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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Virei Corno Para salvar Meu Casamento 2 - Nossa 1 troca de casal




By Niloboy abc


Olá Caros Leitores, já faz um bom tempo que não escrevo, por falta de tempo, mas esse ano de 2017 vou passar a voltar a relatar nossas aventuras.
Para quem não se lembra mais de mim ai vai uma pequena descrição:
Sou o André hoje com 28 anos casado com Malu, hoje com 31 anos, ela é baixinha morena escura com tudo em cima e natural, eu moreno claro e corpo normal. Nosso último conto foi “Virei corno Para salvar nosso casamento”, onde ali descubro que Malu me traia com Fred um colega do Serviço dela e eu a traí com minha Prima, quem quiser dar uma passada lá, e reler esse conto, para nos conhecer melhor, fiquem à vontade...
Mas vamos aos novos fatos, depois de conversar com Malu e Aceitar Fred como amante dela, começamos por algum tempo, a nos corresponder, e eu tentei por algumas condições na relação deles, condições essas que não foram respeitadas por Fred, e conversando com a Malu, achamos melhor encerar aquela relação ali, mas não era o fim de nossas aventuras. Era só o começo!
Falei com a Malu que não seria justo, ela ter se divertido e que agora, era minha vez, mas ela não quis deixar eu sair com outra mulher sem ela; como ela fez com Fred, e então, conversando, resolvemos procurar alguma casa de swing aqui em São Paulo, para nós irmos conhecer, e como não tínhamos conhecimento sobre esse mundo novo e maravilhoso do swing, resolvemos entrar em alguns sites de swing e pesquisar mais sobre o assunto, e acabamos observamos que alguns sites tinham murais de recados, para as pessoas se conhecerem, e vimos ali uma maneira de conhecermos casais que pudessem nos explicar mais sobre esse mundo, até então, completamente novo para nós.
Deixamos um recado no mural com o nosso E-mail, e passadas algumas horas os E-mails começara a chegar de montão, homens e mulheres só é também casais.
Fomos respondendo a todos e um em especial, chamou nossa atenção.
Foi o do casal Ademir e Simone de São Paulo capital, ele moreno claro com 40 anos e ela uma turca linda, loira e magra alta, nada contra as cheinhas que eu adoro até mais, mas a Simone, realmente, era de tirar o fôlego, depois de conversarmos por alguns dias; inclusive por telefone, onde tanto eu como a Malu ficávamos molhados de tesão, resolvemos marcar nosso 1º encontro com o casal, numa casa que fazia pizzas fechadas em SP.
Conforme foi chegando o dia e a hora do encontro, eram iminentes o nosso nervosismo e a ansiedade. Eu fui com uma calça jeans um pouco folgada e uma camisa vermelha, já a Malu..., que delícia que ela estava, com um short curto jeans e uma camisa larga preta, de saltos alta, bem, muito altos!
Nossos amigos também estavam lindos, ele de calça jeans e uma camisa também preta e a Simone com um belo vestido colado, rosa bem curto e sexy.
Jantamos, rimos bastante e não víamos a hora de irmos para o motel, cada casal foi no seu carro para um motel chamado Swing, onde permite que casais curtam no mesmo quarto.
Quarto muito aconchegante de 3 andares, o 1º, era onde ficava uma cama gigante e espelhos por todas as paredes e, subindo as escadas, tinha o banheiro e a sauna e no último andar, havia uma piscina gigante com sofás ao redor... Cara, era um luxo!
Assim que abrimos a porta da suíte eu corri para o banheiro, pois eu estava apertado para urinar, ao sair do banheiro fui surpreendido com a deliciosa Simone do lado, querendo me mostrar o que tinha de legal nos andares da suíte.
A acompanhei-a mas confesso que não via a hora de voltar, para saber o que estava acontecendo com Malu e Ademir lá no andar de baixo... Bem, ao chegarmos eles disfarçaram como se nada tivesse acontecido, mas pude notar que o batom da boca da Malu, estava borrado, fato esse que depois ela me confessou que, no que eu tinha ido ao banheiro, e a Simone me seguido, o Ademir já tinha roubado um delicioso Beijo dela e lhe dado um grande amasso, pude observar que ela estava molhadinha, e isso me bateu um misto de tesão e raiva, pois ele tinha agido pelas minhas costa, mas resolvi não estragar a brincadeira e nem a noite!
Bem, acendemos a lareira e fomos cada casal para um lado da cama, eu comecei a beijar a Malu e o Ademir a Simone, Beijos e amassos gostosos, era bem visível o tesão de ambos os casais.
Decidi levar Malu até eles do outro lado da cama e Ademir me passou também a Simone, lembro-me de que ela, estava cheirosa e eu comecei a beijar seus lábios. Pedi e tirei seu vestido, admirando seu corpo, enquanto Malu já chupava com gosto o pau grande do Ademir, eu também não fiquei para trás, e caí de boca na xoxota branquinha da Simone, enquanto ela, de olhos fechados, gemia e puxava meus cabelos. Ao olhar de novo para Malu, vi o Ademir em cima dela, roçando seu pau na entrada da bocetinha dela e ela delirando de prazer, pedindo para ele meter nela!
Vendo essa cena, eu fiquei louco e coloquei a Simone de 4 e socava sem dó, na boceta dela, enquanto Malu cavalgava no pau do Ademir, até que a Simone olhou para trás, e eu pedi com carinho, para comer seu cuzinho, no que ela atende prontamente, e Malu também de 4 agora pediu, para o Ademir comer seu cu!
Que delícia ver a Malu dando e recebendo prazer, gozamos muito aquela noite e finalizamos com um delicioso banho de banheira...
No próximo conto, vou relatar nossa primeira vez numa casa de swing; deixe seus comentários e E-mail que responderemos a todos, hoje procuramos novas aventuras; casais e mulheres fiquem à vontade, para entrar em contato:
garotodeprogramasbc@gmail.com

Virei Corno Para salvar Meu Casamento




By Niloboy abc

Esse é nosso primeiro conto, estamos aguardando os comentários, quem quiser deixe também o E-mail que responderemos a todos.
Bem, eu me Chamo André; vou trocar os nomes para nos preservar. Sou casado com Malu há 6 anos.
Eu moreno sou claro de 1m75 de altura corpo normal e 20 cm de pau, ela é uma mulata baixinha de bumbum grande e seios bem redondinhos tudo natural.
Somos do grande ABC – São Paulo.
Como todo casal, quando namorávamos tínhamos um desejo de sexo enorme!
Transávamos em qualquer hora e lugar, sem nos importarmos com o perigo só com o tesão do momento.
Malu já me fez um boquete delicioso votando de um casamento na Rodovia Anchieta, que acabamos parando num motel para darmos umas.
Já transamos na cozinha da casa dela com minha sogra no quarto que, por ser uma casa pequena, só tinha 1 quarto, cozinha e banheiro.
Já transamos na garagem, com o risco de os vizinhos da casa da frente chegarem e nos pegar no flagra e também já transamos no carro parado na rua, por volta de umas 9 horas da noite.
Enfim, onde batia o tesão, ali estávamos, eu sabia de suas transas, antes de mim e ela também sabia que eu era louco por sexo.
Já tínhamos até transado, um contando para o outro, as nossas transas com outros parceiros... Era uma delícia.
Tudo mudou há uns 4 anos atrás, Malu sofreu um grande abalo emocional no serviço, que resultou em depressão, não tinha mais vontade de fazer sexo e, mesmo quando tomava remédios para controlar a depressão, não consegui, pois acabava sendo vencida pelo sono.
Eu na época, trabalhava como programador de informática de uma grande empresa de logística e por isso vivia 15 dias viajando e 15 dias em casa.
Eu já estava passando por um stress bem alto, prestes a chutar o pau da barraca, e jogar tudo para o ar, tanto pela grande pressão na empresa, com pela falta de sexo em casa.
Quando, sem notar chegou minhas tão esperadas e merecidas férias e, como Malu estava trabalhando na época no Rh de uma empresa, ela não poderia desfrutar das férias comigo, e ao conversarmos, eu disse que passaria 1 semana na casa de uma prima minha no interior de São Paulo, para tirar o meu stress. Bem, a princípio, ela não gostou, mas depois, aceitou minha decisão.
Foi aí que minha vida mudou, fui para a casa da minha prima casada, e que eu dava uns pegas nela de vez em quando, e curti bem a viagem, descansei, e tirei um pouco do meu stress e, toda noite, ligava para minha esposa, para falar com ela, fora as msg no celular dela, durante o dia.
Acabando meu passeio na casa da minha prima que em outro conto, eu direi como que foi, de volta para casa, entrei no ônibus, mas pesei que alguma coisa estava errada pois nesse dia, minha esposa demorava para responder minhas msg, parecendo me evitar mesmo.
De noite em casa, desfiz as malas e fui matar a saudade dela e de novo ela me evitou, dizendo que estava com forte dor de cabeça. De manhã, ela saiu para trabalhar e nem bom dia me deu, disse depois que não queria me acorda pois eu estava de férias.
2 dias depois, ela pede para eu a levar no médico, pois estava com uma irritação na bocetinha. Já desconfiado, a levei, e o médico passou um remédio e disse ser uma leve irritação.
No dia seguinte, ela sai para trabalhar e ao retornar, ela vem junto com minha sogra e diz que precisa conversar comigo a sério e que ela aceitaria minha decisão, minha sogra também disse que me apoiaria a todo momento.
Aí pensei, fodeu, deu alguma merda... Foi Dito e feito!
Ela disse:
-Vida eu te amo, e por te amar demais é que não posso mais esconder de você.
Eu me envolvi com um rapaz na firma, e acabamos ficando, e eu dei para ele.
Ela disse isso assim na cara larga, com a mãe dela ao lado. Confesso que, a princípio, fiquei sem reação, mas como eu sou mente aberta, tinha adorado a ideia. Porém não podia mostrar esse meu lado para minha sogra.
Minha esposa começou a chorar pedindo desculpas e eu me fazendo de vítima, ela disse que não saberia viver sem mim, e blá-blá-blá. A minha sogra, só falava que me apoiaria se eu quisesse me separar. Aí eu pedi alguns dias para pensar e ver o que eu faria, claro que já estava em mente o que faria, más como disse, deixei no ar essa, dúvida, para minha esposa e minha sogra.
De noite não conseguia dormi de curiosidade e tesão, imaginando como tinha ocorrido. Como minha amada esposa tinha me traído.
Passados uns dias, chamei minha esposa para conversarmos, e disse que gostaria de ouvir dela o que tinha acontecido, e pedi também, que não me escondesse nada.
Então, ela disse:
- Vida você quer mesmo saber? Porque, deixa isso para lá?
-Não Malu, preciso saber para poder decidir o que fazer, não quero tomar nenhuma atitude precipitada.
Eu disse a ela.
-Ok vida! Já havia algum tempo, vinha me sentindo sozinha, pois vejo seu stress no serviço e não quero te incomodar, aí esse rapaz, o Fred, foi se aproximando de mim e há 2 meses, nos tornamos amigos, ele me cumprimentava com beijos na entrada do serviço, almoçávamos juntos e me esperava para irmos até ao ponto, para pegarmos o ônibus, pois era o mesmo ponto.
Aí fomos criando afinidades até que um dia, quando estávamos a sós no ponto, rolou um beijo na boca que eu acabei retribuindo. Depois disso toda a oportunidade que tínhamos onde ficar, a sós nós nos beijávamos.
Como ele era encarregado de um setor da produção, ele tinha que ir, de vez em quando, até ao prédio do lado, um galpão grande com vestiários para buscar mercadorias.
Em uma dessas vezes, antes de ir, ele passou na sala de minha esposa Malu, e como ela estava sozinha, ele aproveita a oportunidade e lhe tasca um beijo de língua nela, e só para, ao ouvir passos de alguém subindo as escadas do escritório.
Eles disfarçam, se arrumam, mas antes de sair, ela observar o volume na calça dele. Ele pisca para ela, e faz gesto para ela ficar atenta ao celular e sai.
Passados uns 15 minutos, o celular dela dá um alerta de msg, e era Fred:
- Oi delicia, não paro de pensar em você, estou aqui no outro galpão, dê um pulo aqui, que eu quero beija-la mais um pouco, vem, nós não vamos demorar, diz aí, que você precisa fazer um inventário de uniformes, estou te esperando no vestiário..., vem delícia!
Malu contou que ao acabar de ler estava com a bucetinha molhadinha e com vontade de beijar o Fred de novo, aquele Beijo ardente! E curiosa, ela decidiu-se a ir.
Fez como ele falou, disse ao chefe que estaria no outro galpão fazendo a contagem do material para auditoria, pegou uma folha em branco, uma caneta e uma prancheta e foi. Embora fosse do lado, o galpão parecia longo, a cada passo que dava e, com o coração acelerado, ela entrou no galpão onde Fred já a esperava.
Mal entrou, e já foi puxada por uma mão firme e forte, para o vestiário. Era Fred mostrando quem era o predador ali. Ao entrarem no vestiário ele a levou para um box de chuveiro e ali começou a beijá-la com desejo, com tesão! Com uma mão no rosto dela, a outra, aos poucos foi da cintura percorrendo seu corpo. De início de leve, mas aos poucos ele já apertava os seios dela por cima da blusa branca do uniforme do serviço.
Continuava a beija-la, mas agora, visivelmente excitado se esfregava nela que já podia sentir o volume da calça dele.
Ele disse:
-Olá, minha putinha, como você me deixa, vem ponha ele para fora e me faça um carinho.
Ela, em estado automático, fez o que ele pediu, e ao abrir a calça, um grande e belo cacete moreno, sai para fora. E ela fica admirando e punhetando aquele pauzão, com as 2 mãos.
Ele volta a beija-la com tesão e já vai desbotoando um botão por vez de sua camisa e apertando os seios dela.
Ela o chamava de louco, tarado, e dizia que eles tinham que parar, pois ela era casada e alguém também, poderia chegar.
-Cala a boca, sua putinha e aproveita que eu sei que é isso que você quer. Chupa ele aí, quero sentir a sua boquinha gostosa, porque a partir de hoje você será minha putinha.
Disse Fred, para a minha esposa, que ao ouvir isso, caiu de boca, e já foi chupando aquele pau, como se ele fosse, o último pirulito do mundo.
E, modéstias à parte, ela chupa um cacete, muito bem!
Fred há levantou puxando o seu sutiã vermelho para cima, e caiu de boca, agora com gosto, nos seus lindos seios morenos, depois de um e o outro, ele chupava, lambia mordia tudo e Malu delirando de prazer com seu amante!
Fred abaixa então a calça de Malu devagarinho, e fica louco ao ver a calcinha vermelha minúscula dela, todinha socada na bunda gostosa e morena.
Ele a vira de costas e começa a beijar sua bunda loucamente, passando a mão na sua bocetinha raspadinha, beija a bundinha dela e vai abrindo com as mãos suas nádegas e mostrando um cuzinho rosado, no qual ele cai de boca, chupando e lambendo como um desesperado.
Ela, já entregue ao tesão, é facilmente virada para a parede do vestiário e ele de uma vez só, penetra a bocetinha dela, que geme com as estocadas.
Ele a chama de puta, cadela e piranha, e afirma que, daquele dia em diante, ela daria para ele, como é quando ele quisesse!
E assim, ele goza na bocetinha dela, sem camisinha, e a mandou voltar para casa, com a porra dele, dentro dela.
Bom, ela disse que adorou dar para ele e que o queria como amante.
E pelo volume da minha calça, ela disse:
-Prepara seu corninho, que isso foi só o começo e se você me perdoar, vou te trair mais, o que você me diz, meu corninho? Quer participar da próxima?
E eu, amigos, claro que a perdoei, mas isso deu uma volta nas nossas vidas, e nos próximos contos relatarei as nossas aventuras com um casal, e numa casa de swing...