudo na minha boceta. Fiquei reparando que aquilo estava muito dura mesmo, como uma pedra e ele, disse sorrindo:
-Mais dura que aquilo, não dava mesmo,   eu adorei ouvir aquilo e na hora eu já me virei e fiquei de quatro, com os braços na cama apoiada,   oferecendo minha bundinha aberta para ele.
E aí eu senti pela primeira vez, a pica dele esfregando ali atrás, estava bem quentinha e me deixava louca, ficamos roçando um no outro assim um bom tempo, ele de pé me encoxando e eu apoiada na cama.
E então, ele ficou deitado na cama, e eu comecei a chupar o seu pau. Que excitação gostosa, engolir aquela rola cabeçuda! Ele me pedia para abocanhar o pau inteiro e eu o fazia, era diferente, porque eu nunca tinha sentido uma cabeça de pau tão grande, que ia até, quase na minha goela... Era um tesão! ...   
Fiquei chupando, e lambendo, sentindo o novo mastro e piscando o cuzinho lá atrás, até ele gozar na minha boca e eu engolir todo aquele leite com sabor diferente do Fernando.
Estava totalmente excitada, e nem esperei nada e fiquei deitada em cima dele, com a bundinha levantada. Pareceu-me, que o pau dele continuava bem durão e tesudo e para dar um tempo eu fiquei ali, me mexendo, abrindo toda a boceta, e ele foi direto enfiar dedos na minha bocetinha. Fiquei louca de pensar que era outro c, e não, o meu namorado que estava fazendo essas coisas em mim, e ele fazia aquilo muito bem.
Contorci-me todinha, enquanto ele mexia ali, e ele, também tocava minha bundinha e passava a mão no meu corpo e aquilo era tão enlouquecedor, que acabei gozando com tudo isso, nem sei aonde me esfreguei, se foi na sua perna, nos lençóis, ou se foi por causa da mão dele mesmo. E então, recomeçamos tudo de novo, me esfreguei no seu tórax para me excitar mais e ele beijou meus peitinhos, ele me falava que eu era muito gostosa, pincipalmente quando eu fiquei de quatro, de novo, para ele, dessa vez, os dois em cima da cama.
E aí, começou uma das melhores partes, porque ele me encoxava muito bem, com aquela pica dura. Nossa, que pica dura...
E eu sentia bem a cabeça dele mexendo lá dentro, em tudo, no cuzinho, e na boceta... E daí, ele começou a enfiar alguns dedos no meu cuzinho. Eu passei mal, fiquei enlouquecida, e até comecei a suar um pouco.  Falei para ele que não aguentava mais aquilo, e que eu queria por no cu.
Então, ele enfiou mais ali, falando que era bem apertadinho, e foi pegar as camisinhas e meu celular, para caso o Fernando ligasse.
Foi nessa hora que eu vi bem a bundinha dele. Muito gostosa, eu recomendo, e me deu muita vontade de apertar. Eu adoro as bundinhas dos machos! Eu tive sorte, com os dois, o Fernando e ele, têm bundas muito gostosas.
Quando voltou, eu ainda estava de quatro, arrebitando a minha bundinha, esperando para levar rola, e ele tentou umas duas ou três vezes, mas o meu cuzinho, ainda é muito apertadinho e a cabeça dele não entrava fácil, mesmo estando dura como uma rocha.
Eu falei:
-Tudo bem, ele colocou mais dedos lá o que me deixou louca de novo e pedi mais uma vez, a rola dele, só que  não deu mesmo e então, eu pedi para ele colocar o pau na minha boceta. Ali entrou bem fácil e foi incrível porque eu pressionava tudo e me deixou pronta para gozar, só de penetrar.
 Quando ele começou meter então, comecei a gemer muito, já estava caindo na cama, e falei que o pau dele metia bem melhor que o do Fernando, e não sei se foi impressão, mas eu senti que ficava mais duro ainda, dentro da minha boceta. Ele me pegava pela cintura, o que me deixou excitada até hoje, porque eu adoro que peguem na minha cinturinha, e metia com força, acabando comigo.
Foi nessa hora, muito oportuna, que o Fernando ligou. Logo vi que era ele, e então nem disfarcei minha voz, atendi com a voz acabada de fêmea, que  está levando cacete, e falei:
-Oooiii.
Ele estava meio que também nervoso, e deu para perceber e quando ele percebeu que eu estava dando, ele ficou muito surpreso, e ele me disse:
-Engraçado..., como você, nem 10 minutos depois de conhecer o cara, já estava levando a rola dele assim?
E eu nem conseguia falar direito porque eu gemia muito, com ele metendo gostoso na minha boceta, e o Fernando, perguntava se ele já tinha comido o meu cu, eu disse que tinha tentado, e ele perguntou o que eu estava fazendo e eu disse que:
-Amor, agora eu estou de quatro, recebendo a rola dele.
E depois, o meu namorado me perguntou se eu achava que ele tinha gostado de mim, e daí, eu falei que não sabia, e se ele queria falar com o A., para perguntar para ele.
Eu passei o telefone para o A. que atendeu e disse que era bem o que ele imaginava, de ver na Internet e que eu era muito boa e tal.
Foi muito excitante. Depois eu desliguei o telefone e o A. meteu muito em mim, e começou a meter com muita, muita força mesmo e rápido, nossa, tão rápido que  a cama chacoalhava e nossa, eu gozei acho que  nessa hora de tanto gemer,   nem podia gritar tão alto, mas não deu para segurar. Depois a gente trocou de posição ele perguntou se eu não queria sentar na rola dele e eu disse:
-Mas, é claro que sim, seu gostoso...
E ele ficou deitado, comigo em cima e eu cavalgando, nunca tinha sentido tão bem, uma rola ereta, grossa e grande como aquela, na minha boceta. E enquanto eu cavalgava, ele pegou a minha cintura e foi empurrando o cacete e subindo a bunda dele da cama até que gozou na minha boceta. Depois ficamos deitados conversando um pouco e acho que ele também gostou da experiência. Depois disso fomos tomar um banho e logo que a gente entrou, vi que a rola dele estava dura de novo. Fiquei rebolando gostoso com a água caindo no meu corpo, ele me tocando e passando o sabonete em mim, nos beijamos um pouco e nessa hora, também e ele passou até o chuveirinho perto da minha boceta. Beijou-me no pescoço, o que  sempre me deixa muito arrepiada e eu mexi bastante na sua rola, porque eu queria me despedir bem dela.
Ficamos nos esfregando bastante mesmo, a minha boceta na rola dele e depois minha bundinha e meu cuzinho também. Então resolvi chupar de novo porque eu  não podia desperdiçar aquilo tudo, e então, eu me agachei e fiquei de cócoras e comecei a chupar, ele me ajudava empurrando um pouco a minha cabeça, e eu chupei até ele gozar mais um pouco.
Olha, foi muito gostoso e eu daria várias vezes mais, antes de ir embora... Adoro fazer um pau jorrar,  e adorei deixar minha boceta bem aberta para ele entrar e ser bem safada a ponto de ir dar sozinha para outro cacete que  tinha ficado duro por mim,   tenho certeza que  ainda vou fazer isso muitas vezes. Mas ainda estão faltando muitas coisas, uma DP e também agora, alguém estrear meu cuzinho, sem ser o Fernando...
Façam suas inscrições...
 Alguém se habilita?

sábado, 25 de março de 2017

Meu marido pediu para me exibir para seu amigo!




 By PF


Meu nome é Lucia e tenho trinta e cinco anos, sou morena, tenho um corpo muito, mas muito mesmo, bem feito e chamo atenção.
Sempre gostei de provocar os homens, com minhas minissaias, principalmente quando me sento e cruzo as pernas. Meu namorado, o Marcos, sempre soube desta minha tara, de me exibir. Depois que casamos meu marido, o Marcos, sempre me pedia para eu me exibir para os seus amigos, e quando eu fazia isso ele ficava muito excitado e tinha relações sexuais comigo como um louco. Um dia ele convidou um amigo para vir, passear em nossa casa, e falou-me que queria ver, eu me se exibindo para o seu amigo.
Quando o amigo dele chegou, eu fiquei na cozinha, disfarçando na porta da geladeira, só de camiseta e calcinha preta fio dental e nós já tínhamos combinado, de que ele chamaria o amigo, para tomar uma cervejinha na cozinha.
Quando o amigo entrou na cozinha e me viu daquele jeito, ficou meio assustado, ficou parado me olhando por um tempo, depois me cumprimentou e me deu um beijinho no rosto e um abraço, aproveitei e apertei meu corpo contra o dele, meu marido pediu licença e foi até o banheiro, nos deixando dois ali sozinhos, o Júlio, era o nome do amigo, ele me olhou de cima em baixo e exclamou:
-Você esta muito gostosa!
Novamente eu dei-lhe outro abraço e perguntei:
-Você acha mesmo, que eu estou gostosa?
Ele me disse:
-Olha, eu acho sim, e também, eu adoraria muito poder comer essa bundinha gostosa.
Eu virei a bundinha pra ele e disse na hora que você quiser, ela será toda sua!
Nisso ele apertou minha bunda com as duas mãos e me deu um beijo no pescoço.
Meu marido saiu do banheiro e nos sentamos nas cadeiras ali em volta da mesa, eu estava do seu lado e meu marido sentou-se do outro lado, por debaixo da mesa o Júlio, começou a alisar minhas pernas, chegando até a calcinha, meu marido fazia de conta que não estava vendo.
Depois de umas três ou quatro cervejas, meu marido nos convidou para irmos pra sala, ele foi à frente e Júlio disse:
-Vou até o banheiro...
E me puxando pela mão, até o corredor e começou a me abraçar e a passar as mãos pelo meu corpo, colocou a mão, dentro da minha calcinha e chupou meus seios, nisso eu me soltei dele e fui pra sala, minutos depois ele veio atrás de mim. Quando Júlio chegou na sala, ele falou:
-Marcos, meu amigo, a sua esposa está muito gostosa, pede para ela tirar essa camiseta, que a calcinha, eu mesmo vou tirar no dente!
Marcos já estava com tesão, por que ele percebeu, que nós ficamos no corredor e, então, ele falou:
-Olha Júlio, você sempre foi meio brocha com a mulherada, e eu duvido que você, consiga tirar a calcinha dela no dente.
Júlio se aproximou de mim, tirou minha camiseta, me deitou no tapete e começou a tirar minha calcinha com os dentes, tirou até aos pés, depois ele veio subindo, passando a mão e beijando minhas coxas, quando chegou à minha boceta, ele começou a chupar com toda a força, e depois de me fazer gozar em sua boca, Júlio tirou sua roupa e fizemos um sessenta e nove com muito tesão, novamente gozei em sua boca, Marcos já não se aquentava mais de tesão, vendo o Júlio chupando minha boceta na sua frente. Depois que gozei, Júlio me virou de quatro e socou o cacete na minha boceta, que já estava encharcada de gozo, depois de um bom tempo socando na minha boceta, Júlio tirou o cacete da minha boceta e começou a socar no meu cu, Marcos estava babando de tesão, vendo o cacete do Júlio dentro do meu cu e, enquanto o Júlio socava o cacete no meu cu, Marcos tirou o cacete dele pra fora e colocou na minha boca pra eu ficar chupando, enquanto tomava cacete no cu, um cacete fodendo meu cu, outro cacete fodendo minha boca, não teve outro jeito, se não gozássemos os três juntos, enquanto Júlio enchia meu cu de porra, minha boca era invadida com a porra do Marcos.
Depois fomos tomar banho os três juntos, Júlio foi embora, Marcos me levou pra cama e me fodeu de novo, na boceta e no cu, com mais tesão, porque tinha visto o Júlio fodendo meu cu, depois ele me prometeu, que aproxima semana, ele vai chamar o seu amigo Nenê, que tem um cacete de vinte dois centímetros.

   Será que vou aguentar?    

Convenci minha mulher a dar pra outro!




By Paulo F

Olá, meu nome é Paulo e a história que vou contar é incrível e aconteceu comigo há um mês.
Considero-me um cara de muita sorte, tenho trinta anos e sou empresário em São Paulo onde moramos. Sou casado há seis anos com a Cláudia, uma lourinha gaúcha, de vinte e cinco anos. Eu, até então, era o único homem com quem ela tinha transado, pois começamos a namorar quando ela tinha apenas quinze anos e fui o seu primeiro namorado e fui eu que tirei seu cabacinho.
Por ser mais experiente que ela, eu ensinei tudo o que ela precisaria saber na cama. A Cláudia tem 1m73 de altura, 65 kg que são muito bem distribuídos, em um corpo maravilhoso, muito bem malhado, de quem frequenta academia três vezes por semana.
Seus cabelos loiros são compridos até a altura dos ombros, tem as coxas deliciosamente grossas, e a bundinha durinha, redondinha e absurdamente arrebitada. Seus seios são cheinhos, (sem exagero), redondos e empinadinhos e os biquinhos, quando excitados, ficam tão durinhos que parecem querer furar a blusa.
Ainda não temos filhos e, por isso temos certa liberdade para sairmos sempre. Gostamos muito de sexo e abusamos de nossa criatividade na cama. Certa vez fui buscá-la na academia. Ela estava usando uma Calça Legging, bem colada, definindo cada curva de seu lindo corpo e mostrando sua bocetinha saliente, formando aquela testinha que nós homens, adoramos ver, e notei que aqueles caras fortões a devoravam com os olhos e inexplicavelmente, não senti ciúmes e, muito pelo contrário, até fiquei com o pau superduro.
 Naquela noite transamos como doidos. Eu imaginava um daqueles machos superbombados, metendo na Claudinha e era invadido por uma excitação maluca, e eu meti como nunca naquela bocetinha gostosa.
– Nossa! Mas o que foi que aconteceu com você?
Ela perguntou, quando já íamos para a terceira.
-Que tesão doido é esse?...
Daquele dia em diante, eu passei a alimentar o desejo de ver minha mulher dando para outro homem. Pesquisei tudo sobre o assunto e li muitos relatos.
Entrei em contato com vários homens, autores dos relatos e trocamos muitas ideias. Um dia, entrei no quarto e vi a Claudinha dormindo só de calcinha e com as pernas entre abertas expondo aquele Capozinho de Fusca e decidi:
Ela é muito gostosa para pertencer a um homem só. Criei coragem e falei pra Cláudia do meu desejo e perguntei se ela algum dia, toparia uma aventura dessas.
–Mas você ficou maluco? Você está querendo ser corno?… Eu não sou do tipo de garota que sai dando para qualquer um e..., bla, bla, bla, bla…
Só sei que ela ficou muito zangada e, por alguns dias não falou comigo. Deixei quieto, durante uns dois meses, até que, numa noite, enquanto estávamos nas preliminares, eu pedi para que ela fechasse os olhos e comecei a fantasiar no ouvidinho dela, para ele imaginar, que eu era outro homem, que estava ali com ela, percebi que sua bocetinha molhou na hora, pois eu estava com a mão sobre ela, ainda por cima da calcinha.
Transamos como loucos.
-Tá vendo? Reparou como você tem vontade de dar pra outro?…
Falei.
– Aaahhh, tudo bem, reconheço que, como toda mulher, eu tenho sim tesão, e uma certa curiosidade, afinal, mas eu só dei para você até hoje, mas daí a matar essa curiosidade de verdade, é um passo muito grande e é uma coisa que, me parece, não tem volta... Depois, a gente nunca poderá apagar um acontecimento dessa natureza, você concorda?
A partir daquele dia, senti uma pequena chance do meu desejo vir a se realizar e fiz de tudo que estava ao meu alcance!
Mandava e-mails com matérias sobre o assunto, mandava links de contos eróticos do gênero e ela passou a se interessar sobre o assunto. Certa noite, quando cheguei do trabalho, ela já me esperava no quarto e me atacou com um tesão tremendo.
Depois de transarmos, ela me perguntou com sua vozinha bem rouca, olhando-me diretamente nos olhos.
– Você tem certeza de que quer ver mesmo outro homem me comendo?
– Tenho! Isto me excita muito. Por que você pergunta? Você está afim?!
Eu perguntei a ela, cheio de desejos.
–Digamos que eu andei pensando sobre o assunto e isso me despertou certa curiosidade e, talvez, eu até mesmo, tope, mas tem uma condição:
– Qual condição?
Eu perguntei.
– Não pode ser com ninguém do nosso relacionamento, para não criarmos vínculos e eu vou escolher o cara, afinal vai ser a minha boceta que ele vai comer, certo?
Concordei na hora e nos inscrevemos num site de casais e ficamos conhecendo várias pessoas e vários homens que nos mandavam e-mails com fotos, mas a Cláudia parecia não se interessar por nenhum deles, até que um dia ela demonstrou interesse por um deles e respondeu ao e-mail.
Passamos a nos comunicar por MSN. O nome dele era Jorge, tinha 49 anos, era separado, mulato, calvo e não era bonito, mas a Cláudia se interessou por ele.
Posso dizer que ele a conquistou com o papo, até que um dia resolvemos nos encontrar.
Marcamos então, numa quinta-feira num barzinho em Moema, bem longe de onde morávamos, para evitar encontrar com conhecidos.
Antes de sairmos de casa, ela me perguntou:
– Paulo, querido, você tem certeza de que quer isto?… Se você preferir, a gente pode parar agora.
Fiquei gelado na hora e com um pouco de ciúmes, pois dali algumas horas, outro poderia estar metendo na bocetinha linda de minha esposa, mas o desejo de vê-la gozar no pau de outro macho foi mais forte.
–Sim! Eu tenho certeza!
Ela, então tomou um banho eu fiz questão de assistir ela se aprontar para o Jorge. Como estava uma noite quente, ela escolheu um vestido azul, até a altura dos joelhos, soltinho e folgado com um generoso decote tendo as alças amarradas à nuca (cujo laço eu mesmo fiz naquela noite), e que a deixava com as costas nuas.
Vestiu também uma calcinha branca apertadinha modelando toda sua bunda perfeita.
-O Jorge vai ficar louco quando ele vir você com essa calcinha!
Falei, já com o pau duro!
Ela deu um sorriso sacana.
Chegamos ao barzinho. Ele já nos esperava em uma mesa. Cumprimentamo-nos e sentamos. Pedimos cerveja!
Jorge era um cara supersimpático, bem vestido e educado e conversamos bastante para nos conhecermos melhor. No início, a Cláudia estava meio tímida, mas lá pela terceira cerveja ela ficou mais soltinha. Eu pedi licença e fui ao banheiro. Quando voltei vi de longe, que ela havia se sentado ao lado dele e que ele estava com o braço apoiado sobre o encosto da cadeira dela, enquanto falava coisas à minha esposa, e ela ria.
Confesso que senti um ciúme danado na hora, mas não sei explicar como, a excitação que me dominava, era muito mais forte. Voltei para a mesa e me sentei.
Percebi que a Cláudia estava excitadíssima, pois os biquinhos de seus seios pareciam que iriam furar o vestido. Jorge foi ao banheiro.
-Amor, veja bem, você ainda quer continuar com isto?
Perguntou ela, com seriedade!
– Você não está gostando?
- Perguntei.
–Eu, estou adorando, mas se você me disser que quer parar, nós vamos embora agora.
Falou ela, seus seios parecendo querer pular fora do decote.
– Você não quer dar pra ele?
– Pelo contrário, amor, eu quero muito dar para ele!
Disse ela sorrindo...
- Tá rolando uma química muito gostosa entre a gente. O que eu não quero, é que você diga depois, que eu te traí.
Eu fiquei em silencio alguns instantes...
Um misto de ciúme com tesão, raiva e desejo, me invadiram...
– Você vai, ou não me deixar dar para ele? …
Falou ela séria!
– Lógico que vou deixar você dar para ele.
Falei decidido, saindo daquele estado de torpor em que estava.
-Iremos até ao final...
Então, um sorriso enorme se abriu em seu rostinho lindo.
– Te amo muito, Paulo e nada do que acontecer hoje, irá mudar isto.
Ela me beijou e foi ao banheiro. O Jorge voltou e combinei com ele que iríamos para um motel. Eu disse para ele não se incomodar comigo e fingir que eu não estava ali. A Cláudia voltou, pagamos a conta e fomos para o meu carro.
Eu disse para a minha esposa que fosse no banco de trás com o Jorge e eu fui de motorista. Ajeitei o retrovisor central para poder observá-los. Os dois iam cochichando e vi que minha mulher dava umas risadinhas. O clima entre eles foi aumentando até que começaram a trocar carícias e a coisa foi esquentando, até que se beijaram como dois namorados.
Uma coisa estranha invadiu-me ao ver aquele mulatão beijando a boquinha linda de minha mulher. Era um misto de ciúme e de uma excitação maluca, como eu nunca havia sentido.
Ela o beijava acariciando seu rosto como uma namorada apaixonada, enquanto ele pousou sua mão enorme no joelho dela que estava com as pernas cruzadas e foi escorregando para dentro do vestido por sobre a coxa lisinha de Claudia, até chegar à bundinha e repetiu o movimento várias vezes.
Seus beijos molhados e estalados enchiam-me os ouvidos e eu quase não conseguia me concentrar no transito. Aquilo, não tinha mais volta!
Ele ia mesmo, meter na Cláudia.
Chegamos ao motel e já na garagem, entreguei as chaves do quarto ao Jorge e deixei que eles entrassem primeiro e fui acompanhando a cena. Pareciam dois namorados. Eles olharam em sua volta, e curtiram bastante o quarto, com cama redonda, espelhos no teto e uma enorme Jacuzzi.
Depois, olharam-se nos olhos sorrindo satisfeitos e começaram a se beijar lenta e apaixonadamente e eu curtia a cena de longe, pois ali, eu era apenas um observador.
Seus beijos molhados agora estalavam mais altos dando eco no quarto. As mãos de Jorge escorregaram pelas costas nuas de Cláudia e pousaram sobre sua bunda carnuda e arrebitada. Aos poucos, foi levantando seu vestido parecendo curtir cada momento, até que o lindo traseiro de minha esposa ficou todo exposto, emoldurado e marcado pela calcinha branca apertadinha.
Aquelas mãos enormes massageavam a bundinha de Cláudia com desejo, enquanto suas línguas se tocavam em beijos que não paravam de estalar gostoso, me deixando louco e com o pau duro como pedra.
Eu, na verdade, nunca tinha sentido tanto tesão em minha vida. Enquanto o casal se descobria, fui até à Jacuzzi e a coloquei para encher, pois os dois, depois de transarem, iriam querer relaxar e eu queria deixar tudo preparado para eles.
Quando voltei a dar atenção a eles, Jorge já tinha soltado o laço da alça do vestido que se prendia à nuca de Cláudia, (laço este que, como eu já disse, eu mesmo havia dado, algumas horas antes.)
Seus lindos seios ficaram expostos. Jorge os massageou com desejo e beliscou de leve os biquinhos durinhos de excitação, até que os abocanhou faminto. Peguei a câmera fotográfica e passei a registrar cada momento do casal.
Enquanto a boca de Jorge se divertia nos seios de minha esposa, suas mãos atrevidas desceram até ao zíper que ficava logo acima daquela bundinha gostosa. O vestido caiu e minha esposa ficou só de calcinha e sandálias nos braços daquele mulato, que parecia curtir cada milímetro daquele corpinho perfeito!
– Nossa! Como você é gostosa, Claudinha! …
Ele falou, olhando-a de alto a baixo fazendo-a se virar para ele olhar para aquela bunda perfeita, durinha e arrebitada, envolta em mínima calcinha apertada.
–Garota, a sua bunda, é fenomenal! Muito gostosa mesmo, querida!
Falou ele, amassando-a com suas mãos gulosas.
-Hoje, minha bunda é toda sua, meu macho, faça o que bem quiser com ela.
Disse minha esposa com sua vozinha rouca e que nos momentos de máximo tesão, fica roufenha...
Neste momento, ele fez com que ela se debruçasse sobre a mesa; afastou suas pernas; puxou a calcinha de lado e enfiou a cara entre as nádegas de Cláudia.
Ela me olhou sorrindo o seu sorriso mais sacana e, em seguida, começou a soltar gritinhos e a revirar os olhos no mais puro desejo. Ela estava se entregando a outro homem e estava adorando a experiência.
– Aaaiiiííí… Que delícia!
Ela gemia com sua voz roufenha, extremamente sensual e me olhava.
- Ele tá enfiando a língua inteirinha na minha bocetinha, amor, isso tá bom demais...
O cara era profissional, sabia mesmo o que estava fazendo. A Claudinha delirava e gemia cada vez mais alto, e revirava os olhos, até que quase gozou na cara dele em espasmos loucos.
Ele se levantou e ela se virou para ele e beijaram-se novamente. Minha mulher é assim, adora beijar, ainda mais quando está com tesão.
– Agora é a minha vez de curtir o teu corpo, meu gato.
Falou ela e já foi desabotoando a camisa dele bem lentamente até em baixo, depois desafivelou o cinto e tirou-lhe a calça deixando-o só com a cueca Box, preta, que parecia não conseguir conter aquele enorme membro duro que mostrava seus contornos sob a cueca apertada.
Minha mulher ficou longo tempo acariciando aquele enorme volume, até que puxou a peça para baixo liberando aquele pau duro que, como um boneco de molas, pulou para fora quase acertando no rosto de minha esposinha.
–Noossaa!… Como é enorme!…
Falou ela espantada e realmente era mesmo monstruoso; absurdamente grande, e grosso, uns 22 centímetros mais ou menos; com uma cabeça enorme parecendo um cogumelo e todo rodeado de veias salientes.
–Chupa, vai, chupa que depois eu vou meter ele nessa sua bocetinha loira, gatinha...
Falou ele!
– Nossa!… Ele é tão grande e minha xoxotinha é tão pequenina… Será que vai caber?
-Cabe sim, pode confiar em mim.
Minha esposa já o punhetava de leve e, bem timidamente, foi lambendo a cabeçona daquela rola, exatamente como eu lhe ensinei, com a diferença de que agora, ela tinha um cacete, tamanho família, em sua boquinha linda.
Eu já não aguentava mais de tesão, só de ver a Claudinha, só de calcinha, ajoelhada de frente para aquele mulatão bem dotado pagando-lhe o maior boquete de sua vida.
Enquanto ela chupava aquele cacetão, eu tirei a minha roupa e fiquei curtindo a cena e fotografando.
Em certa altura, Jorge fez com que ela se levantasse e a beijou; levantou-a em seus braços musculosos e caminhou em direção à cama enquanto a Cláudia, com os braços em torno do pescoço dele, o fitava com olhar apaixonado.
Gente, que cena linda! Aquele mulatão bem apanhado, cacetudo daquele jeito, com aquela lourinha de 25 anos, completamente submissa em seus braços.
Ele a colocou delicadamente sobre a cama e tirou suas sandálias sem pressa, depois foi tirando sua calcinha bem lentamente revelando a bocetinha depilada e com a marquinha de biquíni de minha mulher.
O seu pauzão pulsava como o de um cavalo. Lentamente, ele foi beijando-a desde a xoxotinha; barriguinha, peitinhos e boca. Depois, ajeitou-se entre as pernas dela e foi pincelando aquela cabeçona, na entradinha estreita de minha esposa. Percebi que os pelos dos braços dela estavam todos arrepiados. Seria medo ou ansiedade?
Ou seria tudo isso, misturado com muito tesão? Não sei..., o que sei, é que ele começou a forçar a entrada na bocetinha que, mesmo molhadinha, oferecia resistência àquele mastro que queria invadi-la.
Era como se ela estivesse perdendo o cabacinho novamente e ela gemia alto enquanto ele forçava, até que a cabeça entrou e ele ficou parado só com a cabeça dentro dela, depois foi empurrando devagar, enquanto ela gemia como louca.
-Aaaiiiííí, como é grandeêê…, noossaa! É tão grosso...
Falava ela, entre gemidos.
Depois de tudo dentro, o Jorge começou a se movimentar entre as pernas de Cláudia e eu gozei ali, muito extasiado, assistindo minha mulher sendo fodida por aquele Senhor de 49 anos, que parecia não acreditar que estava metendo em uma lourinha de 25.
– Nossa… Como você é apertadinha… Você é a mulher mais gostosa que eu já comi, garota...
Falava ele.
– Não pare Jorge, por favor, não pare, pois isso está uma delícia.
Falou ela com a voz entrecortada pelos seus próprios gemidos.
– Quero pegar você de quatro, vem gatinha gostosa...
Falou ele, saindo de cima dela que, rapidamente se posicionou de quatro sobre a cama. Jorge veio por trás, e fez com que ela arrebitasse ainda mais a sua bundinha, e cravou-lhe aquela tora bem devagar na bocetinha cheirosa de Cláudia, que soltava gritinhos e gemidinhos de prazer, como nunca.
Aquele pintão se atolava por inteiro na bocetinha da minha esposa. A bundinha marcada pelo biquininho balançava e estremecia com os impactos do macho que lhe possuía.
Jorge foi acelerando seus movimentos até que gozou em meio a espasmos loucos inundando-a com a sua porra e ela gozou junto com ele...
Depois, quedaram-se os dois, exaustos, de olhos fechados na cama, e ela aconchegou-se ao peito dele e ficaram imóveis como um casal de apaixonados. E eu assistia a tudo aquilo com um enorme desejo.
Depois de algum tempo, ele a acordou com um beijo em sua boca, e disse:
–Amor, vamos pra Jacuzzi, relaxar?
-Sim, vamos sim, querido... Vamos!
Disse ela sorrindo languidamente, olhando para mim como quem diz:
Obrigada!
Os dois se sentaram lado a lado na banheira sob as espumas e ficaram conversando. E enquanto isso, eu liguei para a recepção e pedi uma porção de morangos, creme de chantilly e uma garrafa de um bom vinho. Quando voltei a olhar, os dois já trocavam caricias novamente. Pelos movimentos do ombro de Cláudia, percebi que ela o punhetava de leve, enquanto o beijava, vasculhando toda a boca de seu amante com sua língua.
Aquele mastro estava novamente, duro como pedra. Então, a Claudinha ajeitou-se em cima dele e começou a cavalgá-lo lentamente, enquanto ele chupava seus seios. As mãos dele abriam a bunda dela fazendo com que se arrebitasse ainda mais, deixando que eu visse o pau entrando e saindo daquela bocetinha linda, que parecia que ia virar ao avesso, cada vez que a tora saía.
 Fotografei esta cena.
– Noossaa… Que pintão gostosoôô!… Que delícia...
Falou ela, que ainda o cavalgou por um bom tempo. Cláudia gozou feito uma louca, mas ele demorou. Quando ela percebeu que o Jorge ia gozar, acelerou sua cavalgada, espirrando água para todos os lados, a cada vez que sua bundinha se chocava com a água.
Ele gozou novamente inundando-a com sua porra quente. Jorge ficou largado dentro da banheira e Cláudia veio tomar uma ducha. Ao passar por mim, abraçou-me e beijou-me.
- Amor, você tá gostando, de ver sua mulherzinha sendo fodida, e muito bem fodida, por outro macho?
–Sim, muito... Estou adorando..., e você?
–Eu também amor. Ele é muito bom!... E eu te amo muito, Paulo, muito mesmo!
Finalizou ela, e foi para o chuveiro.
Logo depois, o Jorge também foi para o chuveiro com ela, e logo depois, eu pude ouvir os gritinhos e risinhos dela junto com ele no banho.
Fui até lá e pude ver através do Box o vulto dos dois abraçados se beijando. E as mãos dele sobre a bunda dela massageando-a.
Quando saíram do chuveiro, a mesa estava posta com a garrafa de vinho, duas taças, uma bandeja de morangos e o chantilly em uma taça. Cláudia estava linda enrolada na toalha.
Mais uma vez me distanciei um pouco para deixa-los mais à vontade. Os dois sentaram-se e serviram-se com vinho... A Cláudia adora morangos com chantilly. Ela começou a pegá-los, molhá-los no creme e comia-os sensualmente como se os estivesse chupando.
– Quer experimentar?
Perguntou ela ao sou amante.
– Quero!
Disse ele.
Ela então colocou chantilly em um morango e o colocou entre os lábios e foi em direção à boca dele que abocanhou o morango emendando com um beijo molhado e estalado. Ela fez isso mais uma vez.
O pau dele já estava pulsando como o de um cavalo novamente.
– Agora é a minha vez!
Falou ele e pegando um morango lambuzou-o com o creme e passou nos seios dela e depois os chupou. Os biquinhos ficaram durinhos. Depois colocou o morango na boca e fez o mesmo com ela, beijando-a. A mão dela segurou seu pau novamente.
Cláudia se levantou, e disse:
-Vem..., Me come…, me come!
Ele rapidamente a pegou nos braços e a levou para a cama. Virou-a de ladinho e atolou seu pau enorme na bocetinha de minha mulher novamente. Enquanto atolava, beijava-lhe a nuca e com uma das mãos abria a bundinha dela para eu ver o pau entrando. E depois de muito meter naquela posição, ele tirou o pau para fora e gozou nas coxas grossas dela.
Gozei muito aquele dia!
-E aí, querida, gostou da experiência?
Eu perguntei-lhe, quando já estávamos em nossa casa, e na nossa cama.
– Gostei, apesar de estar agora com a xoxotinha toda ardida e esfolada, e, provavelmente, você não vai poder mexer nela por uma semana... Mas foi sim, muito bom!
– E o que você achou do pau dele.
– Enorme. No começo fiquei com medo, mas depois foi uma delícia. Mas foi bom para matar a curiosidade, porém, eu jamais trocaria seu pau tipo Standard, pelo dele, que é tamanho família. Gostei do Jorge, mas eu te amo, Paulo e agora te amo mais ainda. Beijamo-nos e dormimos.
Nota:
Ela dormiu sem calcinha, pois estava toda esfolada e inchada, e eu tive até que passar uma pomadinha.
Mas, valeu!
Abraços a todos.
E atentem:
Essa história, terá continuação!